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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

O Vladimir Vladimirovitch agradece

por josé simões, em 28.06.22

 

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A quantidade de jornalistas e analistas e comentadeiros e paineleiros em todas as rádios e televisões que no minuto seguinte ao bombardeamento cobarde e criminoso de um centro comercial se apressaram a desculpar e a arranjar justificação para o terrorismo programado de Putin, "foi um erro", "foi uma falha de cálculo", "alguma coisa deve ter acontecido", "as coordenadas do verdadeiro alvo estavam erradas", "ali a poucos metros há não sei o quê", "a fábrica ao lado trabalha para o exército", "rebeubeu, pardais ao ninho", seguido da mesma lengalenga na imprensa escrita um dia depois, depois de quatro meses a ver barbaridades a cores e em directo que só conhecíamos a preto-e-branco e em diferido dos documentários da II Guerra Mundial e  a ver um boneco vestido de verde com uma ecrã atrás a debitar propaganda e a "alta precisão" dos mísseis russos. A papagaios deste calibre o Vladimir Vladimirovitch agradece.

 

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Não ter a puta da vergonha na cara é isto

por josé simões, em 26.06.22

 

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Jerónimo de Sousa e o PCP, que tomam parte na questão Palestina, não toma parte na invasão da Ucrânia pela Rússia, numa manif convocada "pela paz no mundo, contra a guerra" em situação de guerra na Ucrânia, com a Palestina ao barulho no caderno de encargos. Depois dos "não sou de esquerda nem de direita" e que invariavelmente acabam alinhados ao lado da extrema-direita, temos agora os sonsos que não tomam partido na guerra e que mais não fazem que alinhar ao lado de Putin e do fascismo russo. Não ter a puta da vergonha na cara é isto.

 

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Stolen Lives

por josé simões, em 22.06.22

 

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Ukrainian Artist Shows the Horror of War Through Her Own Feelings

 

 

 

 

Jornalismo e propaganda, propaganda e jornalismo

por josé simões, em 22.06.22

 

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O fotojornalista ucraniano Maks Levin, cujo corpo sem vida foi encontrado em abril, a 20 quilómetros a norte de Kiev, foi "executado a sangue-frio" por tropas russas, avançou a organização não-governamental (ONG) Repórteres Sem Fronteiras (RSF).

 

 

Em cima o print screen da conta da superstar trauliteira do PCP no Twitter no elogio ao propagandista luso às ordens de Putin com a capa de "jornalista", aquele que acha, diz e escreve, que o 25 de Abril tem dono e que o PS é inimigo da revolução, seguido da notícia da execução a sangue-frio pelas tropas russas do fotojornalista Marks Levin. "a cobrir uma zona de guerra. Mas mesmo na zona de guerra". O PCP que diz não apoiar e invasão russa da Ucrânia, até porque não há invasão coisíssima nenhuma, é uma "operação", magister dixit pela boca de Jerónimo de Sousa, o PCP indignado com o ataque à liberdade de expressão e de imprensa que foi a proibição em espaço da União Europeia das agências de propaganda russas Sputnik e Russia Today, o PCP de onde não sai um pio sobre a proibição da Novaya Gazeta pelo regime de Putin nem sobre os jornalistas que caem como pardais a mando do Kremlin. É a diferença entre jornalismo e propaganda e propaganda e jornalismo numa zona de guerra. Mas mesmo na zona de guerra,

 

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A Room With a View

por josé simões, em 19.06.22

 

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Resident Nataliia Prykhodko looks out from her burnt-out apartment in Irpin after coming back to Ukraine, which she and her 17-year-old daughter left as refugees in February, outside Kyiv, June 9. Reuters/ Marko Djurica

 

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O último a saber

por josé simões, em 17.06.22

 

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António Costa, aquele que ia ter uma carreira brilhante na Europa - "the future's so bright, i gotta wear shades", o que até mereceu raspanete de Marcelo, em tom de ameaça, no dia da tomada de posse do Governo, que anda desde a visita de Ursula von der Leyen a Kyiv a esvaziar expectativas ucranianas sobre a adesão à União Europeia, que não são favas contadas e coise, soube da visita de médico de Draghi, Macron e Scholz a Zelensky como todos os portugueses que vão a Bruxelas tirar fotos ao lado do Atomium, pela televisão, e pela televisão viu a presidente da Comissão Europeia dizer que a entrada da Ucrânia no clube é schnell, schnell. Agora só lhe resta ficar isolado no fica pé, ou engolir um sapo e dizer que o que disse não foi exactamente aquilo que toda a gente ouviu dizer. Como diria Mark Twain, "as notícias da importância europeia de António Costa eram manifestamente exageradas".

 

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Think

por josé simões, em 16.06.22

 

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France's President Emmanuel Macron, Italian Prime Minister Mario Draghi and German Chancellor Olaf Scholz visit Irpin, Ukraine. Ludovic Marin/ Pool via Reuters

 

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Pride and Love

por josé simões, em 16.06.22

 

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War, What Is It Good for? Absolutely Nothing. Capítulo 45

por josé simões, em 15.06.22

 

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Ukrainian photographer creates stark graduation portraits in Chernihiv ruins

 

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Life During Wartime

por josé simões, em 14.06.22

 

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Local residents ride bicycles in front of the shelled building of the Kharkiv Region State Administration in Kharkiv, Ukraine, June 11, 2022. Reuters/ Ivan Alvarado

 

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Run like hell

por josé simões, em 13.06.22

 

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In the city of Lysychansk at the eastern Ukrainian region of Donbas on June 7, 2022. Aris Messinis

 

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Desnazificar o PCP

por josé simões, em 12.06.22

 

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"a Ucrânia e o poder ali instalado" [...] que não pode ser dissociado "do golpe de Estado de 2014, protagonizado por grupos fascistas" julgou um soldado russo - a potência agressora e invasora, que confessou o assassínio de um cidadão ucraniano num julgamento aberto, assistido e acompanhado pelo media e organizações internacionais, de onde resultou uma condenação a prisão perpétua, decisão passível de recurso pelo condenado; por comparação com os três soldados - dois britânicos, casados com ucranianas, a viverem há décadas na Ucrânia, soldados do exército ucraniano, condenados à morte por atentarem contra a ordem constitucional de uma república separatista - fomentada e armada pela Rússia, que só a Rússia reconhece, a Rússia que invadiu a Ucrânia ao arrepio do direito internacional, num julgamento à porta fechada, do qual não se conhecem detalhes, com pena definitiva, sem direito a recurso, uma região onde desde 2014 se dão sucessivas "fracturas e divisões, por perseguições, pela discriminação e negação de direitos fundamentais e de cidadania de populações" pelas tropas pró Kremlin num regime imposto, cuja acção violenta tem sido sistematicamente denunciada por organizações não governamentais independentes e pela ONU.

 

É urgente desnazificar o PCP.

 

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O vómito

por josé simões, em 08.06.22

 

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Comunicado do Comité Central do PCP de 5 e 6 de Junho de 2022

 

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O partido dos sonsos

por josé simões, em 07.06.22

 

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O PCP não defende que a Rússia ponha fim à invasão da Ucrânia, retire para dentro de fronteiras e pare de desestabilizar a vizinhança com o fomento de pseudo repúblicas secessionistas no Donetsk e Lugansk, na Transnístria, na Abecásia e Ossétia do Sul, e no Nagorno-Karabakh, não. O PCP defende o fim das sanções à Rússia por estarem a castigar os portugueses, aplicadas por a Rússia, ao arrepio do direito internacional, ter invadido a Ucrânia e castigado os ucranianos, porque sim e por limpar o rabo a um ror de coisas que o PCP papagueia nas televisões, desde o direito dos povos à autodeterminação e independência à carta da ONU passando pela Acta Final de Helsínquia. O partido dos sonsos.

 

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Waiting for the sun

por josé simões, em 06.06.22

 

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In the cities of Lysychansk and Droujkivka during shelling and after a missile strike at the eastern Ukrainian region of Donbas on June 5, 2022.

 

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