Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

"The Land of the Free and the Home of the Brave"

por josé simões, em 10.07.20

 

the_independent.jpg

 

 

 

 

Da série "Grandes Primeiras Páginas"

por josé simões, em 29.08.19

 

the independent.jpg

 

 

               A primeira página do The Independent.

 

 

 

 

O Brexit com um desenho

por josé simões, em 29.08.18

 

The Independent.jpg

 

 

A primeira página do The Independent

 

 

 

 

Tudo como dantes

por josé simões, em 30.08.16

 

the_independent.jpg

 

 

usa_today.jpg

 

 

newyork_times.jpg

 

 

 

 

 

 

 

Guardar

Manhosos e sonsos

por josé simões, em 14.07.16

 

the_independent.jpg

 

 

E se fosse um homem a ocupar o n.º 10 era motivo de comentário e de nota de rodapé a acompanhar o curriculum o facto de não ter filhos? A sonsice numa primeira página manhosa, e nem sequer é o Sun ou o Mail ou o Mirror.

 

 

 

 

||| In Memoriam

por josé simões, em 26.03.16

 

The Independent (2).jpg

 

 

The Independent


1986 – 2016

 

 

 

||| In Memoriam

por josé simões, em 05.03.16

 

Independent.jpg

 

 

O último número da edição em papel do The Independent.

 

 

 

||| Da série "Grandes Primeiras Páginas"

por josé simões, em 18.07.15

 

the independent.jpg

 

 

O fim do The Freedom of Information Act 2000 na primeira página do The Independent

 

 

 

 

||| Da série "Grandes Primeiras Páginas"

por josé simões, em 08.01.15

 

the independent.jpg

 

 

A capa do The Independent

 

 

 

 

||| Da série "Grandes Primeiras Páginas"

por josé simões, em 18.09.14

 

 

 

A primeira página do The Independent, sob um fundo de tempestade e tormenta que se avizinha, por contraponto à primeira página do Telegraph, com um radioso sol nascente como fundo.

 

 

 

 

 

 

 

|| Europa, séc. XXI

por josé simões, em 30.03.13

 

 

 

«The bad guys of this story are not hard to identify. The far-right Golden Dawn party (Chrysi Avgi in Greek) captures votes by using foreign migrants in the same way the Nazis used the Jews: as scapegoats for the frustrations, insecurities and hardships of today's Greek population. They blame Arabs, Asians and Africans (or 'subhumans' as they call them) for their country's dire lot. Accusing them of infecting Greeks with diseases and of turning the centre of Athens into a criminal jungle, young Golden Dawn militants hunt down foreigners in the streets, markets, parks and buses.

 

Golden Dawn are the bad guys, but it is not hard to grasp why they are now the third biggest party in the country, well on their way to becoming the second. At a time of awful confusion and uncertainty, they offer simple solutions to complex problems. Linked to neo-Nazi groups in Germany, they have learnt the populist lessons of the Hitler era. They magnify the danger posed by refugees and present themselves as the only true defenders of the people.

 

Few Greeks are unaware, for example, that there is a Golden Dawn phone number that pensioners can call to get a couple of party thugs to escort them to the bank to collect their monthly cheques, supposedly to provide protection from the dreaded foreign 'criminals'. It is unclear whether such a service actually exists, but it is clever propaganda and it reaches its target audience. Golden Dawn's most recent move was to set up an organisation called 'Doctors With Borders'. It offers, they say, a network of doctors willing to give free consultations – to natives only.»

 

«Return of the far right: Greece's financial crisis has led to a rise in violent attacks on refugees»

 

 

 

 

 

 

|| Coisas que nunca irei perceber

por josé simões, em 16.02.13

 

 

 

Muito resumidamente, o online de conteúdos abertos vive da publicidade, quantas mais visitas o jornal tiver, traduzidas em clickadelas nas notícias, maior será o investimento em publicidade pelas marcas, daí, por exemplo, a chico-espertice do "Continuar a ler o artigo" a que todos os jornais aderiram. Por isso, e na era da partilha de links, com o Facebook e o Twitter, principalmente, aí, com a grande maioria dos leitores online a mover-se em inglês como se move na língua mãe, não se percebe o constante atraso com que os jornais portugueses chegam às notícias. Quando é a Kim Kardashian que apareceu a vender o traseiro não sei em que parte do globo ou a Lady Gaga que estreou uns sapatos novos numa qualquer vernissage a gente encolhe os ombros. Agora quando o Público chega a uma notícia sobre a "Nova Europa" que estamos a incubar, 48 – quarenta e oito – 48 horas e mais de 2 400 partilhas no Twitter de atraso em relação ao The Independent, a gente fica a pensar que há qualquer coisa que não está bem…

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| Da série “Grande Primeiras Páginas”

por josé simões, em 02.09.11

 

 

A primeira página do The Independent de hoje, apenas com duas fotos do anão que governa a França [e não me estou só a referir à estatura física], dá uma lição de política internacional e da submissão do poder político ao poder económico a que, pomposamente, se convencionou chamar realpolitik

 

Havia muitas mais primeiras páginas a fazer com outros anões em outras latitudes.

 

 

 

 

 

 

 

|| Iran erupts as voters back 'the Democrator'

por josé simões, em 14.06.09

 

«A smash in the face, a kick in the balls and Long Live the Democrator.»

 

 

|| The first sister of feminism

por josé simões, em 11.06.09

 

«In 1631, an exhausted 46-year-old woman arrived at the gates of the Vatican. Mary Ward, a Yorkshire-born nun, had walked more than 1,500 miles from her order in present-day Belgium to Rome, knowing that she might end up in prison.»

 

Mais aqui