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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Memória do Mundo

por josé simões, em 31.10.17

 

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O Comité Consultivo Internacional da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura [UNESCO] anunciou ter recomendado a inscrição dos livros de vistos concedidos pelo cônsul português em Bordéus, Aristides de Sousa Mendes no registo da Memória do Mundo.

 

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||| Pode a oposição fazer uma campanha eleitoral só com cartazes que reproduzam primeiras páginas de jornais?

por josé simões, em 27.06.15

 

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||| É hoje

por josé simões, em 30.04.15

 

Eric Dolphy and John Coltrane, 1961.jpg

 

 

International Jazz Day


[Na imagem Eric Dolphy and John Coltrane, Copenhagen, 1961 by Herb Snitzer]

 

 

 

 

||| 72 anos depois

por josé simões, em 25.02.15

 

Berlin,_Opernplatz,_Bücherverbrennung.jpg

 

 

«Isis militants have reportedly ransacked Mosul library, burning over a hundred thousand rare manuscripts and documents spanning centuries of human learning.


Initial reports said approximately 8,000 books were destroyed by the extremist group.


However, AL RAI’s chief international correspondent Elijah J. Magnier told The Independent that a Mosul library official believes as many as 112, 709 manuscripts and books, some of which were registered on a UNESCO rarities list, are among those lost.»


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||| Mas isso sou eu que vejo política em tudo, claro

por josé simões, em 27.11.14

 

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Justiça poética é o Cante ser declarado património da humanidade precisamente no dia em que morre quem mais ignorou o Alentejo, as suas gentes, a sua cultura e as suas tradições. Mas isso sou eu que vejo política em tudo, claro.

 

 

 

 

||| O mundo é um sítio pequeno e as pessoas não são postes, estáticos, espetados no chão

por josé simões, em 27.11.14

 

 

 

e muito antes da lengalenga neoliberal da mobilidade e do incentivo à mobilidade;
e porque as coisas acontecem porque têm de acontecer e não por incentivo superior estatal, do Estado administrado por quem abomina o Estado por decidir superiormente da vida das pessoas;
e eu que nasci e sempre vivi em Setúbal e não falo charroco só porque não quero nem me apetece, porque sei o abecedário todo, fui criado a ouvir isto;
e porque estas coisas não têm nada a ver com cantar mas com trabalhar e sofrer e lutar e com consciência social e por passar a mensagem contra a lengalenga neoliberal da mobilidade;
e porque ainda hoje fico com pele de galinha de cada vez que oiço;
viva!


«O cante do Alentejo já é património mundial e UNESCO chamou-lhe "exemplar"»

 

 

 

 

|| Não há dinheiro para nada

por josé simões, em 23.08.12

 

 

 

E tem de haver equidade na repartição dos sacrifícios e ignorar o memorando de entendimento ir mais além do que a troika e enganar os estrangeiros e o cidadão-contribuinte indígena.

 

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|| Está na massa do sangue

por josé simões, em 27.11.11

 

 

 

Numa madrugada de chuva miudinha, botas da tropa e blusão preto de cabedal, cabelo à último dos moicanos, às 7 de uma manhã numa rua esconsa de Málaga, de um primeiro andar de janelas escancaradas, saía alto e bom som a voz de Amália Rodrigues e as guitarras, meu Deus as guitarras, de Uma Casa Portuguesa, a tomarem conta da cidade e a deixar-me com todos os cabelos do corpo eriçados.

 

Estávamos no início dos anos oitenta e estava a ressaca da new wave a começar, depois de, com o punk, já termos destruído tudo e renegado tudo o que estava para trás. Foi o reset e, num click, a questão de gostar ou não gostar deixou de ser. Está na massa do sangue, é nosso, não há como fugir-lhe. Yesssss!

 

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|| O Retiro do Alexandrino

por josé simões, em 21.11.11

 

 

 

Isso e a lide a cavalo e a pega de caras e a renda de bilros.

 

«Recordo agora com saudade, Os calhamaços que eu lia, Os professores da faculdade, E a mesa da anatomia lai-lai-lai…»

 

 

 

 

 

 

|| Uma besta com bê grande

por josé simões, em 01.01.11

 

 

 

 

 

 

|| Die Bücherverbrennung

por josé simões, em 22.09.09

 

 

 

Poucos meses depois da chegada de Adolf Hitler ao poder são organizadas em várias cidades alemãs gigantescas queimadas de livros entre os dias 10 de Maio e 21 de Junho de 1933. É a Bücherverbrennung.

 

No dia 21 de Setembro de 2009 o embaixador português na UNESCO, Manuel Maria Carrilho, contrariando as orientações do ministro dos Negócios Estrangeiros Luís Amado, recusou votar em Farouk Hosny, candidato egípcio ao cargo de secretário-geral da organização, «acusado de praticar abertamente a censura no seu país, e que ainda recentemente afirmou que queimaria pessoalmente todos os livros israelitas que encontrasse na Biblioteca de Alexandria».

 

No dia 1 de Setembro de 2009, Luís Amado, ministro dos Negócios Estrangeiros, assiste em Tripoli «às comemorações do 40º aniversário da Revolução do Grande Al-Fateh», com a chegada ao poder do ditador-terrorista-reabilitado Muammar Khadafi, e leva consigo a Força Aérea Portuguesa para participar no desfile comemorativo.

 

Tão simples quanto isso.

 

 

 

Vale tudo!

por josé simões, em 03.03.08
Na melhor tradição de Mao, muda-se o povo; elimina-se o povo, se preciso for. O povo, esse empecilho.Património da Humanidade, sem humanos:
 
'They are like bandits'
 
“The Chinese authorities hope that the shrine at Wutai Shan will be considered for designation as a Unesco world heritage site. Local residents, however, claim they have been forced from their homes and relocated away from their livelihoods in preparation for the bid”
 
Ver video reportagem aqui