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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Next level

por josé simões, em 05.11.18

 

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Antes eram perfis falsos com contas criadas para o efeito numa rede qualquer, agora são fake news com a chancela da carteira de jornalista em televisões ditas de referência.

Muito bem a televisão do militante n.º 1 com a sua conta no Twitter a fabricar fake news [em print screen para memória futura] num título que nada tem nada a ver, antes pelo contrário, com o que o primeiro-ministro diz. CLAP! CLAP! CLAP!

 

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Fake news à portuguesa

por josé simões, em 29.10.18

 

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A televisão do militante n.º 1 teve acesso a documentos onde o director da Polícia Judiciária Militar, agora detido por envolvimento na matrafisga de Tancos, pede ao ministro da Defesa que os geninhos [na gíria nome pelo qual são conhecidos os GNR's] algarvios sejam distinguidos pelos elevados serviços prestados à Pátria no deslindamento do gamanço. O pedido chega ao chefe de gabinete de Azeredo Lopes, ministro da Defesa, que concorda e remete para o seu colega ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, que "assina" por baixo. Entretanto a Judite civil dá conta da tramóia e as assinaturas laudatórias ficam sem efeito. E, perguntamos todos, onde é que está a notícia? Está em que o ministro não só sabia de tudo como foi conivente e ainda teve o topete de louvar os meliantes, quiçá, a televisão do militante n.o 1 não conseguiu descobrir, com a cumplicidade do ministro da Administração Interna.

 

E isto é só o começo. Daqui até ás eleições de 2019 vai haver mais e mais sofisticado. Muito mais.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Voltando ao início...

por josé simões, em 26.10.18

 

 

 

A 9 de Setembro, no encerramento da Universidade de Verão do PSD, Rui Rio pedia celeridade, schnell, schnell, na investigação ao "roubo" de Tancos e dizia que não dizia tudo o que queria dizer e que sabia. Duas semanas passadas, a 25 de Setembro, depois das armas "encontradas" e do "gamanço" deslindado, Rui Rio aparece a dizer que aconteceu tudo exactamente como ele sabia que ia acontecer, que se regressou à normalidade e que folgava por saber que quer a Polícia Judiciária quer o Ministério Público tinham actuado e que tudo está bem quando acaba bem e adiante que se faz tarde.

 

Agora, que parece que vai haver Comissão Parlamentar de Inquérito ao affair Tancos, o líder do PSD vai continuar a dizer que já sabia o que sabia e que não podia dizer e que acabou como sabia que ia acabar ou também vai ser chamado a depor?

 

 

 

 

Halloween

por josé simões, em 12.10.18

 

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O documento/ memorando, que não tem data, nem carimbo, nem assinaturas, foi entregue ao ministro numa reunião que não se realizou. Este ano no Halloween vamos de Major Brazão?

 

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Estava escrito como se ia escrever a narrativa

por josé simões, em 05.10.18

 

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Desmascarada a matrafisga do CSI Tropa Macaca pela Polícia Judiciária civil logo os heróis feijão verde vieram invocar o "interesse nacional" como algo que os tinha movido a pactuar com um ladrão amigo para, de seguida, todos os comentadeiros de serviço ás televisões se apressarem a dizer em uníssono "o interesse nacional? what the fuck?! então o interesse nacional não é definido pelo poder político democrático eleito?" e, rapidamente, mais rápido que a própria sombra, o Major Zero responder ao guião: "mas o ministro sabia". A seguir as televisões do militante n.o 1, SIC e SIC Notícias, antecipam a primeira página do jornal do militante n.º 1, o Expresso, esta semana mais cedo na rua por causa do feriado e mesmo a jeito de ser comentada por toda a gente nos directos do 5 de Outubro, primeira página que há-de ser repetida pelas televisões da militante n.o 1 durante todo o fim-de-semana e até meio da segunda-feira, como se de uma verdade universal se tratasse. Estava escrito como se ia escrever a narrativa e como o Trumpismo vai fazendo o seu caminho por aqui.

 

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Não ter a puta da vergonha na cara é isto

por josé simões, em 25.09.18

 

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O CDS, que nunca disfarçou um ressabiamento latente e recalcado contra a instituição militar responsável pelo estabelecimento poder político democrático, com a cantilena da descolonização mal feita; o CDS que, em quase 50 anos de democracia, nunca foi poder político em Portugal e por isso não tem culpas no cartório da degradação e do estado lastimável a que chegou a instituição militar; o CDS que, em quase 50 anos de democracia, nunca teve a tutela da pasta da Defesa; o CDS que nem nunca sequer teve um dirigente, o líder do partido, envolvido em suspeitas de corrupção com dinheiros públicos da instituição militar e de equipamentos militares, com um arquivamento mal-amanhado em Portugal e condenados estrangeiros no estrangeiro; "CDS propõe comissão parlamentar de inquérito" para com circo na praça pública tentar tirar dividendos políticos de um caso exclusivamente castrense. Não ter a puta da vergonha na cara é isto.

 

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Está tudo dito

por josé simões, em 16.07.18

 

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A páginas tantas, e a propósito do roubo de armamento de um paiol militar em Tancos, diz o Conselheiro de Estado Marques Mendes, na avença semanal que tem na televisão do militante n.º 1 onde desempenha o papel de pantomineiro e que, aos fins-de-semana, reproduz a todas as horas certas a primeira página do jornal do militante n.º 1, que "as pessoas, à mesa do café, as poucas que falam nisto". Está tudo dito. Quem, além da oposição que não a sabe fazer e não tem mais nada por onde pegar, continua preocupado com meia dúzia de granadas e uma caixa de munições a monte?

 

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O sargento Taínha

por josé simões, em 01.11.17

 

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O que o sargento Tainha general Rovisco Duarte nos está a dizer com a  "ligeira discrepância" "perfeitamente compreensível" por o material em causa ser utilizado na instrução, podendo ser registada a sua saída e não ser na realidade consumido por várias razões, como por exemplo atmosféricas, regressando ao paiol,  é que os paióis do exército só têm um sentido, o da saída, e que durante anos, décadas, as munições, balas, granadas, ou lá o que seja, saíram sabe-se lá para onde, para as mãos de quem e bolsos de outrem com a perfeita compreensão duma conveniente ligeira discrepância. Isto no tempo da velha máxima "com a tropa não se brinca" que afinal mais não foi do que a tropa a brincar com isto tudo.

 

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Jornalismo "de referência"

por josé simões, em 01.10.17

 

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Depois das gordas na primeira página o barrete enfiado pelo Expresso aos leitores merece um esconso 4.º ponto em letras miudinhas.

 

 

 

 

E não se fala mais nisso

por josé simões, em 25.09.17

 

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De documento secreto elaborado pelos serviços de informação militares para "o Expresso nunca disse que este relatório é oficial", segundo Pedro dos Santos Guerreiro, director do Expresso, sentado ao lado de Miguel Sousa Tavares e depois de chutar 30 vezes para canto perante a insistência de Clara de Sousa no telejornal da SIC.

 

- O Lima das "escutas a Belém" está de boa saúde e aconselha-se;

- O Expresso tem de fazer pela vidinha para não ser papado pelo Correio da Manha [sem til];

- O Expresso levou a banhada e não quer dar o braço a torcer porque o anonimato é problema que só se coloca nas "redes sociais";

- O Expresso resolveu tomar partido e entrar na campanha eleitoral;

- Saiu o tiro pela culatra ao Expresso;

- Até o Expresso faz maldades a Pedro Passos Coelho

 

Qualquer das hipóteses não é muito abonatória da credibilidade do Expresso.

 

 

 

O cabeça de vento maria-vai-com-as-outras

por josé simões, em 24.09.17

 

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Descontando Pedro Passos Coelho, dos suicídios em Pedrógão Grande, das 64 vítimas que não eram 64 vítimas mas 64 vítimas, do dinheiro dos donativos para as vítimas dos incêndios à guarda das IPSS, Caritas e Misericórdias e com o qual o Governo do PS se andava a abotoar à socapa dos portugueses, ninguém sabe notícias pelo Expresso, mesmo o Presidente da República, ex-jornalista do Expresso. Se calhar porque ninguém quer capitalizar politicamente à custa das desgraças alheias e, na ânsia de ser mais rápido que a própria sombra, enterra o pé em lama até às orelhas.

 

Temos de comprar o Expresso para saber o que se passa no país?

 

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Jornalismo "de referência"

por josé simões, em 24.09.17

 

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5 de Fevereiro de 2011

 

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22 de Setembro de 2017

 

 

 

 

Die Hard with a Vengeance

por josé simões, em 06.07.17

 

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Tancos: Fábrica de notas no Carregado pode estar na mira dos assaltantes

 

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Ficamos todos muito mais descansados

por josé simões, em 03.07.17

 

Zeid Ali, 12, left, and Hodayfa Ali, 11, comfort e

 

 

Porque o jihadismo, quando não fabrica as suas próprias metralhadoras, granadas, armas anti-tanque, etc. , compra-as no mercado regulado e fiscalizado já que as redes internacionais de tráfico de armas não querem nada com semelhante gente.

 

A rede que roubou armamento de guerra em Tancos, na última quarta-feira, estará ligada ao tráfico internacional de armas e não ao jihadismo

 

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Ministro porque sim, II

por josé simões, em 02.07.17

 

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Um gajo e uma gaja que não tenham onde cair mortos vão para ministros, de qualquer coisa, não interessa o quê desde que seja ministro. Ministro porque sim. Não há outra maneira de dizer isto.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

Ministro porque sim, I