A democracia, segundo Montenegro e Rangel

Neste caso, ninguém defende que Nicolás Maduro volte ao poder na Venezuela
[Trump publica imagem dizendo que é o "presidente interino da Venezuela"]
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Neste caso, ninguém defende que Nicolás Maduro volte ao poder na Venezuela
[Trump publica imagem dizendo que é o "presidente interino da Venezuela"]

O partido que não é putinista e que saudou a chapelada vitória de Maduro nas eleições, "bem como o conjunto das forças progressistas, democráticas e patriotas venezuelanas", enquanto celebrava a derrota do projecto reaccionário, antidemocrático e de abdicação nacional protagonizado pela oposição venezuelana, assiste calado à libertação dos presos políticos. O progressismo, a democracia, o patriotismo chavista tinha prisões políticas. Ele há coisas do caralho!
Quando El Helicoide for declarado Museu da Resistência vai ser geminado com o Forte de Peniche ou com o Aljube da camarada Rita Rato?
[Na imagem a libertação dos presos políticos do Forte de Peniche, Museu Nacional da Resistência e Liberdade]

A capa do esloveno Dnevnik Objektiv
Daqui por muitos anos ainda havemos de andar a tentar perceber por que cargas de água a Academia Real das Ciências da Suécia resolveu cagar um pé todo até ao joelho, deitar por terra todo o prestígio e respeito acumulado, e atribuir a distinção a uma espinha dorsal de plasticina.
María Corina Machado diz que quer partilhar o Prémio Nobel da Paz com Trump
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"O efeito dominó" na primeira página do italiano Il Riformista, exactamente o mesmo argumento usado pelos neocons para justificar a invasão do Iraque. Deu a merda que deu, a começar pelo ISIS de má memória, e que ainda por aí anda. Por cá, nos idos dos blogues, tivemos indigentes inteligentes na "santíssima trindade" + 1 - Blasfémias, 31 da Armada, Insurgente, e Cachimbo de Magritte, a defenderem a racionalidade do argumento, curiosamente os mesmos que hoje aplaudem Trump, pirata das Caraíbas, agora nas televisões em prime time e nas colunas de opinião dos jornais, subiram de rating, replicados por uma horda de acéfalos nas redes com a ajuda do algoritmo. Efeito dominó? Como diz o povo, "levas um pelos beiços que até ficas a fazer dominó para os dois lados", deve ser isto.
J. D. Vance, vice-presidente, em teoria a segunda figura da administração logo a seguir a Donald Trump, não só não estava presente na apresentação do rescaldo ao rapto de Nicolás Maduro, como desde então tem andado "desaparecido" dos holofotes, cabendo a Marco Rubio, secretário de Estado, descendente de cubanos, todo o protagonismo, desde a explicação do plano para o day after na Venezuela, passando pelo futuro de Cuba, até à nova interpretação do que é o "Direito Internacional". O pós Donald Trump começa a ficar interessante.
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Uma reunião por videoconferência entre Marcelo, Presidente de abalada, Montenegro, primeiro-ministro com avença suspensa, que andava na estrada em campanha pelo mestre da cunha, Marques Mendes, e Rangel, alegado ministro dos Negócios Estrangeiros, que se calhar ainda não regressou da tomada de posse de Juan Guaidó, para analisar a situação na Venezuela. Como foi ainda antes do dia 6 de Janeiro, Dia de Reis, pode entrar na categoria "Circo de Natal"?
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A invasão da Ucrânia foi "por causa da intensificação da escalada belicista dos Estados Unidos, da NATO e da União Europeia", o rapto de Nicolás Maduro também o foi, assim como o há-de ser uma futura ocupação da Gronelândia pelo amigo 'amaricano'. Trump só quer o petróleo da Venezuela, Putin só quer "desnazificar" a Ucrânia. Dar mau nome à esquerda é isto.
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"Lebensraum". Ano 26 do séc. XXI e andamos nisto, agora à escala global.
Irá Nicolás Maduro ser a primeira vítima dos "Epstein Files"?
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Os últimos dias do Reich, quando Hitler mobilizou velhos e crianças para a defesa de Berlim numa guerra já perdida e com fim anunciado, é o que faz lembrar esta mobilização de Maduro em defesa da Venezuela do "socialismo bolivariano". Ele, que nas últimas eleições não recebeu 4 milhões de votos, alega ter mobilizado 8 milhões de voluntários. Uma anedota.
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Não ganhou Trump, ganhou Corina Machado, admiradora de Trump, amiga de Abascal, Orbán, Marine Le Pen. E se calhar ganhou Trump, a legitimidade que lhe falta para derrubar Maduro, agora que anda a afundar barcos a torto e a direito no Mar das Caraíbas com o pretexto da luta contra o tráfico de droga. E isto não faz de Maduro um gajo porreiro.
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"Strange days have found us, Strange days have tracked us down"
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A administração Trump deportou a mãe para a Venezuela, o pai para o Guantánamo de Bukele em El Salvador, e reteve a filha, de 2 anos, à guarda do Estado norte-americano.
Nicolás Maduro mandou a "primeira-dama", a sua mulher, ao aeroporto de Caracas receber a criança e reteve a mãe no palácio presidencial para um show de propaganda do regime, ao nível de um reality show roskofe.
Os filhos da puta alimentam-se uns aos outros.
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A demonstrator reacts when Molotov cocktails hit the ground in front of security forces during protests against election results after Venezuela's President Nicolas Maduro and his opposition rival Edmundo Gonzalez both claimed victory in Sunday's presidential election, in Puerto La Cruz, Venezuela, July 29. Reuters/ Samir Aponte
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