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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

"Lições de democracia"

por josé simões, em 25.04.20

 

 

 

"O CDS não aceita lições de democracia", by Telmo Correia, o deputado vitalício do CDS no Parlamento. Desde que nos lembramos que vemos o CDS a querer dar lições de democracia aos outros, nomeadamente aos que lutaram pela democracia enquanto o CDS desfrutava da "situação", contra o "reviralho", no Estado Novo.

 

 

 

 

"Qu'ils mangent de la brioche" *

por josé simões, em 18.03.20

 

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Diz-me com quem te preocupas. O problema do CDS não é a quebra brutal de rendimento dos trabalhadores com a entrada em vigor do layoff, não. O problema do CDS, disse-o Telmo Correia no plenário do parlamento que aprovou o "estado de emergência" , é o montante previsto para o layoff ser insuficiente para as empresas. Os trabalhadores perdem poder de compra e ficam com a corda na garganta em regime de layoff? Comam brioche.

 

[Na imagem cartaz do CDS durante o PREC]

 

* Qu'ils mangent de la brioche

 

 

 

 

Na próxima legislatura depois a gente fala, Capítulo IV

por josé simões, em 21.11.19

 

 

 

Enquanto Telmo Correia descia a escadaria de S. Bento para falar com os manifestantes debaixo de uma assobiadela e de uma vaia monumental, nos Passos Perdidos André Ventura falava para a imprensa com uma t-shirt do Movimento Zero vestida antes de fazer o mesmo trajecto, minutos antes feito pelo deputado do CDS, aplaudido pelos manifestantes e aos gritos de "Ventura! Ventura!", para um mini-comício sobre insegurança e autoridade do Estado a pretexto das perguntas dos jornalistas.

 

[Imagem]

 

"Na próxima legislatura depois a gente fala", Capítulo I

"Na próxima legislatura depois a gente fala", Capítulo II

"Na próxima legislatura depois a gente fala", Capítulo III

 

 

 

 

||| É só rir

por josé simões, em 21.06.15

 

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Como é que vão ser os debates/ frente-a-frente entre Pedro Passos Coelho e Paulo Portas, consagrados na nova «Lei que define os princípios que regem a cobertura jornalística das eleições e referendos nacionais», da autoria dos deputados do PSD Luís Montenegro e Carlos Abreu Amorim e dos deputados do CDS Nuno Magalhães e Telmo Correia, aprovada com os votos favoravies do PSD e do CDS e votos contra de toda a oposição e que incluí a chico-espertice de dar a voz a Paulo Portas, via forças políticas com assento parlamentar, ao invés do "líder" da coligação que se apresenta aos eleitores?


[Na imagem "Beija o anel mas não lambuzes se não queres que peça uma factura detalhada com a listagem de todos os sms e se na próxima legislatura não quiseres ir de tuk tuk para a Assembleia da República"]

 

 

 

 

||| E o coise e tal nunca mais!

por josé simões, em 25.04.15

 

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Que tudo não era mais do que um monte de ideias, um alinhavo, nada definitivo ou para levar à letra, foi a desculpa mal-amanhada, encontrada à pressão das reacções da opinião pública e da opinião publicada, para fazer marcha à ré. Pois. Está bem. O grave é que lhes tenha passado pela cabeça e o tenham passado ao papel. Não percebem, fazem-de de burros e ainda é pior a emenda que o soneto. Para memória futura fica que foram os partidos da maioria e o PS – como a generalidade da imprensa o refere, ou os partidos do governo e o Partido Socialista – como aparecia ontem na imprensa espanhola, ou o PS, o PSD e o CDS, por esta ordem – como a SIC abriu os telejornais. Do you know wath i mean? Que sejam os Carlos Abreus Amorins ou os Telmos Correias da vida airada é grave, mas a gente encolhe os ombros, o que é que se há-de fazer se é a raça deles... Que sejam as Ineses Medeiros com assentos e acentos parlamentares sem saber ler nem escrever, na bancada do partido de Mário Soares, que deu o corpo e a alma para que Telmos Correias e Abreus Amorins tenham a liberdade de dizer ao que vêm, é que é grave. Percebem, ou nem por isso?


[Imagem de Alfredo Cunha]

 

 

 

 

||| Da série "Coisas Verdadeiramente Surpreendentes"

por josé simões, em 03.10.14

 

 

 

«O relatório preliminar da comissão parlamentar de inquérito às compras de material militar por Portugal conclui não existir "qualquer prova" ou "indício" de ilegalidades por parte dos "decisores políticos e militares nos concursos"»


[Imagem]

 

 

 

 

||| Portugal à gargalhada. Grande revista à portuguesa

por josé simões, em 07.05.14