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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Dupond et Dupont

por josé simões, em 13.11.20

 

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Partindo do princípio que não é a mesma pessoa quem administra duas contas Twitter de dois líderes de dois partidos políticos diferentes, ou o Ventas do Chaga se dedicou a gozar com o ex-camarada de partido Rui Rio e Rui Rio perdeu o respeito por si próprio e, por consequência, perdeu o respeito dos eleitores, ou isto também faz parte da posição concertada à socapa...

 

 

 

 

A banalização da extrema-direita

por josé simões, em 09.11.20

 

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"Voltando a este lado do atlântico, temos a insistência de que qualquer entendimento com o Chega, que há meses aderiu oficialmente à família política europeia de Le Pen, Salvini e Wilders, é tão condenável como entendimentos com BE e PCP, que serão tão ou mais extremistas que este.

 

Esta banalização da extrema-direita, além de indecente e absurda, ignora a história política e legislativa do PSD, que foi acordando e aprovando com o PCP múltiplos diplomas que hoje moldam a nossa sociedade. A começar pela Constituição da República, aprovada por ambos em 1976.

 

A lista é extensa e abarca várias matérias, legislaturas e lideranças. PSD e PCP aprovaram juntos a Lei de Bases do Sistema Educativo (votada em 1986), a Lei-Quadro da Educação Pré-escolar (1996) e a Lei sobre a Investigação Científica e Desenvolvimento Tecnológico (1988).

 

Aprovaram a Lei de Bases do Ambiente (1987) e a Lei de Bases da Política Florestal (1996). Votaram favoravelmente ambos a Lei-Quadro dos Museus (2004), a Lei de Bases do Voluntariado (1998) e Lei de Bases da Economia social (2013). Aprovaram o Estatuto do Cuidador Informal (2019).

 

Votaram a favor das leis da educação sexual e planeamento familiar e da protecção da maternidade e da paternidade (1984) e a Lei de Bases dos Cuidados Paliativos (2012). Aprovaram e propuseram conjuntamente a Lei dos direitos e deveres do utente dos serviços de saúde (2014).

 

Foram aprovando e redigindo juntos leis, votos e resoluções fundamentais sobre a transferência de Macau para a China (desde 1987) e sobre a luta pela independência de Timor (desde 1990). Aprovaram ambos a criação da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (1997).

 

PSD e PCP (e BE, a partir da sua eleição) fizeram parte das maiorias que aprovaram a adesão nacional à Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Descriminação contra as Mulheres (1980) e à Convenção de Istambul, que previne e combate a violência doméstica (2013).

 

Aprovaram as Convenção da @ilo (International Labour Organization) sobre a liberdade sindical e a protecção do direito sindical (1977) e a relativa às migrações em condições abusivas e à promoção da igualdade de oportunidade e de tratamento dos trabalhadores emigrantes (1978).

 

Aprovaram juntos as Convenções da ONU dos Direitos das Crianças (1998) e a Convenção Internacional sobre a eliminação de discriminação racial (1982). Aprovaram ambos a Carta Social Europeia (1992) e a Convenção-Quadro Europeia Para a Protecção das Minorias Nacionais (2001).

 

Votaram conjuntamente a favor da adesão de Portugal à Convenção Europeia dos Direitos Humanos (1978). Aprovaram a adesão aos pactos das Nações Unidas referentes aos Direitos Civis e Políticos e aos Direitos Económicos, Sociais e Culturais (1978).

 

PSD e a "extrema-esquerda" fizeram e aprovaram a Lei da Iniciativa legislativa de cidadãos (2003) e a Lei eleitoral para a Assembleia da República (1979). PSD e PCP aprovaram juntos o Estatuto Político-Administrativo da Região Autónoma dos Açores (1980).

 

Muito deste quadro legislativo e constitucional teria a oposição do chega. Naturais, óbvias e saudáveis divergências ideológicas à parte, o PSD sabe que a grande maioria da população vê o PCP e o BE como partidos democratas - o que torna perigosa a equiparação com quem não o é.

 

Dirigentes do PSD vêm agora condenar quem fez legislou com o PCP e BE, procurando desculpar a sua aliança com a extrema-direita. Vêm agora a correr para classificar partidos com quem fizeram a nossa democracia como algo ao mesmo nível de quem preferiria que ela nunca existisse.

 

Hoje, com todos, festeja a derrota de Trump e dos valores que representa. Em 2013, @RuiRioPSD afirmava: “O que me assusta não é o perigo de uma ditadura clássica, o que me assusta é que não vai haver uma revolução como em 1926 e vamos assistindo à degradação lenta da democracia".

 

Não sei como se trava a alegada "degradação lenta da democracia", mas de certeza que não é ao lado de quem defende os valores do regime instaurado em 1926. É ao lado de quem o derrotou e depois o enquadrou em 1976. E o foi construindo. Para melhor."

 

               David Crisóstomo no Twitter

 

 

 

 

Da série "Grandes Primeiras Páginas"

por josé simões, em 01.10.20

 

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The attack on voting: How President Trump’s false claim of voter fraud is being used to disenfranchise Americans

 

A capa do The New York Times Magazine

 

 

 

 

O triunfo da imbecilidade

por josé simões, em 14.09.20

 

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Publico no Twitter duas fotos de Angelos Tzortzinis, "Freelance Photographer, contributor AFP, Time's best Wire Photographer of 2015" com a legenda original "Greek riot police fire tear gas at Lesbos migrants" e recebo um comentário "what kind of parent brings their children into that sort of environment. Stupid mother, using their children this way. As a parent, knowing that this has traumatised those kids, I want to shake the mom. Idiot." e isto, não explicando tudo, ajuda a perceber porque é que Trump e Bolsonaro são presidentes e o Ventas do Chaga é eleito deputado da Nação.

 

 

 

 

Se o Chega fosse Governo

por josé simões, em 03.09.20

 

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"Para mim, é pessoal. Se o Chega fosse Governo, eu seria proibido de exercer cargos públicos. Não poderia fazer parte de uma organização sindical, que seria proibida.

 

O meu casamento seria anulado. Seria proibido de adoptar. Seriam eliminadas quaisquer normas que protejam especificamente mulheres ou qualquer outro grupo.

 

Caso eu pertencesse a outro partido político, este poderia ser ilegalizado, visto o Chega pretender a aprovação de uma nova Constituição sem os limites de revisão material da actual. Viveríamos naquilo a que eles chamam a Quarta República.

 

Se eu tivesse outra cor ou sexo, não poderia desempenhar determinadas funções devido às variáveis genéticas e às diferenças culturais entre famílias. Ainda não é claro se isto me impediria de votar.

 

Se fosse mulher, não existiriam protecções jurídicas pela minha igualdade salarial. Também me seria negado o acesso à contracepção ou à IVG, pois ambas violam o direito à vida.

 

Sob este novo regime, a minha cidadania - bem como outros direitos - poderia ser-me retirada, visto eu ter de “merecer” os meus direitos enquanto cidadão português. Estas ponderações baseiam-se no Direito Natural.

 

Teríamos de tirar a minha mãe do lar onde ela reside, porque a Segurança Social não pagaria a sua prestação. O meu pai ficaria sem a sua reforma, porque essa já não seria uma função do Estado.

 

O meu irmão não poderia ter acesso a uma educação tendencialmente gratuita, porque essa já não seria uma função do Estado. Se eu ficasse desempregado, não receberia subsídio de desemprego pela mesma lógica.

 

Falando de desemprego, este seria totalmente liberalizado, visto o meu empregador ter total liberdade contratual face a mim enquanto trabalhador. Em teoria, qualquer empregador poderia criar um contrato sem garantias laborais rigorosamente nenhumas.

 

As funções do Estado seriam - paradoxalmente - apenas as que o mercado livre não assegure, mas igualmente concedidas numa lógica de competitividade e lucro, como os privados. A função redistributiva do Estado desapareceria.

 

A habitação social seria eliminada. A educação pública seria progressivamente subfinanciada em preferência da privada. O SNS seria privatizado.

 

Embora o Estado assegure estas funções apenas quando não existam privados que as assegurem, terei de as pagar como um utilizador privado, sem direito a qualquer subsídio ou moderação dos preços dos serviços. P. ex., as taxas moderadoras do SNS mudariam para preços de custo.

 

Os serviços públicos não receberiam quaisquer compensações pelos seus encargos com os contribuintes; ao invés, quando houvesse lugar a subsídios (algo que tb é paradoxal face ao ponto anterior), estes seriam entregues directamente ao contribuinte.

 

No caso de quaisquer litígios com o Estado, os tribunais administrativos seriam extintos. A pena de prisão perpétua seria uma pena possível. Os crimes de ódio desapareceriam da legislação penal. Os recursos para o TEDH não seriam admissíveis.

 

Quaisquer referências ao Islão na educação pública seriam proibidas. Os muçulmanos poderiam ser livremente expulsos do país por “suspeitas de radicalismo”. O facto de um migrante entrar ilegalmente em Portugal tornaria impossível q legalizasse a situação (bye bye non-refoulement)

 

A perda da nacionalidade adquirida seria uma pena acessória obrigatória para quaisquer crimes de violência contra terceiros. As organizações de “protecção humanitária” seriam abolidas.

 

Os professores poderiam utilizar quaisquer métodos à sua disposição para recuperar a sua “autoridade” perante os alunos, incluindo a violência física. Os sistemas de bolsas de estudo seriam apenas em função do mérito e não da necessidade.

 

As penas criminais seriam aplicadas imediatamente nos seus máximos, independentemente de históricos criminais ou “pequenos delitos”. Comportamentos como o consumo de drogas leves seriam repenalizados.

 

As relações externas de Portugal teriam de ter como base “heranças culturais” partilhadas (ou repudiadas) com os outros países. A nossa relação com a UE mudaria para a proposta pelo Grupo de Visegrado.

 

Apenas poderia imigrar para Portugal caso pudesse identificar um antepassado neste país. Não é claro quão antigo este antepassado poderia ser, e se teria de ser branco para o requerer.

 

Recuso-me a chafurdar mais na lama, mas tudo isto são propostas concretas presentes na declaração de princípios do Chega.

 

É pessoal para mim; mas é pessoal para todos nós. Votar no Chega é votar por uma ditadura e votar por algo que se assemelha - e muito - ao Estado Novo. Com isto, façam o que a vossa consciência vos disser.

 

Mas quando os vossos pais, irmãos, primos, amigos, colegas, disserem que o gajo “diz muitas verdades”, saquem das propostas. Porque ninguém as lê e ninguém as conhece, apesar de serem públicas. E apesar de serem pessoais até com quem diz que o gajo “diz muitas verdades”."

 

Afonso no Twitter

 

["Cadetes" da Mocidade Portuguesa na imagem]

 

 

 

 

O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 20.07.20

 

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We are United in our effort to defeat the Invisible China Virus, and many people say that it is Patriotic to wear a face mask when you can’t socially distance. There is nobody more Patriotic than me, your favorite President!

 

Donald Trump no Twitter

 

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"Quanto mais tabaixas mais o cu taparece" *

por josé simões, em 03.07.20

 

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Da indigência: quando o primeiro-ministro de um país soberano e com quase 900 anos de história vem para o Twitter lastimar-se da dependência do fluxo turístico massivo com origem na mesma latitude e não se coíbe de misturar alhos com bugalhos, o Algarve com a United Kingdom. O cu das calças e a Feira de Castro. A Inglaterra e Lisboa?

 

[Expressão alentejana no título do post]

 

 

 

 

O Brasil actual explicado num tweet

por josé simões, em 16.06.20

 

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Você entra no hospital com resfriado, eles dizem que vc está com suspeita de comunavírus; tomam seu celular, cortam sua comunicação com a família, entubam você, te cortam todinho, e depois te matam pra tirar seus órgãos. Em seguida, ligam pra família e comunicam: morreu de Covid!

 

O Movimento Direita Inteligente no Twitter, conta seguida pela conta oficial do presidente Jair Bolsonaro.

 

 

 

 

"Manifestações de esquerda"

por josé simões, em 08.06.20

 

 

 

"Qual será o critério para o Governo permitir ajuntamentos? Funerais, futebol, missas, discotecas, desporto em geral, não! Comícios e manifestações de esquerda, sim! Esperemos que o vírus entenda aquilo que mais ninguém consegue entender."

 

Qual será o critério de Rui Rio para meter uma manifestação contra o racismo no saco das "manifestações de esquerda"?

 

 

 

 

Demolindo o homem

por josé simões, em 19.05.20

 

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Em pouco mais de uma década passámos dos blogues com textos tamanho do Antigo Testamento, e sem imagem, para os blogues de texto minimal, como o Cortex Frontal de Medeiros Ferreira, por exemplo, ou com uma imagem forte que diz tanto ou mais que o texto, como este, também por exemplo. Daí para o Twitter em 140 caracteres, e da "revolta" que foi quando lhe dobraram o tamanho para 240, e agora para o Instagram, quase sem palavra escrita e com meia dúzia de hastags. Qualquer dia agarrar numa caneta e escrever vai ser uma excentricidade, tipo [*] quando no futuro descongelaram o Stalone para dar caça ao Snipes e só ele sabia conduzir um carro, para grande espanto da Bullock.

 

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[*] A geração do "tipo", esta, sucedeu à geração do "é assim" que, por sua vez, era descendente da geração do "tás a ver?". E isto nem merece conversa.

 

 

 

 

Os discípulos de Goebbels

por josé simões, em 08.05.20

 

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Este é o gráfico posto a circular nas redes pelos minions do Ventas, à parte a "Pitágora & Sondagens PT" não existir, um peru menor, como diz o povo, as pessoas olham e vêm um gráfico impressionante, o Chaga como terceira força política, a morder os calcanhares ao PSD, a deixar lá bem no fundo da rua o CDS do Chicão, apesar dos esforços suados do Nuno Melo. O tipo [typography] com o dobro do tamanho do dos outros partidos políticos para encher o olho e tapar o cérebro, impactante, impressionante. Ninguém se dá ao trabalho de mais nada que não partilhar este fenómeno da política. Missão cumprida, a dos minions. Só que depois fazemos as contas e são 22 + 20 + 5 + 4 + 3 + 2 + 1 + 1= 58 deputados eleitos pelo distrito de Lisboa que elege... 48 deputados, menos 10. Até a Wikipédia sabe. Missão cumprida, a dos minions, discípulos de Goebbels.

 

Adenda: Uma sondagem sem indecisos, nulos, brancos, abstenção, ou não sabe/ não responde. Todo o eleitor em idade de votar, vota. Há que dar valor a tamanha capacidade de mobilização do eleitorado.

 

 

 

 

Os pregoeiros da agenda da direira radical nos media

por josé simões, em 05.04.20

 

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O João, no seu editorial de hoje [ontem] no Expresso indigna-se por os funcionários do Estado não estarem a contribuir para o sacrifício nacional pois não há um único em lay off com corte de salário (que seria pago pelo mesmo Estado). De quem falará ele?

 

Diz que não é dos 30 569 médicos, nem dos 49 022 enfermeiros. Nem será dos 9 670 técnicos de diagnóstico e terapêutica. Bem como dos 1 962 técnicos superiores de saúde. Também não será dos 51 366 polícias das forças de segurança ou dos 1 548 polícias municipais. Ou dos 2 292 bombeiros.

 

Se bem percebi também não fala dos 136 150 professores dos vários níveis de ensino básico e secundário que continuam a dar aulas à distância e a preparar o que aí vem. Ou dos 15 241 docentes universitários e 10 470 docentes superior politécnico que continuam com aulas não presenciais.

 

Mesmo os políticos nacionais, regionais, locais estarão em overdrive como nunca pelo que também não será desses 2 374 que fala ou sequer dos autarcas que na larga maioria não contam para este totobola pois recebem senhas e não salário.

 

Será que fala dos 157 990 assistentes operacionais/ operário/ auxiliar (aqueles que constituem, no Estado, o grupo com mais infetados) que contém, lá pelo meio, a malta que está nos hospitais, centros de saúde, que nas autarquias continuam a desinfetar ruas e enterrar mortos? Se calhar não.

 

Talvez sejam os 87 448 assistentes técnico/ administrativos bom, mas também nesses os há que estão em teletrabalho a apoiar os 67 965 técnicos superiores que desenham e acodem a empresas e particulares com todas as medidas de exceção.

 

Já sei, são os dirigentes, os 11 107 dirigente intermédios e os 1 713 dirigentes superiores. Mas espera, quem define trabalho, organiza o trabalhado à distância, distribui pessoas para outras áreas críticas neste período? Não também não devem ser esses.

 

Talvez os 5 181 informáticos? Eh pá, também não! Esse andam completamente debaixo de água a tentar que tudo funcione à distância e a trabalhar como nunca. Os 403 diplomatas? Bom, esses anda em roda viva à procura de garantir equipamentos e razoabilidade entre pares.

 

Serão os magistrados, todos os 3 801? Bom, parece que há muitos procesos ainda em curso e muito trabalho acumulado que implica ler, estudar e despachar. Ná. Também não andam a coçar a micose.

 

Estão-se-me a acabar os suspeitos. Mas... serão os 3 441 tipos da investigação científica? Os de biomédicas? Os de economia? Quais? Sim haverá alguns que ficaram em casa mas até esses estão de prevenção e podem ser chamados a qualquer momento como determina o Estado de Emergência.

 

Pois é JVP, provavelmente NUNCA em tempo de paz os mandriões do Estado mandriaram tão pouco. Se calhar NUNCA tantos sentiram o peso e importância de cumprirem e se calhar NUNCA os que eles servem reconheceram tão facilmente quão importante é o seu trabalho para comunidade. Saúde!

 

"Ode a João Vieira Pereira!", Rui Cerdeira Branco no Twitter.

 

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Volfefe Index

por josé simões, em 27.03.20

 

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               Donald Trump no Twitter

 

[Título do post]

 

 

 

 

E quando pensavas que já tinhas visto de tudo...

por josé simões, em 07.02.20

 

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               A conta Twitter de Manuel Linda, bispo do Porto.

 

 

 

 

Alguma coisa devo andar a fazer bem no Twitter...

por josé simões, em 16.01.20

 

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