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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 05.05.20

 

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"A utilização do referido excerto de seis minutos, argumentou o eurodeputado do CDS, era um exercício de destilação de “ideologia”, “transformando alunos em cobaias do socialismo”, e “uma aviltante e ignóbil revolução cultural em marcha que pais sem recursos não podem evitar”

 

CDS critica escolha de Rui Tavares para telescola e exige intervenção do Governo

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Também tenho um amigo

por josé simões, em 28.01.19

 

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"Há agora uma geração de jovens negros e afrodescendentes em Portugal que não aceita a nacionalidade portuguesa, exige ser tratada por africana sem nunca ter ido a África, não frequenta a escola por opção, recusa o português como língua mãe e comunica entre si no crioulo que aprendeu dos avós".

 

E se a crónica do Rui Tavares hoje no Público começasse assim?

 

[Bairro da Bela Vista em Setúbal na imagem]

 

 

 

 

||| Por falar em políticos influentes

por josé simões, em 31.03.15

 

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«Rui Tavares é o político mais influente no Twitter, revela estudo»

 

 

 

 

||| Digam-me que isto não é verdade, por favor

por josé simões, em 20.02.15

 

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"Gregos: aguentem firmes que vêm reforços a caminho"


[Imagem e notícia via]

 

 

 

 

||| A minha política é o trabalho

por josé simões, em 03.11.14

 

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«António Santos Justo, diretor da FDUC, afirmou que a instituição "não é um palco para debates ideológicos


[Imagem]

 

 

 

 

||| O carro à frente dos bois

por josé simões, em 05.10.14

 

 

 

«Livre [...] com disponibilidade “muito clara” para governar com PS»


[Imagem]

 

 

 

 

||| O ciclo

por josé simões, em 12.05.14

 

 

 

Desde os idos da FUR, com mais ou menos vermelho, com mais ou menos cor de rosa, que a coisa se repete como se repetem as estações do ano e, como o eleitorado não estica, antes pelo contrário, a tendência é para encolher, o Livre, para impedir um governo de bloco central em 2015, vai roubar votos ao PS para haver um governo PSD/CDS. Certinho como o destino.

 

"O objectivo do Livre é impedir um governo de bloco central a partir de 2015"

 

 

 

 

 

 

||| São papoilas saltitanteees…

por josé simões, em 16.11.13

 

 

 

Uma vez que as notícias sobre a morte do PCP eram manifestamente exageradas, vai servir para dar o golpe de misericórdia no Bloco de Esquerda e, só por isso, o PS devia aplaudir de pé a iniciativa de Rui Tavares, que joga precisamente no campo da esquerda socialista que não se revê no… PS, neste PS. Uma contradição? Não. Para quem não nasceu ontem, não tem fraca memória, ou para quem simplesmente se interessa, a peça volta à boca da cena, pela enésima, vez desde o dia 25 de Abril de 1974, sempre no campo do PS, outro PS, outros PS.

 

PLU [i-c] Partido do Litoral Urbano [intelectual-cosmopolita], Livre ou em Bloco, construído a partir de cima e sem implantação no terreno e no trabalho, tem os dias contados. Dediquem-se à pesca. Ou ao chinquilho.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| I want to believe

por josé simões, em 17.05.12

 

 

 

"Queremos provocar os partidos à esquerda, interpelá-los, obrigá-los a tomar posição"

 

[Imagem de Philipp Igumnov aka Woodcum]

 

 

 

 

 

 

|| Muito mais que amuo politico, o Freud explica isto

por josé simões, em 23.06.11

 

 

 

Rui Tavares quando era teen sonhava com a praia debaixo da calçada e tinha na parede do quarto um poster com o Cohen-Bendit a fazer carantonhas à polícia.

 

 

 

 

 

 

|| “Dêem-me um tiro na cabeça”, upgrade

por josé simões, em 21.06.11

 

 

 

Anunciou que se «desvincula do grupo parlamentar do partido, mas mantém as suas funções como deputado independente», eleito nas listas do partido cuja direcção agora não lhe «merece a confiança política e pessoal». Independentes.

 

(Imagem fotograma de Once Upon a Time in the West)

 

 

 

 

 

|| Como diria “o outro”: de direita é a tua tia (pá!)

por josé simões, em 02.10.10

 

 

 

 

 

Como membro do colectivo 31 da Sarrafada (apesar de em 50% dos casos (ou mais) estar em completo desacordo com o que é escrito e dito pelos outros elementos do bando no Twitter e no blogue), só me resta manifestar o meu espanto por, nos alvores do sec. XXI, ainda haver gente para quem o mundo é uma coisa simples: uns são de Esquerda, outros são de Direita, e prontEs! não se fala mais nisso.

 

“Felizes os pobres em espírito, porque deles é o Reino do Céu”, Mateus 5, 3-12.

 

(Cherry Vanilla na imagem)

 

 

 

 

 

 

 

|| Se "Deus quiser" e "graças a Deus"

por josé simões, em 15.02.10

 

 

 

É ridículo, para não lhe chamar outra coisa, invocar Zeus para não proferir a palavra Deus, só porque se é agnóstico, ateu, não crente ou o que lhe quiserem chamar.

 

Dizer «Deus sabe» é expressão popular, não profissão de Fé.

 

(Imagem de Rafael Trobat)

 

 

 

E de súbito, combinaram-se

por josé simões, em 11.12.08

 

 

Ontem tinha sido Rui Tavares no Público (só assinantes), hoje é o Pedro Lomba no Diário de Notícias.

Porque é que os portugueses estão a virar “à esquerda”; porque é que os portugueses são “de esquerda”?

 

Parece-me (a eles) que é por causa das desigualdades. E das assimetrias. E das injustiças sociais. E por ganharem pouco. Ainda tentei saber se havia uma equação demonstrativa, tipo: Baixos Salários + Aumento do Custo de Vida = Comunismo, ou Desemprego + Inflação : Taxas de Juro = Esquerda, mas não dei fé de existir.

 

Este tipo de análises soa(m)-me sempre a “manhosa”, porque se baseia(m) essencialmente no factor económico, ignorando o resto. E a meu ver “o resto” tem um peso muito maior a ter em conta na abordagem do “fenómeno”. Não explicam, por exemplo, que sendo a Direita tradicionalmente tão ciosa da ordem e da paz social não aproveite para quando é poder se manter ad eternum na governação, através de politicas que melhorem os salários e a qualidade de vida das populações e inibam “a rua”, que por sua vez é capitalizada pela Esquerda para chegar ao poder. Que inevitavelmente o vai perder nas urnas para a Direita, porque afinal não tinha a varinha mágica para acabar com as desigualdades e as injustiças, e que na maior parte das vezes a solução encontrada para as corrigir é fazer o nivelamento por baixo. É um circulo. Assim como um cão a morder a cauda.

 

Para já não falar de uma personagem da vida pública de Setúbal que é dono de 4 – quatro – 4 ourivesarias na baixa, militante do Partido Comunista e que quando vai de férias é para o parque de campismo. Expliquem lá esta; não era suposto ser um reaccionário direitista do caraças?

 

Adenda: para um dos itens d’ “o resto” que falta, recupero um excerto de um artigo de Gonçalo Reis na saudosa Revista Atlântico que usei como introdução a este post.

 

 

 

Os malandros do Rendimento Máximo e os malandros do Rendimento Mínimo

por josé simões, em 04.08.08

 

Sejamos claros.

Os bancos “arredondaram os empréstimos à habitação” e foram ao bolso das famílias numa média de cinco mil euros por cada uma.

A Operação Furacão encontrou fraude empresarial em grande escala”.

Ninguém sabe quem é o Jacinto Capelo Leite que deu dinheiro ao PP ("partido" do Paulo Portas). O mesmo PP que nunca explicou o caso dos sobreiros nem o caso dos submarinos.

Tem razão Rui Tavares hoje no Público: Uma cambada de malandros! (Que é para não lhes chamar outra coisa).

 

O que não invalida que uma cambada de malandros (também para não lhes chamar outra coisa) seja quem recebe uma casa do Estado ou da Câmara Municipal e não se digna a pagar uma renda simbólica; isto apesar de ter carro de alta cilindrada estacionado à porta; plasma e dvd e playstation na sala e telemóvel última geração no bolso.

O que não invalida que uma cambada de malandros seja quem recebe o Rendimento Mínimo e passa os dias de papo para o ar entretido com negócios pouco claros (desde tráfico de substâncias várias até venda de material contrafeito) para compor o rendimento.

 

Seja cigano ou preto; branco ou amarelo; ou até cor-de-rosa às pintinhas.

 

Post-Scriptum: Gostava de perceber qual ou quais as razões, para que os recebedores do Rendimento Mínimo não trabalhem (por exemplo em serviços em prol da comunidade; hospitais, escolas, Câmaras, etc.) enquanto usufruem da prestação. Certamente serão “boas razões”.

 

(Foto de James McManus)