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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

As palavrinhas mágicas

por josé simões, em 08.07.19

 

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Quando toda a gente já percebeu que invocar o nome de "José Sócrates" é garantia de parangona e abertura de telejornal, de que tudo o resto passa a acessório, assim uma espécie de salvo-conduto para a credibilidade perdida.

 

[Na imagem Stanley Kubrick's Shining Overlook Hotel 1921 Art Print]

 

 

 

 

Conhecido e é de vista

por josé simões, em 05.07.19

 

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Cavaco diz que nunca teve amizade com Ricardo Salgado. Nem com Duarte Lima. Nem com Oliveira Costa. Nem com Dias Loureiro. Nem com Álvaro Amaro. Nem com Miguel Macedo. Nem com Fernando Fantasia. Nem com Teófilo Carapeto Dias. Nem com Arlindo de Carvalho. Nem com _________________________ [preencher em caso de necessidade].

 

 

 

 

Os inimputáveis do Orçamento do Estado

por josé simões, em 01.03.18

 

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Mil e oitocentos - 1 800 - mil e oitocentos funcionários desde a cruiação do Euro, número inalterado apesar da perda de competências; uma média salarial de 5 mil euros, com 15 mil para o Governador e 1, 3 milhões para advogados; dez milhões - 10 - dez milhões em consultorias externas; tudo a expensas do contribuinte, sem que o Governo, que administra o Estado aka o contribuinte, possa dizer de sua justiça, a bem da independência do Banco de Portugal face ao poder político, para, no final das contas feitas, o tribunal anular "a acusação do Banco de Portugal contra Ricardo Salgado e Amílcar Pires, no processo de contraordenação pela ausência de medidas de prevenção de branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo em unidades do BES no estrangeiro". Com o dinheiro dos outros também sou muito independente e muito incompetente e muito senhor do lugar que ocupo.

 

 

 

 

"Não há problema nenhum"

por josé simões, em 03.03.17

 

 

 

E depois disto o senhor continua como director-adjunto, com programa semanal de autor e a dar a sua douta opinião, todos os dias e a todas as horas, sobre tudo o que mexe à face do planeta. Já lá vão quase 3 anos.

 

[Via]

 

 

 

 

 

||| Panamá Tretas, 3.ª semana

por josé simões, em 23.04.16

 

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Ricardo 'O Proscrito' Salgado, agora que já não paga publicidade no jornal, na revista e em todos os cadernos que fazem a arroba de papel que é o saco do Expresso, à cabeça e em tamanho cabeçudo e em letras gordas. Cá em baixo, e por debaixo dos deputados da Madeira, em letras pequenas, os coitadinhos Pedro Queiroz Pereira, Ângelo Correia e um Champalimaud qualquer que só é conhecido por causa do nome do pai. Se calhar foram enganados pelo cabeçudo que encabeça a página...


O inestimável e impagável trabalho que o jornal do militante n.º 1 está a fazer para descredibilizar de uma vez por todas toda e qualquer investigação que venha a ser feita a paraísos fiscais.

 

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||| Pornografia

por josé simões, em 05.11.15

 

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Pornografia é, por todos os motivos legais e mais alguns, alguém não ver devolvidos os 90 mil que, levado ao engano, investiu num banco falido pelo senhor que recebe 90 mil de pensão do banco que faliu.
Que o fundo de pensões não é o banco nem o banco é o fundo de pensões e que o dinheiro do fundo de pensões não é pago pelo contribuinte. Do fundo de pensões "esburacado".
Tal e qual o BES não era o GES nem o GES era o BES e as pessoas que tirem o cavalinho da chuva porque não tiveram uma carreira contributiva que justifique os 600€ mensais que recebem de reforma da Segurança Social, dito por um fulano que não sabia que tinha de descontar para a dita como forma de esta poder continuar a pagar os 600€ de pensões que as pessoas não podem continuar a receber porque para tal não descontaram.

 

 

 

 

||| Os badamecos curvados do respeitinho é muito bonito

por josé simões, em 25.07.15

 

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O "sujeito a obrigação de permanência na habitação" versus o "prisão domiciliária" é o novo "a rica teve um menino, a pobre pariu um moço".


Os badamecos curvados aos badamecos do respeitinho é muito bonito estão bem e recomendam-se.


[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

||| Cenas dos próximos capítulos

por josé simões, em 17.06.15

 

 

 

A seguir vão prender Ricardo Salgado no Estabelecimento Prisional de Évora ou, vá lá, mandá-lo para casa com anilha electrónica no tornozelo, para não perturbar o inquérito nem destruir provas.


«Ministério Público arresta bens de ex-administradores do BES»

 

 

 

 

||| O que é que mudou desde então?!

por josé simões, em 02.04.15

 

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«Cascais discute na segunda-feira proposta para tirar medalha de mérito a Ricardo Salgado»


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||| A star is born

por josé simões, em 27.03.15

 

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«The 28-year-old member of the Left Bloc, Portugal’s equivalent to Greece’s anti-austerity Syriza party, has been catapulted into the limelight with her single-minded pursuit of those responsible for the country’s biggest corporate collapse in a generation. Her pithy and direct questioning in a parliamentary inquiry into the failure of Banco Espirito Santo SA and a group of associated family-controlled businesses has made her something of a local hero.


“I used to stay awake until 3 a.m. or 4 a.m. trying to put all the pieces together,” said Mortagua, who is often seen walking around Portugal’s Parliament building in a dark outfit and Converse All-Star sneakers.


Her homework has paid off. The average daily viewership of Portugal’s Parliament Channel, which broadcasts the hearings, rose 45 percent in the first two months of this year compared to the same period in 2014, according to market research company Mediamonitor and GFK. A YouTube video featuring Mortagua during the inquiry received more than 200,000 hits. Her Facebook page won’t allow any new friend requests after reaching the 5,000 limit.»

 

 

 

 

||| Uma história de coxos e mentirosos

por josé simões, em 05.03.15

 

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Cavaco Silva não sabia nada de nada, apesar da relação de proximidade com Ricardo Salgado e do esboço da candidatura presidencial ter começado num jantar na casa do banqueiro no Estoril, a meias com Durão Barroso e esposa, Marcelo Rebelo de Sousa, Aníbal e esposa, e o próprio Ricardo Salgado que, anos mais tarde havia, ele e toda a família, de contribuir financeiramente para a recandidatura. Cavaco Silva só sabia que os portugueses podiam confiar no BES e que o BES não era o GES e, quando os portugueses descobriram que não podiam conviar no BES que afinal era o GES e ainda muito mais, Cavaco Silva sabia que a culpa era do do Banco de Portugal e do seu Governador que lhe passaram informação manhosa, ele que nunca se engana.


Pedro Passoos Coelho não sabia nada de nada, apesar da relação de proximidade com José Maria Ricciardi que já andava há que tempos a badalar que o Diabo afinal era mais feio que o pintam e de telefonar amiúde ao primeiro-ministro e ser caçado em escutas a telefonar amiúde ao primeiro-ministro que nunca se mostrou incomodado com os telefonemas nem nunca mostrou intenção de trocar o número do telemóvel, se um homem não dá o número do telemóvel a um amigo dá a quem? Pedro Passos Coelho só sabia que os portugueses podiam confiar no BES e que o BES não era o GES e, quando os portugueses descobriram que não podiam conviar no BES que afinal era o GES e ainda muito mais, Pedro Passos Coelho sabia que a culpa era do do Banco de Portugal e do seu Governador, que o Governo não se mete em negócios privados, e ainda de Vítor Constâncio, o manhoso, que está lá no BCE e pensa que escapa.


O Moedas, que funcionava, que era só treinador-adjunto, o gajo dos guarda-redes e bobby da troika, sabia de tudo e não disse nada a ninguém «alegando não ter funções relacionadas com o sistema financeiro» e, se calhar, meter o Moedas a funcionar era mesmo isso, não fazerondas e andar em cima dos banhistas, por causa dos agueiros.


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||| Rewind/ Fast Forward buttons

por josé simões, em 30.01.15

 

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«Cavaco Silva afirmou que o "Banco de Portugal tem sido peremptório, categórico, a afirmar que os portugueses podem confiar no Banco Espírito Santo (BES)".


O Presidente da República justificou que os portugueses podem confiar no BES "dado que as folgas de capital são mais do que suficientes para cobrir a exposição que o banco tem à parte não financeira, mesmo na situação mais adversa"»


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||| Há aqui um mentiroso...

por josé simões, em 06.01.15

 

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«O Presidente da República justificou que os portugueses podem confiar no BES «dado que as folgas de capital são mais do que suficientes para cobrir a exposição que o banco tem à parte não financeira, mesmo na situação mais adversa».


«Em maio de 2014, num dos momentos mais críticos da crise do universo Espírito Santo, Ricardo Salgado pediu ajuda aos principais responsáveis políticos do país para salvar o banco e o Grupo Espírito Santo, entre eles o Presidente da República.»


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||| As luvas e os blindados submarinos

por josé simões, em 23.12.14

 

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«Na semana passada, soube-se – com espanto – do arquivamento do inquérito ao negócio de compra dos dois submarinos.


O processo alemão concluiu pela existência de pagamento de “luvas” em Portugal, mas o processo português não conseguiu encontrá-las. Em vez disso, o despacho de arquivamento dá conta de pormenores suficientemente pornográficos que acicatam a curiosidade em ver como foi que o Ministério Público chegou a um desfecho tão decepcionante.


Um dos aspectos escandalosos é que, nem por fraude fiscal, se pôde acusar os – parafreando Ricardo Salgado - três “tipos” da Escom que terão ficado com 15 dos 30 milhões de euros pagos pela firma alemã. Porquê? Porque beneficiaram do Regime Extraordinário de Regularização Tributário (RERT) que os protege de qualquer dessas acusações criminais.


Esses três, que são os principais suspeitos de terem pago as ditas “luvas”, preparavam-se em 2003, 2004 para se lançar em operações semelhantes à dos submarinos, com “carros blindados, fragatas, metralhadoras” (ver minuto 4:00).


E é esse aspecto que me suscitou curiosidade.


Paulo Núncio nasceu em 1968 e é advogado. Formou-se na Universidade Católica em 1992, é militante centrista, pertenceu à sua direcção, foi conselheiro de Paulo Portas, negociou com a troika em nome do CDS. Na década de 90, foi advogado na firma Morais Leitão, Galvão Teles & associados. Esta firma é associada de outra - a MLGT Madeira — Management & Investment - que aparece (ver o livro “Suite 605” de João Pedro Martins) como tendo usado um expediente de clonagem de empresas, com o mesmo nome e números diferentes, criando um "jogo de espelhos" às autoridades. Foi por causa disso que a zona franca da Madeira já foi colocada sob os holofotes das investigações fiscais internacionais, nomeadamente italianas. A MLGT Madeira criou, até Dezembro de 2004, um grupo de 112 sociedades com o mesmo nome, Taggia.


Na revista Offshore Investment Archive, de Maio de 1999, há um artigo assinado por Paulo Núncio, ligado à MLGT Madeira. Núncio desmente.


Em 2002, forma-se o Governo Durão Barroso, com Paulo Portas como ministro da Defesa. É durante o seu mandato, até 2005, que a compra dos dois submarinos é aprovada. O concurso público para a compra dos veículos anfíbios é lançado em 2003. Paulo Núncio surge em 2004 como advogado do fabricante austríaco Steyr (firma mais tarde comprada pela norte-americana General Dynamics).


A 30/11/2004, Jorge Sampaio dissolve o Parlamento. E seis dias depois, Paulo Portas despacha a adjudicação dos Pandur à Steyr. Em Janeiro de 2005, o concorrente finlandês queixa-se judicialmente. Mas a queixa não tem provimento e o contrato é assinado a 15/2/2005, cinco dias antes das eleições legislativas de 2005.


“Paulo Núncio esteve nas contrapartidas”, afirmou a 9/9/2014, na comissão parlamentar de inquérito à aquisição de equipamentos militares, Francisco Pita, o dono da empresa Fabrequipa que, em 2006, ganhou o direito de construir os veículos anfíbios Pandur II, (ver 3:03:00).


Pita foi militante do CDS desde 1974, membro da JC, candidato a deputado por diversas vezes, membro do conselho nacional em 1992, mas que apenas se cruzou com Portas na Universidade Católica (“fomos colegas”) e disse não conhecer nem nunca ter falado com ele sobre o contrato e que Portas está “limpo” no caso dos Pandur.


A candidatura da Steyr suscita dúvidas. A Steyr ganha o concurso público associada com a firma GOM (criada por ex-quadros da Bombardier) que – como conta Francisco Pita – não tinha nem experiência, nem fábrica, mas sim um projecto em power-point e um protótipo, mas sem planos fabris. Depois de um telefonema de “um amigo”, os donos da Fabrequipa - um construtor de semi-reboques - põe-se em campo e acabam por assinar um contrato de fabrico com a Steyr. Mas quando se dirige à comissão permanente de contrapartidas (CPC), o seu presidente, o engenheiro Rui Neves, diz-lhe que não pode ser considerado parte beneficiária do concurso, porque quem tem os direitos das contrapartidas era a firma GOM, nos valor de mais de cem milhões de euros. Por isso, Francisco Pita diz que foi “obrigado a comprar a GOM” (ver 33:30).


Mas a GOM não existia. “Não tinha fábrica, não tinha trabalhadores, vivia nos escritórios de um advogado”. “Ninguém me obrigou entre aspas a comprar a GOM: a GOM estava lá para ser comprada, qualquer empresário, qualquer industrial, qualquer pessoa normal se aperceberia disso. (...) Servia para quê? Servia para vender os direitos que tinha". (ver 1:11:00).


A “empresa” custou “alguns milhões de euros”. Francisco Pita não diz quanto foi ao certo. Mas pagou a quem? Pita esquiva-se. “Aos donos da GOM. Que eram... Agora vou ter de puxar pela cabeça, porque nunca conheci nenhum. Vou dizer porquê. Eu comprei uma empresa chamada GOM a uma offshore que era dona da GOM” (ver 1:12:15). Mas era fisicamente representada por quem? “Pelos advogados”. Mas quem? “Não vou revelar”. Pita é então admoestado a dizer. “Senhor deputado, não me recordo. Peço-lhe desculpa, não me recordo”. (ver 1:30:00). Os deputados aceitaram.


Paulo Núncio aparece quando a Fabrequipa é pressionada a assinar umas claims que Francisco Pita disse não estarem correctas. “De um lado, estava a empresa que queria assinar as contrapartidas como tinham de ser assinadas e do outro estava eu diria uma força enorme que quase estavam a nos obrigar as assinar as contrapartidas (...) Recordo-me que éramos uma 16 pessoas, ingleses, vieram americanos da KPMG, cada um a ditar da sua sapiência. Da minha parte estava a doutora Paula Cristina Lourenço e Germano Marques da Silva (...) Recordo que, do lado das contrapartidas que tinham de ser assinadas – e que eu não quis assinar – estava o dr Paulo Núncio, actual Secretário de Estado do Planeamento Fiscal que representava na altura, se a memória não me falha, a Steyr. Éramos muita gente. Recusei-me a assinar porque achava na altura que as contrapartidas eram uma coisa séria. E sempre achei. As contrapartidas não podem ser vistas como ‘ok, depois nós cumprimos’. Elas têm de ser cumpridas.”


A maioria PSD/CDS recusou a ida à comissão de Paulo Núncio.


A 4/4/2010, o ministério público checo investiga suspeitas de corrupção relacionadas com o caso Pandur II, contratualizados igualmente com a Steyr. A 20/8/2010, o MP português investiga suspeitas de corrupção no caso Pandur II. A 25/1/2011, o juiz Carlos Alexandre decide levar a julgamento todos os arguidos do processo de contrapartidas do caso dos submarinos. A 17/3/2011, o DCIAP pede informações sobre Paulo Portas ao Ministério Público de Munique que acusou dois ex-quadros da Ferrostaal de pagamento de mais de 62 milhões de euros em “luvas” para garantir negócio na Grécia e em Portugal (ver visão 18/12/2014).


A 4/4/2011, a PGR garantiu à comissão de inquérito parlamentar à compra de equipamentos militares, através de ofício classificado de confidencial assinado por Joana Marques Vidal, que "corre termo pelo DCIAP [...] uma averiguação preventiva com o nº 44/11, relativa aos Pandur".


Em Junho de 2011, pela mão de Paulo Portas, Paulo Núncio é nomeado secretário de Estado dos Assuntos Fiscais.


A 17/10/2011, dá entrada no Parlamento a proposta de OE 2012 que integra, encavalitado, a terceira versão do RERT (ver pag. 338), que concede uma amnistia criminal, mas - ao contrário das duas primeiras versões - sem qualquer obrigação do repatriamento dos capitais em fuga. A nova norma mal é discutida no Parlamento.


E é ao abrigo desse esquema de amnistia que os beneficiários do negócio dos submarinos conseguiram evitar os procedimentos criminais, levando ao arquivamento do inquérito da compra dos submarinos.


A 1/10/2014, o Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) abriu um inquérito à aquisição dos Pandur. O inquérito foi aberto na sequência de terem surgido novos elementos, durante uma averiguação preventiva aberta em 2011, que indiciam a prática de eventuais crimes. Nos dias seguintes, os partidos da maioria fecham a comissão de inquérito.


Veremos como serão os próximos episódios.»


João Ramos de Almeida no Ladrões de Bicicletas.

 

 

 

 

||| Vergonha de ser português

por josé simões, em 22.12.14

 

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Instituições para sem-abrigo no Luxemburgo recusam acolher portugueses que estejam há menos de 5 anos no país. "Se ficam desempregados e deixam de poder pagar a renda, acabam sem morada, e sem ela perdem todos os direitos sociais. Além de o alojamento ser muito caro, sem morada não podem fazer nada, porque até para arranjar emprego é preciso ter um endereço. É um efeito bola de neve".


Bem feita para eles que estavam habituados à zona de conforto e mérito do Governo Coelho/ Portas que pôs o mexilhão todo a mexer. Daqui para fora


«Misericórdia de Paris juntou três toneladas de alimentos para ajudar portugueses». Já falam francês, só lhes falta saber tocar piano.


E um milhão de euros dos submarinos para cada ramo da família Espírito Santo e mais 15 milhões para os "outros tipos" e uma parte que teve de ser entregue a "alguém". Tudo contas de somar e "boas notícias para Paulo Portas", diziam os jornais há dias. "Estamos rodeados de aldrabões", anos e anos a viver acima das suas possibilidades.


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