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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Notícias da "livre escolha" entre público e privado

por josé simões, em 21.04.20

 

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A televisão do militante n.º 1, aka SIC e SIC Notícias, descobriu que os hospitais privados cobram aos utentes o equipamento de protecção Covid-19 usado pelo pessoal médico. E faz notícia de telejornal com isso e com pessoas da "livre escolha" entre público e privado muito indignadas com mais esta parcela na factura da "saúde negócio". E ficamos sempre sem saber se estas indignações são genuína burrice; se estas indignações são genuína ignorância da máxima "não há almoços grátis"; se estas "manchetes" de telejornal são apenas mais um passo no "processo Correio da Manha em curso" nos canais auto-intitulados de referência; se isto não é só genuína sonsice da televisão do militante n.º 1 a tentar passar a ideia de que público e privado é tudo "a mesma luta".

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Serviço público de televisão

por josé simões, em 09.04.20

 

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Temos Bento Rodrigues, um gajo sóbrio e calmo, com dicção pausada e tom de voz baixo, a apresentar o telejornal da SIC em tempos de pandemia, medo e alarme social. E depois temos José Rodrigues dos Santos na RTP 1, um peixeiro histrionico, aos berros e de olhos esbugalhados, apostado em acagaçar uma plateia. Na televisão pública. Sim senhor.

 

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A comissária política do PSD na Ordem dos Enfermeiros

por josé simões, em 20.09.19

 

"Já viu a nova novela da SIC? Em Nazaré, que estreou esta semana, a actriz Liliana Santos é Cláudia, Enfermeira num centro de dia. Na vida real, Liliana reconhece o papel dos Enfermeiros: "Essa dedicação, essa preocupação, essa isenção de horários, porque quem está doente não tem hora para sentir dor". Descubra quem é a Enfermeira da vida de Liliana e não perca Nazaré, todas as noites na SIC, a primeira novela com uma Enfermeira em papel de destaque.". Por e-mail a todos os enfermeiros e no sítio da Ordem.

 

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Feitas as contas, e com o "IVA à taxa legal", os enfermeiros desembolsaram 44 500 mil euros, sem crowdfunding. Quarenta e quatro mil e quinhentos euros por uma enfermeira protagonista de uma telenovela. Depois se houver auditoria à Ordem é a politização da justiça pelo Governo socialista.

 

[Via]

 

 

 

 

#OperaçãoSantanaAoColo, Capítulo II

por josé simões, em 14.07.19

 

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Por alma de quem, por que cargas de água, a que propósito o nome do Doutor Santana Lopes aparece nesta equação?

 

#OperaçãoSantanaAoColo, Capítulo I

 

 

 

 

O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 08.04.19

 

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"Os parâmetros de exigência da sociedade eram outros. A sociedade tolerava alguma coisa que agora já não tolera" e Marques Mendes batia na mulher porque sim e quando lhe apetecia porque entre marido e mulher ninguém metia a colher;

"Os parâmetros de exigência da sociedade eram outros. A sociedade tolerava alguma coisa que agora já não tolera" e Marques Mendes insultava e mandava bocas aos homossexuais com quem se cruzava, na escola, na rua, no trabalho, os paneleiros de merda;

"Os parâmetros de exigência da sociedade eram outros. A sociedade tolerava alguma coisa que agora já não tolera" e Marques Mendes sabia da existência de menores abusados sexualmente, na igreja, na escola, no seio de alguma família e encolhia os ombros, "o que é que se há-de fazer? Pôs-se a jeito...";

"Os parâmetros de exigência da sociedade eram outros. A sociedade tolerava alguma coisa que agora já não tolera" e Marques Mendes também atirava pedradas aos gatos para se divertir e biqueiradas nos cães que encontrava no caminho para casa;

"Os parâmetros de exigência da sociedade eram outros. A sociedade tolerava alguma coisa que agora já não tolera" e Marques Mendes arreava arraiais de porrada nos filhos com a fivela do cinto, quando o Benfica perdia, quando tinham más notas na escola, quando respondiam torto a alguém, porque estava a educar e na educação dos filhos ninguém se mete;

"Os parâmetros de exigência da sociedade eram outros. A sociedade tolerava alguma coisa que agora já não tolera", é isto, não é?

 

"Os parâmetros de exigência da sociedade" estão na personalidade dos indivíduos que constituem e formam  a sociedade e nos valores que nos foram transmitidos pela nossa família e que transmitimos aos nossos filhos.

 

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Não ter a puta da vergonha na cara é isto

por josé simões, em 10.03.19

 

 

 

"Não ter um pingo de vergonha na cara, aula prática" é o título no original.

 

 

 

 

A televisão do militante n.o 1

por josé simões, em 04.03.19

 

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Marques Mendes, na avença semanal na televisão do militante n.o 1, a enganar os portugueses perante o silêncio cúmplice da pivô de plantão ao telejornal [a partir do minuto 04:30].

 

[Aqui]

 

 

 

 

O branqueamento e a promoção do fascismo

por josé simões, em 03.01.19

 

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Dois dias depois de Ricardo Costa, "Jornalista @sic.sapo.pt e @Expresso.sapo.pt Retweets are not endorsements; views are my own" e blah-blah-blah [bio na conta Twitter], ter chamado a atenção para um texto de Mônica Bergamo da Folha de S. Paulo sobre o tratamento abaixo de cão dos jornalistas na tomada de posse de Jair Boldonaro e, tão importante como o texto, "é lerem os comentários que se seguem", [as caixas  de comentários e as redes sociais e o anonimato e a cloaca e o coise, estão a ver?], a TVI convida para o programa da manhã de Luís Goucha o neo-nazi Mário Machado, um criminoso condenado por roubo, coacção agravada, detenção de arma ilegal, danos e ofensa à integridade física qualificada, difamação, ameaça e coacção a uma procuradora da República, homicídio de Alcino Monteiro, o preso em Portugal que mais tempo passou numa prisão de alta segurança, apresentado como o "Nacionalista desde da adolescência, esteve preso por dois anos e meio por escrever um texto na internet a apelar à mobilização dos nacionalistas".

 

Voltando ao início do post, as caixas  de comentários e as redes sociais e o anonimato e a cloaca e o coise e blah-blah-blah, estão a ver [o papel do jornalismo]?

 

 

 

 

Ele há com cada coincidência...

por josé simões, em 27.09.18

 

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A um ano das eleições legislativas uma "centro-campista", "distribuidora de jogo da direita radical na comunicação social, ex deputada do CDS de Paulo Portas, regressa aos ecrãs com um "espaço de análise e comentário" no telejornal com maior audiência na televisão do militante n.º 1. Ele há com cada coincidência...

 

Manuela Moura Guedes vai voltar ao pequeno ecrã com um espaço de comentário no Jornal da Noite da SIC, a partir do próximo dia 8 de outubro

 

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Portugal, 2018

por josé simões, em 23.08.18

 

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Lamento, mas esta notícia da transferência de Cristina Ferreira da TVI para a SIC, onde vai ganhar mais que o presidente do grupo de comunicação proprietário do canal, diz muito mais de nós, enquanto país e enquanto nação, do que propriamente da luta de audiências entre canais de televisão.

 

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Está tudo dito

por josé simões, em 16.07.18

 

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A páginas tantas, e a propósito do roubo de armamento de um paiol militar em Tancos, diz o Conselheiro de Estado Marques Mendes, na avença semanal que tem na televisão do militante n.º 1 onde desempenha o papel de pantomineiro e que, aos fins-de-semana, reproduz a todas as horas certas a primeira página do jornal do militante n.º 1, que "as pessoas, à mesa do café, as poucas que falam nisto". Está tudo dito. Quem, além da oposição que não a sabe fazer e não tem mais nada por onde pegar, continua preocupado com meia dúzia de granadas e uma caixa de munições a monte?

 

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O pantomineiro encartado e o jornalismo de qualidade

por josé simões, em 02.04.18

 

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"O Governo aumentou a carga fiscal indirecta, por exemplo, uma pessoa vai ao restaurante e não se apercebe que paga o IVA". Que baixou precisamente na restauração. E Clara de Sousa calada.

 

Sem que ninguém no PSD de Rui Rio lhe dê a ponta de um chavelho de importância e sem que ninguém no Governo da 'Geringonça' lhe chibe aos ouvidos o "exclusivo" para a avença semanal que tem na televisão do militante n.º 1, Marques Mendes, reduzido à sua insignificância, limita-se a fazer o que melhor sabe: inventar, truncar, desinformar. Era dia 1 de Abril.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Da profundidade do comentário político

por josé simões, em 19.03.18

 

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Transmontanos normalmente são boa gente e não fazem malabarismos

 

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Na SIC todo o jornalismo começa a ser pardo

por josé simões, em 07.02.18

 

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Nos idos de Novembro do Ano da Graça de 2014 o Esquerda.Net e o Jornal de Negócios, ambos no mesmo dia 7 [aquiaqui respectivamente] fizeram notícia com o graaaaaaande furo jornalístico que ontem, 4 - quatro - 4 anos depois, a SIC nos enfiou casa dentro, com direito a debate na SIC Notícias e tudo, e que terminou com o fantabulástico Zé Gomes a desculpar o Governador do Banco de Portugal, classificando-o de ingénuo, enquanto culpava o ministro Vieira da Silva pela não apresentação de contas do Montepio Geral [mas isso são contas de outro rosário, o rosário da filha da putice] . Era só isto.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

O problema são as "redes sociais"

por josé simões, em 22.10.17

 

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Acabaram com o Serviço Nacional de Saúde sem avisar ninguém o que obrigou Cristiano Ró-náldo [com dois acentos, como se diz na televisão] a pagar do seu próprio bolso os "cuidados médicos a centenas de feridos dos incêndios".

 

A televisão do militante n.º 1, SIC e SIC Notícias, levou um dia e meio a falar numa manif com "a Praça do Comércio quase cheia", como se fossemos todos cegos.

 

Diz que o problema são as "redes sociais" [o que quer que isso signifique], sem escrutínio e sem o selo de garantia do jornalismo, para desviar para canto que o problema é escrutínio feito ao jornalismo pelas "redes sociais" que incomoda. E muito.

 

[Imagem de autor desconhecido]