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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Les beaux esprits se rencontrent

por josé simões, em 23.11.22

 

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Díaz-Canel a Putin: Rusia y Cuba tienen un mismo enemigo, "el imperio yanqui"

 

Cuba, que é uma democracia, está escrito na constituição cubana, argumentam os minions do PCP nas redes, de serviço ao teclado 24 horas sobre 24 horas, não é "putinista", tal e qual o PCP, que também não é guevarista, nem estalinista ou maoista, e isto é só a terra a andar à roda.

 

[Imagem de Eduard Pesov/ RIA Nôvosti]

 

 

 

 

A Hard Rain's A-Gonna Fall

por josé simões, em 01.11.22

 

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Russian President Vladimir Putin meets Armenian Prime Minister Nikol Pashinyan in Sochi, Russia. Sputnik/ Sergey Bobylev/ Pool via Reuters

 

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O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 19.10.22

 

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Erdogan diz que Europa pode comprar gás russo à Turquia após acordo com Putin

 

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O neto do cozinheiro de Estaline aprendeu alguma coisa com o avô?

por josé simões, em 08.10.22

 

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Stop nuclear madness. Remember Hiroshima, August 1945! Soviet poster, 1970s

 

O neto do cozinheiro de Estaline aprendeu alguma coisa com o avô?

 

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Happy Birthday

por josé simões, em 07.10.22

 

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Poster display of dictators marks Putin's birthday in Helsinki

 

 

 

 

Setúbal, the word on the street

por josé simões, em 29.09.22

 

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Setúbal, Beco das Barrocas

 

 

 

 

Tenham medo, muito medo

por josé simões, em 21.09.22

 

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A questão nem é Vladimir Putin, com um discurso alucinado de quem está a sofrer reveses atrás de reveses, e que depois de ver as tropas de elite serem totalmente dizimadas por uma Ucrânia apoiada militarmente pelo ocidente, que ainda não colocou um homem no terreno, avançar agora com a mobilização dos desgraçados cidadãos comuns, que de armas só sabem o que aprenderam na instrução militar básica, e com a insinuação da arma nuclear, para fazer frente a uma União Europeia e NATO, marionetas do imperialismo 'amaricano' que, vá-se lá saber porquê, quer tomar conta da "Mãe Rússia", a questão é haver no ocidente, em geral, e em Portugal, no particular, quem lhe repita o discurso e até acredite piamente nisso.

 

[Imagem "Police officers take a selfie on a destroyed Russian tank in the town of Izium, recently liberated by Ukrainian Armed Forces, in Kharkiv region, September 14. Reuters/ Gleb Garanich"]

 

 

 

 

Do desplante

por josé simões, em 07.09.22

 

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Chegámos ao ponto de normalidade que é ter Putin a largar postas de pescada sobre a produção cerealífera de país terceiro fazendo de conta que a invasão da Ucrânia não tem a ver com o "lebensraum" do império russo.

 

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I Shot the Sheriff

por josé simões, em 03.08.22

 

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A child points a water pistol at a statue of Russian President Vladimir Putin riding a tank created by French artist James Colomina in Central Park in Manhattan. Reuters/ Andrew Kelly

 

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Mistérios da propaganda

por josé simões, em 08.07.22

 

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Aos 133 dias, ou dezanove semanas, ou 3 191 horas de um impasse que era uma "operação especial" para durar 3 dias como o Carnaval, ainda mais rápido que a Blitzkrieg boche, num instante em Kyiv, um fantoche instalado no Palácio de Mariyinsky e ala para Moscovo que se faz tarde, Putin desafia o Ocidente, ler NATO, a derrotar a Rússia no campo de batalha. A NATO, que ainda não disparou uma bala, mexeu um tanque, perdeu sequer um homem em combate, e que está há 133 dias, ou dezanove semanas, ou 3 191 horas a assistir ao definhar do fantabulástico exército russo, o das histórias que o infante Vladimir Vladimirovitch ouvia sentado no joelho do avô Spiridon, na caminhada triunfal até ao hastear da bandeira no alto do Reichstag.

 

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Pride and Love

por josé simões, em 16.06.22

 

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As paranoias de Estaline na cabeça do neto do cozinheiro de Estaline

por josé simões, em 27.05.22

 

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Quando no seu discurso no Plenário do Comité Central de Fevereiro-Março de 1937, Estaline insistiu muito particularmente na ideia do cerco da URSS, único país «que tinha construído o socialismo», por potências inimigas. Estas potências limítrofes - a Finlândia, os países Bálticos, a Polónia, a Roménia, a Turquia, o Japão - ajudadas pela França e pela Grâ-Bretanha, enviariam para a URSS «exércitos de diversionistas e de espiões» encarregados de sabotar a construção do socialismo. Estado único, sacralizado, a URSS tinha fronteiras «sagradas», que eram outras tantas linhas da frente contra um inimigo exterior omnipresente. Neste contexto, não é surpreendente que a caça aos espiões, isto é, a todos os que tinham algum contacto, por muito ténue que fosse, com «o outro mundo», e a eliminação de uma potencial e mítica «5.ª coluna» tenham estado no cerne do Grande Terror. 

 

In "O Livro Negro do Comunismo", Stéphane Courtois, Nicolas Werth, Jean-Louis Panné, Andrzej Paczkowski, Karel Bartosek, Jean-Louis Margolin, "10 - O Grande Terror (1936 - 1938)", página 234, Quetzal Editores.

 

Oitenta e três anos depois, a Rússia cercada, vítima de todas as malfeitorias, ou  as paranoias de Estaline na cabeça de Putin, neto do cozinheiro de Estaline.

 

[Jornal soviético, na imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Road to Nowhere

por josé simões, em 12.05.22

 

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A portrait of Russian President Vladimir Putin in a cross depicting his tomb is seen at a checkpoint outside Dnipro amid Russia's invasion in Ukraine. Reuters/ Jorge Silva

 

[Link na imagem]

 

 

 

 

O poder da imagem

por josé simões, em 09.05.22

 

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A imagem do presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, a caminhar sozinho por uma avenida deserta de Kyiv no Dia da Vitória, enquanto vai falando para a câmara e para o mundo, contra a imagem de um solitário presidente da Rússia, Vladimir Putin, sozinho numa bancada cheia de gente, inchado até ao pescoço de colete anti-bala, a debitar propaganda para consumo interno, perante dezenas de milhar que compassadamente fazem troar as botas nas pedras da Praça Vermelha em Moscovo. 

 

[Ukrainian Girl na imagem]

 

 

 

 

Lucy In The Sky With Diamonds

por josé simões, em 09.05.22

 

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Os países da NATO não nos quiseram ouvir, tinham planos completamente diferentes. [...] Preparavam uma operação no Donbass, a invasão do nosso território histórico, incluindo a Crimeia