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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

||| Tudo numa imagem, parabéns ao fotógrafo

por josé simões, em 10.03.16

 

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Um homem só. A Fé. A Fé na sombra que empurra. Um homem só e a sua fé. E o peso da História. Camões, o poeta que cantou um povo analfabeto que não lê livros nem jornais nem quer saber. E Vasco da Gama, que as canhoeiras de Afonso de Albuquerque, oficialmente, não aconteceram no "Portugal [que] deve muita da sua grandeza secular ao seu espírito ecuménico". O Fado e a Saudade, que antes de haver Fado já tínhamos o fado de ter saudades. E Aljubarrota. Felipe VI de Espanha, VII de Portugal, pela fresquinha da manhã na capital do Império. Se lhe perguntarem Marcelo ainda tem na ponta da língua o caminho-de-ferro de Benguela, a cultura do sisal em Moçambique e o cacau em S. Tomé. Portugal não é um país pequeno. E, como na canção do José Cid, "No dia em que o rei fez anos, Houve arraial e foguetes no ar. E o povo saiu à rua, Com a alegria que costumava ter, Cantando se o Rei faz anos, Que venha à Praça para nos conhecer". No fundo Portugal é isto e está aqui tudo na foto de Miguel Baltazar na primeira página do Jornal de Negócios. "Fugiu de Alcácer Quibir, El-Rei Rei D. Sebastião, E uma lenda nasceu, Entre a bruma do passado, Chamam-lhe o desejado, Pois que nunca mais voltou, El-Rei D. Sebastião". José Cid é que a sabia toda. "Obrigado senhor Presidente", disse o próprio, à noite na Praça do Município. Marcelo I, de Portugal.

 

 

 

 

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