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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

|| Qual é o espanto?

por josé simões, em 30.06.13

 

 

 

Como é que alguém que acredita piamente nas virtudes da desregulação total dos mercados e na economia de casino, perdão, na financeirização da economia, resultado lógico do neoliberalismo de que se reclamam, pode ser condenado por professar a sua fé?

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| Dois mil e quatrocentos milhões de euros

por josé simões, em 01.08.11

 

 

 

Ainda há links e streams disponíveis com as declarações de José Sócrates e Teixeira dos Santos sobre a nacionalização do BPN?

 

Ainda há links e streams disponíveis com José Sócrates a “malhar” em Francisco Louçã e no Bloco de Esquerda por causa da nacionalização do BPN?

 

Defender 900 anos de história [e o Estado social]. 

 

(Imagem)

 

 

 

 

 

 

|| Uma imagem vale por mil palavras

por josé simões, em 13.04.11

 

 

 

 

 

E uma boa imagem do país que temos está a passar em “loop” nas televisões desde a hora do almoço, com o FMI a chegar a pé ao Ministério das Finanças enquanto o ministro e secretários de Estado a chegam de Mercedes.

 

(Imagem)

 

 

 

 

 

 

 

|| Ir à Alemanha defender 800 anos de História (Capítulo V)

por josé simões, em 31.03.11

 

 

 

 

 

|| O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 21.03.11

 

 

 

 

 

|| "Equívocos esclarecidos"

por josé simões, em 19.03.11

 

 

 

 

 

Deu para perceber o peso real de António Costa dentro do PS, deu para José Sócrates e Teixeira dos Santos perceberem que tinham metido o pé na poça, deu para o primeiro-ministro fazer mais um número de malabarismo no Parlamento e perder a oportunidade de mostrar uma faceta de humildade humana ao reconhecer que se havia excedido enganado, apesar de saber que nós sabemos que ele sabe o que “está escrito no papel”. Como diria Vasco Santana: Compreendi-te!

 

(Imagem Basil Rathbone in 1939's Son of Frankenstein)

 

 

 

 

 

 

 

|| Andam a gozar com o pagode

por josé simões, em 31.12.10

 

 

 

 

 

Nas vésperas dos 101 anos da “ética republicana” o que quer que essa merda signifique mesmo mesmo antes de abrir o espumante que para o caso deve ser champanhe e ah e tal o Carlos César e os Açores e o Mário Soares que escreve às terças-feiras uma página inteira do Diário de Notícias para não dizer o que podia ser dito em ¼ de página e mais os mercados o que quer que essa merda signifique também que estão à escuta e o Teixeira dos Santos que está no fim da tabela do Top of the Pops dos ministros das Finanças da Europa. Assim mesmo sem vírgulas.

 

«A Segurança Social promoveu todas as chefias, com os aumentos a terem efeitos retroactivos ao início de 2010.»

 

(Em stereo)

 

 

 

 

 

|| Em roda livre

por josé simões, em 02.11.10

 

 

 

 

 

A girl é do PSD mas responde (ou devia responder) perante um boy do PS que responde (ou devia responder) perante a tutela (temporariamente) do PS. O exemplo acabado de 35 – trinta e cinco – 35 anos de governação repartida. Se calhar a culpa ainda é do gonçalvismo…

 

(Geneva Drive na imagem)

 

(Em stereo)

 

 

 

 

 

|| Cenas dos próximos capítulos (vistas por um optimista)

por josé simões, em 17.10.10

 

 

 

 

 

Daqui por meia dúzia de meses chega o PEC IV, porque “algo” (que nunca se saberá o quê, como se fossemos todos burros) correu mal no PEC III, que por sua vez já havia sido necessário porque, algo que nunca se soube o quê (continuamos a ser todos burros), correu mal no PEC II.

 

E o IV Capítulo do PEC vem acompanhado pelo bicho papão FMI e, a União Nacional - com os banqueiros à cabeça e o professor Marcelo a carro-vassoura - que se desdobrou em justificações, apelos, prantos, rezas e mezinhas pela aprovação do Capítulo III, e onde só faltaram as vozes de Oliveira e Costa, Dias Loureiro, e Pinto da Costa, volta à carga outra vez com os mesmíssimos argumentos em defesa da mesmíssima imperiosidade da aprovação do Capítulo IV. Sem tirar nem pôr.

 

(Em strereo)

 

 

 

 

 

|| Nunca houve “O” plano (A, B ou C). Navegar à vista e rota traçada em cima do joelho

por josé simões, em 16.10.10

 

 

 

 

 

A ladainha da “imagem de credibilidade” que é necessário passar para “Os” mercados e para “As” instituições financeiras, rezada nos últimos quinze dias por todas as religiões e seitas num unanimismo que nem a selecção nacional de futebol consegue, resume-se a isto: Orçamento de Estado incompleto entregue quase ao foto finish, e conferência de imprensa adiada para hora incerta.

 

(Imagem)

 

 

 

 

 

 

|| O país dos prodígios

por josé simões, em 09.10.10

 

 

 

 

 

Onde reduzir salários, abonos de família e prestações sociais não causa engulhos de inconstitucionalidade mas proibir a acumulação de pensões de reforma nem por isso.

 

Dizem que o maior jackpot de sempre saiu em Inglaterra mas é mentira. Saiu em Portugal, a uma sociedade formada por Hernâni Lopes, Medina Carreira, Silva Lopes e Cia Ldª.

 

(Dizem por aí que a República fez 100 anos esta semana e que o 25 de Abril já leva 36 longos anos)

 

 

 

 

 

 

|| Da série “Grandes Primeiras Páginas”

por josé simões, em 18.05.10

 

 

 

 

O momento em que aquele senhor com nome de esquentador dá a extrema-unção ao ministro Teixeira dos Santos.

 

(Em stereo)

 

 

 

 

|| O “entalanço”

por josé simões, em 28.04.10

 

 

 

 

Teixeira dos Santos ontem já tinha deixado cair que «“é tempo de o Governo e os partidos, em especial o PSD, se entenderem quanto a isto: há que executar as medidas necessárias”» e hoje os jornais fazem primeira página com José Sócrates e Pedro Passos Coelho. Não sei se era bem isto que o líder do PSD desejava: apanhar o caminho minado e armadilhado e ver o seu nome associado ao “odioso” da questão. Seja como for é uma boa prova de fogo e vamos ver o que é que o homem vale agora que a política está de volta.

 

 

 

|| Qual foi a parte que eu não percebi?!

por josé simões, em 26.04.10

 

 

 

«"ficou acertado que a linha de crédito de 500 milhões de euros, que já fora acordada em 2009, possa ser o mais rapidamente utilizada para efectuar pagamentos a empresas envolvidas em projectos angolanos (…)»

 

 

 

|| Perder uma boa oportunidade para ficar calado

por josé simões, em 11.03.10

 

 

 

Money for the boys é, por exemplo, candidatos autárquicos derrotados nas urnas pelo voto popular, posteriormente nomeados Governadores Civis pelo Governo. Os presidentes de Junta são eleitos, não ocupam o cargo como que por artes mágicas.

 

No centenário da República somos todos muito éticamente republicanos. Somos não somos?

 

(Imagem de autor desconhecido)