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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Para memória futura

por josé simões, em 23.07.19

 

 

 

Para memória futura a lista da vergonha com os nomes dos deputados eleitos pelo PSD e pelo CDS, e um pelo PS, que pediram ao ao Tribunal Constitucional a fiscalização de medidas sobre identidade de género no ensino:

 

               Miguel Morgado

               Fernando Negrão

               Nilza de Sena

               Bruno Vitorino

               Maria Luís Albuquerque

               Leonel Costa

               Joel Sá

               António Topa

               Emília Cerqueira

               José Carlos Barros

               Carla Barros

               Luís Leite Ramos

               Hugo Soares

               José Matos Rosa

               Luís Vales

               Filipe Anacoreta Correia

               Carlos Silva

               Cristóvão Crespo

               Emília Santos

               Germana Rocha

               António Costa da Silva

               Conceição Bessa Ruão

               Duarte Pacheco

               Paulo Neves

               Vânia Dias da Silva

               Hélder Amaral

               Sandra Pereira

               João Almeida

               Emídio Guerreiro

               Helga Correia

               Pedro Mota Soares

               Inês Domingos

               Cristóvão Norte

               António Ventura

               Susana Lamas

               Manuel Frexes

               Rui Cruz

               Andreia Neto

               Ilda Araújo Novo

               Isaura Pedro

               Luís Marques Guedes

               Carlos Abreu Amorim

               Carlos Páscoa

               Bruno Coimbra

               Clara Marques Mendes

               Rui Silva

               José António Silva

               Jorge Paulo Oliveira

               Sara Madruga da Costa

               Berta Cabral

               Ricardo Batista Leite

               Amadeu Albergaria

               António Carlos Monteiro

               Liliana Silva

               Fátima Ramos

               Isabel Galriça Neto

               Pedro Roque

               Sérgio Azevedo

               Ana Sofia Bettencourt

               Ana Oliveira

               Patricia Fonseca

               Marco António Costa

               Ulisses Pereira

               Maria das Mercês Borges

               Paulo Rios de Oliveira

               Ângela Guerra

               Regina Bastos

               Firmino Pereira

               Pedro Pinto

               Telmo Correia

               Nuno Serra

               Maurício Marques

               Manuela Tender

               Feliciano Barreiras Duarte

               Duarte Marques

               Pedro do Ó Ramos

               Luís Pedro Pimentel

               Joana Barata Lopes

               João Rebelo

               João Gonçalves Pereira

               Carlos Peixoto

               José de Matos Correia

               Pedro Pimpão

               Álvaro Castelo-Branco

               Miranda Calha

 

[Imagem "Federico Fellini on the set of Satyricon" phorographed by Mary Ellen Mark, 1969]

 

 

 

 

Uma amnistia chamada esquecimento

por josé simões, em 17.07.18

 

 

 

Tribunal Constitucional deixa prescrever multas a partidos e políticos

 

 

 

 

Velhos tiques

por josé simões, em 16.03.17

 

 

 

[Daqui]

 

 

 

 

 

||| Sem emenda, sem vergonha e sem salvação

por josé simões, em 21.01.16

 

Myriam Meloni.jpg

 

 

Os 42 anos de democracia também já têm um tempo e um passado, é o tempo passado da monarquia-republicana dos políticos que lutaram muito contra a ditadura e a opressão, que fizeram muito por Portugal e pelos portugueses, que se esforçaram muito pelo regime democrático e pela consolidação da democracia parlamentar partidária, que deram os melhores anos da vida pelo Estado de direito e por isso devem ser, monetariamente, recompensados e que quando a conversa não lhes interessa sacam do argumento do "populismo" e rematam com o da "demagogia", assim a modos que uma "Lei de Godwin" dos políticos pantomineiros-manhosos.


[Imagem]

 

 

 

 

||| Soror Maria, Pia

por josé simões, em 21.01.16

 

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Diferença entre República e Monarquia, diferença entre serviço público e privilégio. Ou "burro velho não aprende línguas"?


[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

||| "Por acaso foi ideia minha"

por josé simões, em 20.01.16

 

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 "Reposição das subvenções vitalícias: a ideia original foi de Passos"


[Lampadinha na imagem]

 

 

 

 

||| Soror Maria

por josé simões, em 19.01.16

 

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Ética republicana, eu é que sou a verdadeira socialista, doutrina social da igreja, recepções a chefes de Estado estrangeiros com repasto servido em depósitos de velhos, administrados pela indústria da engorda à custa da miséria alheia a expensas do Estado - IPSS's, servido em talheres de prata pagos pelos suspeitos do costume e discos do Frank Zappa.


"Maria de Belém entre os 30 deputados que pediram devolução das subvenções"


"Entre os socialistas subscritores estão dois ministros do actual Governo - João Soares (ministro da Cultura) e Ana Paula Vitorino (ministra do Mar)"


[Imagem]

 

 

 

 

||| O triunfo dos porcos

por josé simões, em 19.01.16

 

vara porcos.jpg

 

 

É legal? É. É constitucional? É. É legal e constitucional mas "tem por base um mistério: quem foram os autores desse pedido de fiscalização?". Porque não basta ser legal e constitucional também é preciso que seja moral, o outro pilar, não escrito, da civilização no Estado de direito. E pior do que ser imoral é os requerentes beneficiários terem a consciência, acobardados no anonimato, do pedido que fizeram e das suas implicações presentes e futuras, no que refere ao capítulo em que todos ficámos catedráticos nestes últimos 4 anos - Economês Sem Mestre, por via do Orçamento do Estado suportado pelo bolso dos contribuintes, e na imagem e credibilidade dos partidos e do sistema parlamentar constitucional. É o triunfo dos porcos não no sentido orwelliano da expressão mas no sentido suíno da mesma.


[Imagem]

 

 

 

 

||| Muda aos 10 e acaba aos 20

por josé simões, em 08.10.15

 

Ramón Masats, Madrid, 1960.jpg

 

 

A direita não radical e da responsabilidade e do "sentido de Estado", na marchinha do balão e arco da governabilidade que enche a boca de democracia leva hoje o 20.º - vigésimo – 20.º chumbo do Tribunal Constitucional. Vinte a zero.


«TC chumba participação do Governo nos acordos colectivos das 35 horas nas autarquias»


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Adenda: O David enumera-os um a um.

 

 

 

 

||| A prova dos noves

por josé simões, em 27.08.15

 

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A verdade é que se as 18 – dezoito – 18 inconstitucionalidades, a contar desde o dia da tomada de posse do Governo PSD/ CDS-PP, tivessem passado, neste momento estávamos na tal ditadura de que Paulo Portas, a inaugurar obra do despesismo socialista, falava há dias para desviar as atenções do ridículo com que se cobriu, o democrata.


«TC chumba possibilidade de secretas acederem a metadados das comunicações»


Noves fora, nada.


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||| Toda a gente faz um esforço para não se rir

por josé simões, em 27.07.15

 

 

 

«a questão que tem que ver com o chamado enriquecimento ilícito não resultou de uma iniciativa do Governo, resultou de uma iniciativa dos deputados da maioria no parlamento»


Uma pessoa leva 4 – quatro – 4 anos a ver Luís Montenegro e Nuno Magalhães, auxiliados por Telmo Correia, nos debates parlamentares a largar deixas para o Governo maquilhadas de interpelações, chegavam a parecer o ponto, o fulano nas peças de teatro, dentro do caixote à frente do palco, e depois os grupos parlamentares têm vida própria e autónoma e até produzem projectos de lei, invariavelmente inconstitucionais. E vão 17 – dezassete – 17.

 

 

 

 

||| Da série "Coisas Verdadeiramente Surpreendentes"

por josé simões, em 03.11.14

 

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Se o Partido Socialista, em "arco da governação", assinasse de cruz, vulgo consenso com o alto patrocínio de S. E. o Presidente da República, as medidas inconstitucionais do Governo de direita Pedro Passos Coelho/ Paulo Portas, só por esse facto elas passavam a constitucionais aos olhos da Tribunal Constitucional na sua interpretação da Constituição da República Portuguesa.


Foi o Partido Socialista que teve uma "posição deslizante e de falta de compromisso" e não a maioria PSD/ CDS-PP que, por cegueira e fanatismo ideológico e desprezo pelo maior partido da oposição, deslizou, derrapou, entrou em slide effect e aquaplaning, para a inconstitucionalidade. Que nome é que se dá a um espécime destes?


«Se o PS tivesse assumido alguns compromissos com o Governo, em especial para a reforma da Segurança Social e para a redução de despesas no Estado, o Tribunal Constitucional não teria chumbado tantas propostas deste Executivo.


Quem o diz é o secretário de Estado Adjunto do ministro Adjunto e do Desenvolvimento Regional, Pedro Lomba [...]»


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||| O Estado de direito na douta interpretação de Pedro Passos Coelho, de cognome O Inconstitucional

por josé simões, em 30.10.14

 

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Apesar do Tribunal Constitucional impor a devolução integral dos cortes salariais da função pública em 2016, Pedro Passos Coelho caso ganhe as eleições volta a propor uma devolução de 20%.


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||| O fundo de verdade da anedota

por josé simões, em 21.08.14

 

 

 

Ia uma fulana, alegremente ao volante do seu carro, a ouvir música do rádio em altos berros quando, subitamente, vê a transmissão interrompida pela informação de trânsito "Senhores automobilistas interrompemos a emissão para informar de que neste momento circula um veículo em contramão na A1" e pensou para com os seus botões "Vai um em contramão?! Vão todos!!!".

 

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||| Portanto, não vai ser a agit-prop do Governo a desmentir a agit-prop do Governo, ou vai?

por josé simões, em 19.08.14

 

 

 

 

Diz que a «agência de notação financeira Fitch entende que a recente decisão do Tribunal Constitucional (TC) não compromete as metas orçamentais para este ano (o objectivo é chegar ao final de 2014 com um défice de 4% do PIB), mas "limita" a flexibilidade orçamental no futuro».

 

E também diz que «contudo, alerta que a decisão de declarar inconstitucionais os cortes salariais em 2016 e em 2018 "limita a flexibilidade orçamental no futuro, embora a redução da dívida dependa, em parte, da capacidade de Portugal manter o seu regresso ao crescimento económico"».

 

E ainda diz mais, diz que «a decisão do TC, […], "reforça a nova visão de que Portugal vai atingir a sua meta orçamental de um défice de 4% do PIB, abaixo dos 4,5% no ano passado"».

 

Portanto não vai ser a agit-prop do Governo a desmentir a agit-prop do Governo [que isto tudo está tudo muito bem, o país está melhor, as pessoas, coitadas, é que têm de aguentar mais um bocado até começarem a ver o dinheiro a sobrar na carteira, a economia abriu-se, as reformas estruturais, blah-blah-blah, o desemprego está a diminuir e a economia a crescer], ou vai?