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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Como funcionam as fake news

por josé simões, em 22.08.20

 

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"1. Um vídeo foi removido do Facebook e do Instagram por violar direitos de autor.

2. Alguém diz a um site que foi removido por denúncias de racismo

3. Dirigentes do CDS e outros partidos dizem que o “politicamente correto” está a ficar insuportável e apelam à partilha do vídeo.

4. Muitas pessoas partilham o vídeo indignadas e acreditando que o “anti-racismo” censurou o vídeo.

5. São assim os nossos dias... tantas indignações de internet e, ao mesmo tempo, tantos problemas reais para resolver.

6. Mesmo depois de saberem que é mentira as pessoas vão manter os seus posts porque a história fundamenta as suas crenças e isso é o mais importante.

 

Aqui o desmentido dos próprios autores"

 

Pedro Morgado no Twitter, via Pedro Sales.

 

 

 

 

||| Fica-lhe bem a sinceridade

por josé simões, em 10.01.14

 

 

 

«O Estado não tem de saber construir navios, nem produzir cervejas, nem gerir empresas do sector das telecomunicações ou reparar aviões». Pois não, tem de saber alisar o terreno, fazer e facilitar "negócios", e nomear administrações deliberadamente incompetentes, ou incompetentes por omissão e ausência, para, no mandato seguinte, vir argumentar que o Estado não só é mau gestor como ainda consegue gerir pior a cousa pública do que a iniciativa privada. «A subconcessão dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC) é uma "opção ideológica"». E fica-lhe bem a sinceridade. E é por isso que há ideologias que são consideradas criminosas mesmo sem dispararem um único tiro ou cometerem actos de tortura sobre os cidadãos, basta-lhe só a opacidade de processos e procedimentos e o "norte magnético" que lhes serve de orientador.

 

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||| José Pedro Rock n’ Roll

por josé simões, em 08.01.14

 

 

 

Há na Radar, passe a publicidade, uma rubrica da autoria do guitarrista dos Xutos & Pontapés, de seu nome "Zé Pedro Rock n’ Roll", e que trata disso mesmo, do rock ‘n' roll, dos excessos, das bandas e do folclore à volta, tudo muito superficialmente porque os 5 minutos antes do sinal horário são curtos.

 

Não tem nada a ver, apesar do Zé Pedro, mas é rock n' roll: reuniões com quem está, reuniões com quem não está, reuniões com quem não devia estar, reuniões porque sim, Grupo BES, escritórios de advogados, soundcheck ao vivo, groupies, roadies, sex & drugs & rock & roll. Também muito superficialmente, porque um mandato de Governo é curto antes das eleições.

 

«Júri da subconcessão dos Estaleiros de Viana não cumpriu código dos contratos públicos»

 

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||| Um caso de polícia?

por josé simões, em 12.12.13

 

 

 

Deve ser a isto que o Rui Rio chama "transferir para o poder judicial coisas que são iminentemente da esfera política".Cheira mal:

 

«Deputado municipal do CDS-PP de Viana denuncia “negociata low-cost” que envolve a subconcessão»

 

«Vou entregar as provas que tenho, de alguns e-mails e sms que recebi, de pessoas e empresas indignadas que concorreram ao processo de reprivatização e que ainda hoje esperam sentadas por alguma informação do Governo»

 

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Não é artista nem escreve no Diário de Notícias

por josé simões, em 03.10.08

 

Não tem conhecimentos no “círculo”; não sabe da existência do “património disponível”. E bem vistas as coisas, até é bom que não saiba para não lhe ver aumentada a angústia.

 

Esta senhora também não tem casa em Lisboa.

 

É que há contentores e contentores.

 

(Foto de Timothy Schenck)