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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

A primeira página do dia

por josé simões, em 22.09.18

 

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A primeira página do dia não é a vichyssoise na primeira página do jornal do militante n.º 1 ["Marcelo enganou quase toda a gente], repetida ad nauseam nas televisões do militante n.º 1 [SIC e SIC Notícias] em todos os noticiários a todas as horas certas, apesar de ser desmentida, nem 48 horas eram passadas, por Marques 'moço de recados' Mendes também na televisão do militante n.º 1 ao afirmar taxativamente que não tinha conhecimento de nenhuma decisão sobre a recondução da Procuradora-Geral da República. Toda a gente ouviu e toda a gente fingiu não ter ouvido, o que interessava era o circo do "debate" sobre o nome excluindo o cargo. Não. A notícia do dia é no Portugal de 2018 haver um professor numa universidade prestigiada a nível mundial que continua a dar aulas com base numa lição de 1938, dos pobres pobrezinhos e honrados.

 

 

 

 

Jornalismo, dizem eles

por josé simões, em 26.05.18

 

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Uma coisa é um gajo qualquer mandar umas bocas no Twitter, o pessoal ri-se muito, ou encolhe os ombros, e não se fala mais nisso. Outra coisa completamente diferente é um jornal [ou "jornal"?]. E outra coisa é um "jornal" [ou jornal?] não saber o significado de "abantesma" nem a diferença entre "abantesma" e "abécula".

 

Diz que se vende pouco e cada vez menos e no ano passado até fizeram um congresso de jornalistas para debater a questão e tudo.

 

 

 

 

||| As aventuras de um imbecil como director de um jornal no Portugal do séc. XXI

por josé simões, em 13.03.15

 

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Outro argumento válido, e actual, seria o de escrever que a Marta teve quase tantos namorados quantos os portugueses abrangidos pelo programa dos retornados da emigração do Governo Adjunto, a cargo do Secretário de Estado Adjunto do Ministro Adjunto, e ainda as inumeras possiblidades de tocadilhos manhosos-brejeiros-machistas com o nome da prova de vida de Pedro Lomba.


Adenda: Vou escrever uma carta ao director [old style] a contar da vez que fui com a Marta num elevador [fui mesmo, não é treta].

 

 

 

 

||| Reduzidos à nossa insignificância

por josé simões, em 07.09.14

 

 

 

[Aqui]

 

 

 

 

 

 

|| Da série "Coisas Verdadeiramente Importantes"

por josé simões, em 05.04.13

 

 

 

A primeira página do semanário Sol.

 

 

 

 

 

 

|| Amanhã é outro dia

por josé simões, em 22.03.13

 

 

 

A primeira página do Sol.

 

 

 

 

 

 

|| Eu hoje acordei assim

por josé simões, em 06.12.11

 

 

 

 

 

 

 

|| Jogo Fatal

por josé simões, em 05.12.11

 

 

 

Ainda sou do tempo em que Guilherme Augusto da Silva Pereira [a cara do Fórum Prisões] sob o pseudónimo de Ricardo Nuno, que não era mais do que o nome do seu filho, intrujou o jornalismo-de-referência-há-trinta-e-oito-anos-a-fazer-opinião-aka-o-Expresso com uma falsa entrevista a um elemento das FP25.

 

«O semanário SOL avançará para os tribunais se entender ser essa a única forma de assegurar o seu bom nome e o da jornalista Felícia Cabrita.»

 

Juízo. Ou então [re]vejam House of Games, em português Jogo Fatal, de David Mamet. Está lá tudo.

 

 

 

 

 

 

|| Sem comentários

por josé simões, em 16.02.10

 

 

 

«Por imposição dos accionistas angolanos que controlam a empresa»

 

(Via)

 

 

 

|| Da credibilidade

por josé simões, em 13.02.10

 

 

 

O justiceiro campeão da luta pela transparência na cousa pública contra a corrupção e a promiscuidade entre o poder político o poder económico e o poder judicial e contra a censura e pela liberdade de imprensa e “25 de Abril sempre, fascismo nunca mais!” e agora também campeão de vendas e… na sua edição para Angola «por motivos técnicos (…) apresenta menos duas páginas de noticiário sobre escutas», exactamente aquelas onde aparecem «várias transcrições, nomeadamente as que envolvem Joaquim Oliveira, sócio de Isabel dos Santos na ZON e num canal desportivo».

 

Há coisas fantásticas, não há?

 

(Na imagem capa da revista Eyeful, n.º 6, Junho de 1951)

 

Nota: negrito meu

 

 

 

|| Mixed feelings

por josé simões, em 11.02.10

 

 

 

O Estado de Direito e a liberdade de imprensa e a violação do segredo de justiça.

 

“Não estou de acordo com aquilo que dizeis, mas lutarei até ao fim para que vos seja possível dizê-lo”, Voltaire.

 

 

 

O “inimigo” americano

por josé simões, em 20.03.08

 

Das paisagens mais impressionantes que me foram dadas a ver até hoje; das coisas que mais me marcaram na vida, e que, por muitos anos que viva nunca irei esquecer, foram os quilómetros sulcados de cruzes brancas (algumas estrelas de David à mistura) nas praias da Normandia onde se deram os desembarques no dia D.
 
Milhares de jovens anónimos, provenientes dos locais mais recônditos dos Estados Unidos, e que deixaram para trás toda uma vida que começava, para virem morrer desinteressadamente numa praia da Europa, em defesa da Liberdade e da Democracia, contra a barbárie nazi; num continente, numa Pátria que não era a sua.
 
Muito do que somos hoje como União; muito do que a Europa é hoje como potência, deve-o ao sacrifício e ao sangue desses jovens; e nunca será demais lembrá-lo.
 
Por isso quando vejo os resultados de estudos como este, dou comigo a pensar: “Do que é que se queixam os franceses? Do que é que os franceses andam à procura?
 
“Apesar deste afastamento, a maioria dos europeus é a favor da construção de laços mais fortes com os EUA. Quase dois terços dos Europeus (63%) questionados afirmaram que apoiariam um relacionamento mais próximo entre a Europa e os EUA.
 
Os Alemães (74%) e os Polacos (77%) foram os mais entusiastas. Apenas em França se assistiu a uma maioria do contra (53%).”
 
(Foto via Corriere dela Sera)