|| Protecção social
por josé simões, em 10.06.10
A ETA em Espanha e as FARC na Colômbia cobram o “imposto revolucionário”. Já a Máfia e a Camorra italianas cobram, não um “imposto revolucionário”, mas uma “taxa” de protecção, e neste ponto são muito mais honestos na terminologia usada para definir “extorsão” que os “revolucionários” da “libertação nacional”, porque é de protecção que se trata: quem não paga tem o destino traçado...
Os boys with jobs, uma velha-nova categoria de sansegusas que também nos traça o destino, também nos cobra as suas taxas; a Oeste nada de novo. E estão isentos do esforço comum; nada de novo também.
