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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

||| Isto é para rir ou para chorar?

por josé simões, em 12.03.15

 

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O Governo, por interposta pessoa José Cesário, secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, está "muito preocupado" e "a acompanhar a situação" do cidadão português detido preventivamente em Díli, Timor-Leste, por suspeita do crime de branqueamento de capitais, e sem que, até ao momento, tenha sido feita qualquer acusação.


Isto é para rir ou para chorar?


[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

||| Perfil do próximo Presidente da República

por josé simões, em 10.03.15

 

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Ter amigos no Facebook e saber de antemão que, na net, mentir é mortal:


Pelo Facebook o ex-Presidente da República timorense José Ramos-Horta fez saber que «considera uma "falsidade" atribuir a Timor-Leste um papel de relevo no lóbi para a adesão da Guiné Equatorial à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa».

 

 

 

 

||| A história do emigrante português, o melhor trabalhador do mundo

por josé simões, em 05.11.14

 

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Os excelentíssimos senhores magistrados portugueses foram para Timor fazer aquilo que não fazem em Portugal. Mas só porque em Portugal não há corrupção na política, nem nos negócios, nem na administração da cousa pública, nem tampouco promiscuidade entre a política e os negócios e a administração da cousa pública, mas apenas uma coisa, perniciosa,  a que se convencionou chamar de "populismo". Honi soit qui mal y pense.


[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

||| 25 de Abril de 1974 – 25 de Abril de 2014, 40 anos de sons e palavras [23]

por josé simões, em 19.03.14

 

 

 

Hinos e Canções da Revolução do Povo Maubere

 

FRETILIN

 

[LP, vinyl]

 

 

 

 

 

 

|| Do Minho a Timor

por josé simões, em 28.08.12

 

 

 

Há quem se esforce, passe privações, se mate a estudar, para ter como única saída profissional dar aulas a 14 mil kms de casa. E depois há o doutor ministro Miguel Relvas em turismo.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| Vá para fora cá dentro

por josé simões, em 21.05.12

 

 

|| Aos esquecidos

por josé simões, em 17.05.12

 

 

 

Nos 10 anos da independência de Timor, o homem que queria salvar o mundo.

 

 

 

 

 

 

|| Do Minho a Timor

por josé simões, em 01.12.10

 

 

 

 

 

Nem sequer é rei do Minho e já quer ser rei de Timor

 

 

 

 

 

 

 

O Reinado de Xanana

por josé simões, em 07.03.07

 Perante a passividade e complacência de Xanana Gusmão foi peão das suas mais que suspeitas manobras contra o Primeiro-ministro eleito Mari Alkatiri, mesmo que isso implicasse instabilidade e perda da já pouca qualidade de vida da população timorense. Agora Reinado, o major, ganhou asas e tornou-se uma ameaça. Xanana perdeu o controle sobre a personagem que criou. Aguente-se!

 

Ainda houve quem – eu incluído – se questionasse sobre o silêncio e passividade da Igreja Católica em todo este processo de golpe de Estado camuflado; seria por Mari Alkatiri ser muçulmano?

As minhas dúvidas mais se adensaram, depois de em Dezembro do ano passado, em palestra evocativa da Declaração Universal dos Direitos Humanos, promovida pela Ordem dos Advogados no Salão Nobre da Câmara de Setúbal que contou com a presença do Nobel da Paz D. Ximenes Belo, a questão da importância da confissão religiosa de Alkatiri ter sido por mim colocada ao Bispo e perante a resposta “enrolada” que recebi.

 

Há dias atrás foi outro Nobel da Paz, Ramos Horta, a sublinhar as consultas efectuadas à Igreja, numa sondagem de opinião que legitimasse a sua candidatura presidencial.

 

Mas os silêncios e, aparente alheamento da Igreja mantêm-se. Que Reinado já não serve os obscuros interesses de Xanana é dado adquirido. Mas na mais jovem Nação do globo, onde a única autoridade reconhecida por todos é precisamente a Igreja Católica, ao ponto de ser necessário o seu aval para o sucesso de uma candidatura presidencial; fundamental que foi a sua acção na luta contra a ocupação indonésia, este silêncio é ensurdecedor.