Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

#OperaçãoSantanaAoColo, Capítulo II

por josé simões, em 14.07.19

 

sondagem.jpg

 

 

Por alma de quem, por que cargas de água, a que propósito o nome do Doutor Santana Lopes aparece nesta equação?

 

#OperaçãoSantanaAoColo, Capítulo I

 

 

 

 

O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 08.04.19

 

1930s Circus Performer Smiling Clown.jpg

 

 

"Os parâmetros de exigência da sociedade eram outros. A sociedade tolerava alguma coisa que agora já não tolera" e Marques Mendes batia na mulher porque sim e quando lhe apetecia porque entre marido e mulher ninguém metia a colher;

"Os parâmetros de exigência da sociedade eram outros. A sociedade tolerava alguma coisa que agora já não tolera" e Marques Mendes insultava e mandava bocas aos homossexuais com quem se cruzava, na escola, na rua, no trabalho, os paneleiros de merda;

"Os parâmetros de exigência da sociedade eram outros. A sociedade tolerava alguma coisa que agora já não tolera" e Marques Mendes sabia da existência de menores abusados sexualmente, na igreja, na escola, no seio de alguma família e encolhia os ombros, "o que é que se há-de fazer? Pôs-se a jeito...";

"Os parâmetros de exigência da sociedade eram outros. A sociedade tolerava alguma coisa que agora já não tolera" e Marques Mendes também atirava pedradas aos gatos para se divertir e biqueiradas nos cães que encontrava no caminho para casa;

"Os parâmetros de exigência da sociedade eram outros. A sociedade tolerava alguma coisa que agora já não tolera" e Marques Mendes arreava arraiais de porrada nos filhos com a fivela do cinto, quando o Benfica perdia, quando tinham más notas na escola, quando respondiam torto a alguém, porque estava a educar e na educação dos filhos ninguém se mete;

"Os parâmetros de exigência da sociedade eram outros. A sociedade tolerava alguma coisa que agora já não tolera", é isto, não é?

 

"Os parâmetros de exigência da sociedade" estão na personalidade dos indivíduos que constituem e formam  a sociedade e nos valores que nos foram transmitidos pela nossa família e que transmitimos aos nossos filhos.

 

[Imagem]

 

 

 

 

Não ter a puta da vergonha na cara é isto

por josé simões, em 10.03.19

 

 

 

"Não ter um pingo de vergonha na cara, aula prática" é o título no original.

 

 

 

 

A televisão do militante n.o 1

por josé simões, em 04.03.19

 

marques mendes.jpg

 

 

Marques Mendes, na avença semanal na televisão do militante n.o 1, a enganar os portugueses perante o silêncio cúmplice da pivô de plantão ao telejornal [a partir do minuto 04:30].

 

[Aqui]

 

 

 

 

O branqueamento e a promoção do fascismo

por josé simões, em 03.01.19

 

mário machado.jpg

 

 

Dois dias depois de Ricardo Costa, "Jornalista @sic.sapo.pt e @Expresso.sapo.pt Retweets are not endorsements; views are my own" e blah-blah-blah [bio na conta Twitter], ter chamado a atenção para um texto de Mônica Bergamo da Folha de S. Paulo sobre o tratamento abaixo de cão dos jornalistas na tomada de posse de Jair Boldonaro e, tão importante como o texto, "é lerem os comentários que se seguem", [as caixas  de comentários e as redes sociais e o anonimato e a cloaca e o coise, estão a ver?], a TVI convida para o programa da manhã de Luís Goucha o neo-nazi Mário Machado, um criminoso condenado por roubo, coacção agravada, detenção de arma ilegal, danos e ofensa à integridade física qualificada, difamação, ameaça e coacção a uma procuradora da República, homicídio de Alcino Monteiro, o preso em Portugal que mais tempo passou numa prisão de alta segurança, apresentado como o "Nacionalista desde da adolescência, esteve preso por dois anos e meio por escrever um texto na internet a apelar à mobilização dos nacionalistas".

 

Voltando ao início do post, as caixas  de comentários e as redes sociais e o anonimato e a cloaca e o coise e blah-blah-blah, estão a ver [o papel do jornalismo]?

 

 

 

 

Ele há com cada coincidência...

por josé simões, em 27.09.18

 

Pixy Liao.jpg

 

 

A um ano das eleições legislativas uma "centro-campista", "distribuidora de jogo da direita radical na comunicação social, ex deputada do CDS de Paulo Portas, regressa aos ecrãs com um "espaço de análise e comentário" no telejornal com maior audiência na televisão do militante n.º 1. Ele há com cada coincidência...

 

Manuela Moura Guedes vai voltar ao pequeno ecrã com um espaço de comentário no Jornal da Noite da SIC, a partir do próximo dia 8 de outubro

 

[Imagem]

 

 

 

 

Portugal, 2018

por josé simões, em 23.08.18

 

hara-kiri-cover.jpg

 

 

Lamento, mas esta notícia da transferência de Cristina Ferreira da TVI para a SIC, onde vai ganhar mais que o presidente do grupo de comunicação proprietário do canal, diz muito mais de nós, enquanto país e enquanto nação, do que propriamente da luta de audiências entre canais de televisão.

 

[Imagem]

 

 

 

 

Está tudo dito

por josé simões, em 16.07.18

 

lorienstern.jpg

 

 

A páginas tantas, e a propósito do roubo de armamento de um paiol militar em Tancos, diz o Conselheiro de Estado Marques Mendes, na avença semanal que tem na televisão do militante n.º 1 onde desempenha o papel de pantomineiro e que, aos fins-de-semana, reproduz a todas as horas certas a primeira página do jornal do militante n.º 1, que "as pessoas, à mesa do café, as poucas que falam nisto". Está tudo dito. Quem, além da oposição que não a sabe fazer e não tem mais nada por onde pegar, continua preocupado com meia dúzia de granadas e uma caixa de munições a monte?

 

[Imagem]

 

 

 

 

O pantomineiro encartado e o jornalismo de qualidade

por josé simões, em 02.04.18

 

naperon.jpg

 

 

"O Governo aumentou a carga fiscal indirecta, por exemplo, uma pessoa vai ao restaurante e não se apercebe que paga o IVA". Que baixou precisamente na restauração. E Clara de Sousa calada.

 

Sem que ninguém no PSD de Rui Rio lhe dê a ponta de um chavelho de importância e sem que ninguém no Governo da 'Geringonça' lhe chibe aos ouvidos o "exclusivo" para a avença semanal que tem na televisão do militante n.º 1, Marques Mendes, reduzido à sua insignificância, limita-se a fazer o que melhor sabe: inventar, truncar, desinformar. Era dia 1 de Abril.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Da profundidade do comentário político

por josé simões, em 19.03.18

 

Benny_Hill.JPG

 

 

Transmontanos normalmente são boa gente e não fazem malabarismos

 

[Imagem]

 

 

 

 

Na SIC todo o jornalismo começa a ser pardo

por josé simões, em 07.02.18

 

Lost in the Wasteland.jpg

 

 

Nos idos de Novembro do Ano da Graça de 2014 o Esquerda.Net e o Jornal de Negócios, ambos no mesmo dia 7 [aquiaqui respectivamente] fizeram notícia com o graaaaaaande furo jornalístico que ontem, 4 - quatro - 4 anos depois, a SIC nos enfiou casa dentro, com direito a debate na SIC Notícias e tudo, e que terminou com o fantabulástico Zé Gomes a desculpar o Governador do Banco de Portugal, classificando-o de ingénuo, enquanto culpava o ministro Vieira da Silva pela não apresentação de contas do Montepio Geral [mas isso são contas de outro rosário, o rosário da filha da putice] . Era só isto.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

O problema são as "redes sociais"

por josé simões, em 22.10.17

 

smile.jpg

 

 

Acabaram com o Serviço Nacional de Saúde sem avisar ninguém o que obrigou Cristiano Ró-náldo [com dois acentos, como se diz na televisão] a pagar do seu próprio bolso os "cuidados médicos a centenas de feridos dos incêndios".

 

A televisão do militante n.º 1, SIC e SIC Notícias, levou um dia e meio a falar numa manif com "a Praça do Comércio quase cheia", como se fossemos todos cegos.

 

Diz que o problema são as "redes sociais" [o que quer que isso signifique], sem escrutínio e sem o selo de garantia do jornalismo, para desviar para canto que o problema é escrutínio feito ao jornalismo pelas "redes sociais" que incomoda. E muito.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

E não se fala mais nisso

por josé simões, em 25.09.17

 

trapezista.jpg

 

 

De documento secreto elaborado pelos serviços de informação militares para "o Expresso nunca disse que este relatório é oficial", segundo Pedro dos Santos Guerreiro, director do Expresso, sentado ao lado de Miguel Sousa Tavares e depois de chutar 30 vezes para canto perante a insistência de Clara de Sousa no telejornal da SIC.

 

- O Lima das "escutas a Belém" está de boa saúde e aconselha-se;

- O Expresso tem de fazer pela vidinha para não ser papado pelo Correio da Manha [sem til];

- O Expresso levou a banhada e não quer dar o braço a torcer porque o anonimato é problema que só se coloca nas "redes sociais";

- O Expresso resolveu tomar partido e entrar na campanha eleitoral;

- Saiu o tiro pela culatra ao Expresso;

- Até o Expresso faz maldades a Pedro Passos Coelho

 

Qualquer das hipóteses não é muito abonatória da credibilidade do Expresso.

 

 

 

O militante n.o 1 no seu labirinto

por josé simões, em 30.07.17

 

Dickxon Fernando.jpg

 

 

As redes sociais são boas quando usadas pelos avençados do partido do militante n.º 1 para largarem spin, fazerem acções de propaganda e manobras de intoxicação da opinião pública.

As redes sociais são boas para o grupo de comunicação social do militante n.º 1 estar nelas.

As redes sociais são boas para os jornalistas do grupo de comunicação social do militante n.º 1 virem para as redes sociais queixarem-se das redes sociais.

As redes sociais são boas para os órgãos de comunicação social do grupo de comunicação social do militante n.º 1 lucrarem milhões com o clickbait.

As redes sociais são boas para a televisão do militante n.º 1 fazer RT e linkar, de sábado a segunda, notícias saídas no jornal do militante n.º 1.

As redes sociais são boas para o pivô do telejornal noticiar "o movimento nascido nas redes sociais" e o que "o político tal disse nas redes sociais".

As redes sociais são boas, a começar pela "alvorada" dos blogues, porque democratizaram a opinião e, como consequência, a opinião pública deixou de só opinar o que interessava à opinião privada, patrocinadora de fazedores de opinião pagos pelo grupo de comunicação social do militante n.º 1.

 

Redes sociais são usadas para difundir "mentiras e meias verdades"

 

[Imagem]

 

 

 

 

Jornalismo rasca

por josé simões, em 25.07.17

 

SIC Notícias.jpg

 

 

[Clicar na imagem].

Sábado o dia todo, domingo o dia todo, segunda-feira o dia todo, todo o santo dia à roda de uma suposta notícia na primeira página do Expresso de sexta-feira à meia-noite. A todas as horas certas em todos os telejornais "segundo o Expresso", "segundo o Expresso", "segundo o Expresso", "as listas que circulam nas redes sociais", "uma empresária que fez uma investigação". O verdadeiro jornalismo rasca neste momento tem casa no Expresso e na SIC e SIC Notícias, já que o Correio da Manha não tem pretensões a "jornalismo de referência".

 

[Gravação]