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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

A boca cheia de democracia

por josé simões, em 02.04.20

 

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Partidos que integram a bancada do PPE no Parlamento Europeu pedem a expulsão do Fidesz, o partido de Viktor Orbán. Paulo Rangel e Nuno Melo, sempre com a boca cheia de democracia, não constam na papeleta. Não sabem assinar metiam o dedo na almofada dos carimbos ou faziam uma cruz se não o quisessem sujar.

 

[Via]

 

 

 

 

Os camaradas do PSD

por josé simões, em 24.09.18

 

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O camarada Mário David, acusado de nepotismo, tráfico e influências e lavagem de dinheiro, coisa que nunca chegou ás primeiras páginas do Correio da Manha nem à abertura dos telejornais em Portugal, por causa dos media subjugados à agenda do Bloco de Esquerda, com diz a direita radical, “agora que eu [ele] não tinha muito que fazer" foi ajudar, "pro bono", o proto-fascista Viktor Orbán, que se senta , de fato e gravata, ao lado de Paulo Rangel e de Nuno Melo na bancada parlamentar do Partido Popular Europeu no Parlamento Europeu. "É uma hipocrisia", diz o camarada Mário David, conselheiro do camarada popular europeu Viktor Orbán. O que não deixa de ser verdade, já que o camarada Viktor Orbán se limita a dizer em público, para quem o quiser ouvir, o que os populares europeus só se atrevem a pensar em privado.

 

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O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 13.09.18

 

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"O PCP denuncia e condena firmemente os ataques à democracia, aos direitos sociais, às liberdades e garantias fundamentais dos cidadãos na Hungria". Mas, como "o PCP rejeita também que, a pretexto desta situação – que espelha, aliás, as políticas da própria UE –, a União Europeia tente abrir caminho ao incremento das suas ameaças, chantagens, imposições e sanções contra os Estados e os seus povos", o PCP vota ao lado dos fascistas e proto-fascistas europeus de forma a que os ataques à democracia, aos direitos sociais, às liberdades e garantias fundamentais dos cidadãos na Hungria continuem de vento em popa.

 

Na imagem "o aprofundamento do carácter supranacional da UE e das suas políticas – determinadas pelas suas grandes potências e grandes interesses económicos –, o seu crescente desrespeito da soberania nacional e dos direitos sociais" que o PCP condena e abomina.

 

 

 

 

Fascismo nunca mais!

por josé simões, em 12.09.18

 

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Quando a notícia do dia deveria ser que mais de 5 - cinco - 5 anos passados sobre o relatório de Rui Tavares, então eurodeputado pelo Bloco de Esquerda, que apontava ao Governo de Viktor Orban violações graves e sistemáticas dos valores consagrados no artigo 2 do Tratado da União Europeia: democracia, Estado de direito, liberdade, igualdade e respeito pelos direitos humanos, incluindo pessoas oriundas de minorias, que finalmente o Parlamento Europeu aprovou, com  448 votos favoráveis, 197 contra e 48 abstenções, que seja accionado o artigo 7.º do Tratado da União Europeia, um procedimento que, no limite, pode levar à suspensão dos direitos de voto da Hungria, governada pelo protofascista Fidesz, com assento na bancada parlamentar do Partido Popular Europeu [PPE] ao lado do PSD e do CDS, eis que a notícia é que o PCP, os campeões e donos da exclusividade da luta contra o fascismo, votou a favor do fascista Orban votou contra o relatório da eurodeputada "verde" holandesa Judith Sargentini, desviando as atenções de onde elas deviam estar, no PPE, no PSD de Paulo Rangel e no CDS do 'cónego' Nuno Melo. O PCP sempre do lado certo da história.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

O Partido Popular Europeu

por josé simões, em 18.07.18

 

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A Hungria de Viktor Orbán, um "líder nato e que merce elogios" no elogio de Duarte Marques, "vai sair do pacto da ONU para as migrações" mas vai continuar sentada na bancada do Partido Popular Europeu em Bruxelas ao lado dos camaradas do PSD e do CDS.

 

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Os cúmplices

por josé simões, em 22.06.18

 

 

 

Já não digo a manada, anónima, mais ou menos conhecida ou ilustre, mais rápida que a própria sombra, no Twitter e no Facebook, sempre que toca a Cuba e/ ou Venezuela, mas os "democratas", euro deputados eleitos na lista conjunta, Paulo Rangel e Nuno Melo, cada um com avença mensal em jornais de tiragem nacional [Público e Jornal de Notícias] e a entrarem-nos diariamente casa dentro pelos ecrãs de televisão, com este último [Nuno Melo] constantemente em modo "cão raivoso" e a destilar ódio contra toda a esquerda, a começar logo na que está à direita do PS, já vieram condenar o partido do camarada Viktor Orbán, ou lado de quem se sentam na bancada do Partido Popular Europeu [PPE]?

 

 

 

 

Justiça nazi

por josé simões, em 20.06.18

 

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Em "Justiça Nazi, a lei do holocausto" Richard Lawrence Miller explica como o poder legislativo alemão se transformou numa organização criminosa e em como "a vida pública foi gradualmente dominada por um aparelho burocrático indiferente ao atropelo dos direitos humanos com a comunidade a colaborar de boa mente no processo [...], e alerta-nos para "o desfecho inevitável da pretensão de excluir determinados membros da sociedade, mediante abusos sistemáticos da interpretação da lei, susceptíveis de ocorrerem em qualquer país do Ocidente".

 

Uma semana depois de Jeff Sessions, secretário da Justiça norte-americano, citar a Bíblia para legitimar as políticas de imigração da administração Trump e a separação de filhos dos pais, temos o país de André Biss de "Como Foi Salvo Um Milhão de Judeus", governado por Viktor Orbán, com assento no Parlamento Europeu na bancada do Partido Popular Europeu, do PSD e CDS, no dia Mundial dos Refugiados a aprovar um pacote legislativo que torna crime prestar auxílio a quem entre no país sem documentos legais e criminaliza os sem-abrigo.

 

Onde é que falhámos todos, individualmente e como comunidade, 70 anos passados sobre a derrota do nazismo e do fascismo? Foi no não contar, no não falar, no não passar a memória.

 

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||| Miklós Horthy

por josé simões, em 21.09.15

 

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"Estão a invadir-nos. Não estão apenas a bater à porta, estão deitar a porta a baixo para cima de nós. As nossas fronteiras estão em perigo, a nossa forma de vida é construída com base no respeito pela lei. A Hungria e toda a Europa estão em perigo".

 

 

 

 

||| O Governo da Hungria a "declarar guerra" é já um clássico

por josé simões, em 26.08.15

 

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«Governo da Hungria declara guerra aos imigrantes»


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