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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Temos um problema

por josé simões, em 10.12.17

 

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Quando uma classe privilegiada paga pela comunidade para viver acima das possibilidades da comunidade [o tal preço a pagar pela democracia e pelo Estado de direito] não percebe as dinâmicas da comunidade, e por isso não serve a comunidade, a comunidade tem um problema. "À Justiça o que é da justiça e à política o que é da política" mas quando o poder judicial não está ao serviço dos cidadãos o problema passa a ser do poder legislativo eleito, em eleições livres e democráticas, pelos cidadãos.

 

[Imagem]

 

 

 

 

Justiça divina

por josé simões, em 25.10.17

 

Shirin Neshat, Fervor_.jpg

 

 

Agora que a Conferência Episcopal já tomou posição sobre o juiz medieval ao afirmar que "a Bíblia foi usada de forma incorrecta" no acórdão do Tribunal da Relação do Porto sobre violência doméstica e, uma vez que o famigerado também faz referência à "sharia", aguardamos que o líder da Mesquita de Lisboa, David Munir, diga de sua justiça sobre apedrejamentos e justiças maritais de protecção divina sob a égide do poder judicial no Estado de direito democrático, a menos que faça tenção de um dia cair nas boas graças do meritíssimo juiz...

 

[Imagem de Shirin Neshat Fervor]

 

 

 

 

||| Entretanto na Suiça...

por josé simões, em 29.12.15

 

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"If your partner turns out to be a tyrant


Every two weeks, a woman in Switzerland dies as a result of domestic violence"

 

 

 

 

 

 

|| Amnesty International: Death Penalty

por josé simões, em 16.02.12

 

 

|| O juiz “Pôncio Monteiro”

por josé simões, em 29.09.11

 

 

 

Ficou célebre Pôncio Monteiro, o paineleiro-delegado do Fóculporto de serviço aos programas da doença do comentário futeboleiro, pela (re)interpretação da lei do penalty, ao defender que assinalar ou não o castigo máximo contra o seu [dele] Fóculporto dependia da intensidade da cacetada, do empurrão, da rasteira, or ever, se fosse uma cacetadinha, um empurrãozinho, uma rasteirinha, não justificava o apito do juiz da partida. Fez escola onde menos se esperava, no Tribunal da Relação de Évora:

 

«[…] esta agressão “não foi suficientemente intensa” para justificar a qualificação do crime como violência doméstica.»

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

 

|| Silence Hurts [APAV – Portugal]

por josé simões, em 22.09.11

 

 

 

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|| Nem sei o que vos diga

por josé simões, em 29.08.11

 

 

 

 

A Real Man Never Hits A Woman!

por josé simões, em 21.01.09

 

É o nome de uma campanha à escala global que está a decorrer no Facebook, e que há hora da publicação deste post já tinha 245 807 aderentes. Para que se saiba “fora de portas”.