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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Pride and Love

por josé simões, em 16.06.22

 

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As paranoias de Estaline na cabeça do neto do cozinheiro de Estaline

por josé simões, em 27.05.22

 

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Quando no seu discurso no Plenário do Comité Central de Fevereiro-Março de 1937, Estaline insistiu muito particularmente na ideia do cerco da URSS, único país «que tinha construído o socialismo», por potências inimigas. Estas potências limítrofes - a Finlândia, os países Bálticos, a Polónia, a Roménia, a Turquia, o Japão - ajudadas pela França e pela Grâ-Bretanha, enviariam para a URSS «exércitos de diversionistas e de espiões» encarregados de sabotar a construção do socialismo. Estado único, sacralizado, a URSS tinha fronteiras «sagradas», que eram outras tantas linhas da frente contra um inimigo exterior omnipresente. Neste contexto, não é surpreendente que a caça aos espiões, isto é, a todos os que tinham algum contacto, por muito ténue que fosse, com «o outro mundo», e a eliminação de uma potencial e mítica «5.ª coluna» tenham estado no cerne do Grande Terror. 

 

In "O Livro Negro do Comunismo", Stéphane Courtois, Nicolas Werth, Jean-Louis Panné, Andrzej Paczkowski, Karel Bartosek, Jean-Louis Margolin, "10 - O Grande Terror (1936 - 1938)", página 234, Quetzal Editores.

 

Oitenta e três anos depois, a Rússia cercada, vítima de todas as malfeitorias, ou  as paranoias de Estaline na cabeça de Putin, neto do cozinheiro de Estaline.

 

[Jornal soviético, na imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Road to Nowhere

por josé simões, em 12.05.22

 

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A portrait of Russian President Vladimir Putin in a cross depicting his tomb is seen at a checkpoint outside Dnipro amid Russia's invasion in Ukraine. Reuters/ Jorge Silva

 

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O poder da imagem

por josé simões, em 09.05.22

 

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A imagem do presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, a caminhar sozinho por uma avenida deserta de Kyiv no Dia da Vitória, enquanto vai falando para a câmara e para o mundo, contra a imagem de um solitário presidente da Rússia, Vladimir Putin, sozinho numa bancada cheia de gente, inchado até ao pescoço de colete anti-bala, a debitar propaganda para consumo interno, perante dezenas de milhar que compassadamente fazem troar as botas nas pedras da Praça Vermelha em Moscovo. 

 

[Ukrainian Girl na imagem]

 

 

 

 

Lucy In The Sky With Diamonds

por josé simões, em 09.05.22

 

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Os países da NATO não nos quiseram ouvir, tinham planos completamente diferentes. [...] Preparavam uma operação no Donbass, a invasão do nosso território histórico, incluindo a Crimeia

 

 

 

 

To Ukraine With Love

por josé simões, em 29.04.22

 

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A estratégia do medo

por josé simões, em 26.04.22

 

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Primeiro Putin insinuou a resposta nuclear caso a NATO fosse em socorro da Ucrânia, depois Peskov, porta-voz do Kremlin, apareceu a falar em devastação nunca vista no continente europeu em caso de interferência de terceiros no conflito, ontem o ministro dos Estrangeiros russo, Lavrov, vem com o perigo real de uma III Guerra Mundial. Depois de milhares de mortos e de milhões de refugiados na Ucrânia, da destruição do país - de escolas a hospitais, passando infantários, bairros habitacionais, fábricas, cidades inteiras arrasadas, mais os crimes de guerra contra civis e a violação como arma. No entretanto a imprensa russa vai preparando a opinião pública para uma nova frente, uma 5.ª Coluna na Gagaúzia invocada por um general moldavos e "a Roménia não poderá ajudar a Moldávia no momento certo, pois é um país da OTAN e sua participação em uma operação fora da aliança significará o início de uma terceira guerra mundial". Até quando Putin vai avançar na reconstrução do império soviético, escudado na estratégia do medo, perante a passividade da NATO e dos Estados Unidos, é a questão que se coloca.

 

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"de Lisboa a Vladivostok"

por josé simões, em 05.04.22

 

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O presidente russo, Vladimir Putin, estabeleceu firmemente a meta de desmilitarização e desnazificação da Ucrânia. Essas tarefas complexas não acontecem todas de uma vez. E eles serão decididos não apenas nos campos de batalha. Mudar a consciência sangrenta e cheia de falsos mitos de uma parte dos ucranianos de hoje é o objetivo mais importante. O objetivo é a paz das futuras gerações de ucranianos e a oportunidade de finalmente construir uma Eurásia aberta - de Lisboa a Vladivostok.

 

Dmitry Medvedev no Telegram, via tadutor do Google.

 

"de Lisboa a Vladivostok". O PZP pode esclarecer se este imperialismo internacionalismo  é também "por causa da intensificação da escalada belicista dos Estados Unidos, da NATO e da União Europeia"?

 

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Um problema grave

por josé simões, em 05.04.22

 

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Um lacaio de Putin na Presidência do Conselho de Ministros, generais subservientes ao Kremlin em postos de comando nas forças armadas de um país da NATO. Todos a todas as horas nas televisões a debitarem propaganda Z. Há aqui qualquer coisa que está a falhar, e não é só na questão da decência.

 

[Imagem: Ukrainian mothers are writing their family contacts on the bodies of their children in case they get killed and the child survives. And Europe is still discussing gas.]

 

 

 

 

Peace Off

por josé simões, em 03.04.22

 

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Cão de Guia

por josé simões, em 27.03.22

 

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Rewind/ Fast Forward

por josé simões, em 21.03.22

 

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"Guerra Nuclear" lê-se no poster soviético dos anos 80. Putin, apostado em reconstruir o império até às fronteiras da antiga URSS, é suficiente estúpido ou suficientemente louco para não perceber isto?

 

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A saída

por josé simões, em 17.03.22

 

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Dizem por estes dias os comentadeiros-analistas, desenterrados pelas televisões de não se sabe onde, desde os fardados aos paisanos, todos sem excepção, que o segredo para o fim desta loucura é oferecer uma saída a Putin que lhe permita aparecer aos olhos da opinião pública russa como não tendo perdido a guerra, sem se aperceberem que essa saída não existe porque, para todos os efeitos, Putin perdeu a guerra aos olhos dos seus generais e correndo toda a hierarquia militar até ao soldado raso e aos milhares de corpos recebidos em casa pelas mães no dia do funeral. Putin perdeu a guerra, não há malabarismo, truque de magia ou maquilhagem que o disfarce, e é o único a ter consciência disso.

 

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Apocalipse 13:16

por josé simões, em 11.03.22

 

Russian President Vladimir Putin with Patriarch Ki

 

 

Também obrigou todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, a receberem certa marca na mão direita ou na testa

 

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Death's head

por josé simões, em 10.03.22

 

'Death's head' Putin gazes into the inferno – an

 

 

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