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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

|| O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 22.06.11

 

 

|| O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 15.07.10

 

 

 

Para justificar a proibição da burqa, recorrer ao mesmo argumento usado pelos mullha’s para a sua imposição – a decência.

 

Só mais uma coisinha (esta é de borla):

 

«tendências de moda que resultam da interacção entre consumidores e estilistas»

 

Toda a moda, sem excepção, nasce nas ruas, criada por “tribos” urbanas e minorias. Só depois, num processo de “pirataria” e corta-e-cola efectuado por estilistas, chega ao grande público. É por isso que um estilista de sucesso é, invariavelmente, um estilista atento.

 

(Imagem, circa 1916. Society Circus. Clowns on a horse Harris & Ewing Collection)

 

 

 


 

|| O Muro

por josé simões, em 17.02.10

 

 

 

A nova versão do “software inteligente” é a opção “block” no Twitter, activada pelos apoiantes de Pedro Passos Coelho. Primeiro um, depois outro, os campeões da liberdade andam a construir um Muro de Berlim na rede, na melhor perspectiva soviética, como protecção aos “ataques” do exterior. Bons indicadores para o que nos espera se um dia Pedro Passos Coelho chegar a líder do PSD.

 

Nota: Twitter não é MSN

 

(February 19, 1964: Sightseers in West Berlin climb onto a bus to look at the newly-built Berlin Wall)

 

 

 

|| Todos “Vestidos de branco”

por josé simões, em 08.02.10

 

 

 

Uma manif. onde «Obviamente, todos [são] pela liberdade” e convocada por quem não sai nem nunca saiu à rua no dia 25 de Abril e assobia para o lado às tropelias de Alberto “bwana da Madeira” João, déspota duma ilha onde o Dia da Liberdade não é assinalado, dá para desconfiar…

 

Ou como dizia o Ti Camolas, cabo-verdiano, imigrante de primeira geração e guarda dum estaleiro de construção civil lá no meu bairro era eu uma criança: “Cada um sabe de si, Deus sabe de todos e cada qual é como evidentemente”.

 

 

 

 

|| Sim ou não a Durão Barroso?

por josé simões, em 12.04.09

 

Com o mesmo título desta posta, escreve hoje no Público o “camarada” das twittadelas Vasco Campilho, um artigo de opinião que é o desenvolvimento de um outro que tinha já tinha sido publicado no seu sítio.

 

Concordando discordo, porque ignora um pormenor que, numas eleições com os níveis mínimos de afluência às urnas como costumam ser as europeias, se arrisca a ser um pormaior.

 

O Vasco ignora (deliberadamente?) o voto flutuante não-alinhado, que é aquele que costuma decidir as vitórias e as derrotas eleitorais, e escreve assim:

 

«(…) o próximo presidente da Comissão Europeia será membro do partido que vencer a nível europeu. O PPE já fez saber, no mês passado, que apoiará a recondução de Durão barroso, caso mantenha a maioria. Também o PSE já afirmou que apresentará um candidato próprio, caso vença as eleições europeias. Para os eleitores europeus, a conclusão não podia ser mais clara: um voto numa lista PPE (em Portugal, PSD ou CDS) é um voto favorável a Durão Barroso; um voto numa lista PSE (em Portugal, PS) é um voto contra Durão Barroso e a favor de um socialista ainda por escolher para presidente da CE.»

 

Acontece que eu - e muitos mais como eu - não tendo ainda decidido em quem vou votar nas europeias, uma certeza já tenho: em quem não vou votar. E em quem não vou votar, é na lista do partido cujo secretário-geral declarou publicamente o apoio de Portugal de cujo Governo é primeiro-ministro ao actual presidente da CE, Durão Barroso. O tal da Cimeira das Lajes, amigo lambe-botas de Bush e apoiante da mentira da invasão do Iraque; o tal que virou a cara à luta, abandonou o Governo e o país e deu de frosques para Bruxelas; aquele  que tem vergonha das suas origens e nunca discursa em português e nem no seu site a língua mãe usa.

 

Pode parecer uma contradição, (- votos no PS = + hipóteses ao PSD) mas é assim mesmo que funciona. É uma questão de princípio(s). E Sócrates deu uma ajuda importante na decisão.

 

(Imagem de Jeffrey R Werner via Guardian)