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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Tabuada Escolar Ratinho

por josé simões, em 17.07.20

 

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Em 2006 as escutas do caso Portucale apanham uma conversa entre Paulo Portas e Abel Pinheiro onde se discute a sucessão e é feita referência a um banco apontado como parceiro do CDS em vários projectos.

Este banco, que não foi nomeado, estaria disponível para pagar uma parte do salário - equivalente ao de primeiro-ministro, do líder sucessor de Paulo Portas - Luís Nobre Guedes, Pires de Lima ou Telmo Correia, os nomes em cima da mesa.

 

Em 2014, já Paulo Portas vice-primeiro-ministro, vem a público que em 2004, dois anos antes das escutas, Paulo Portas, então ministro da defesa, tinha exigido a inclusão do BES no consórcio dos submarinos além de ter permitido que a proposta de financiamento do consórcio de bancos fosse revista em alta, tendo as margens de lucro (spread) aumentado de 0,19% para 0,25%.

 

Entre 2011 e 2014, os anos do "apagão fiscal" relativo às transferências para offshores,  do CDS Paulo Núncio metido por Paulo Portas à frente da secretaria de Estado dos Assuntos Fiscais, ocultou empresa que levou à queda do BES, a "caixa negra" do GES.

 

Ele há coincidências que parecem coisas arquitectadas de propósito e com o intuito de manchar e denegrir o bom nome das pessoas e instituições.

 

 

 

 

Agora sem máscara

por josé simões, em 16.07.20

 

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"Os portugueses não querem trabalhar e preferem estar no subsídio de desemprego". "Ricardo Salgado acusado de roubar identidade de um porteiro espanhol".  "Estamos rodeados de aldrabões".

 

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"Para serem mais honestos do que eu tinham que nascer duas vezes” *

por josé simões, em 15.07.20

 

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Os portugueses podem confiar no Banco Espírito Santo dado que as folgas de capital são mais do que suficientes para cobrir a exposição do banco à parte não financeira mesmo na situação mais adversa.

 

* "Mas há uma coisa que eu vos quero dizer", Cavaco Silva em 23 de Dezembro de 2010.

 

 

 

 

As palavrinhas mágicas

por josé simões, em 08.07.19

 

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Quando toda a gente já percebeu que invocar o nome de "José Sócrates" é garantia de parangona e abertura de telejornal, de que tudo o resto passa a acessório, assim uma espécie de salvo-conduto para a credibilidade perdida.

 

[Na imagem Stanley Kubrick's Shining Overlook Hotel 1921 Art Print]

 

 

 

 

Conhecido e é de vista

por josé simões, em 05.07.19

 

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Cavaco diz que nunca teve amizade com Ricardo Salgado. Nem com Duarte Lima. Nem com Oliveira Costa. Nem com Dias Loureiro. Nem com Álvaro Amaro. Nem com Miguel Macedo. Nem com Fernando Fantasia. Nem com Teófilo Carapeto Dias. Nem com Arlindo de Carvalho. Nem com _________________________ [preencher em caso de necessidade].

 

 

 

 

Os inimputáveis do Orçamento do Estado

por josé simões, em 01.03.18

 

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Mil e oitocentos - 1 800 - mil e oitocentos funcionários desde a cruiação do Euro, número inalterado apesar da perda de competências; uma média salarial de 5 mil euros, com 15 mil para o Governador e 1, 3 milhões para advogados; dez milhões - 10 - dez milhões em consultorias externas; tudo a expensas do contribuinte, sem que o Governo, que administra o Estado aka o contribuinte, possa dizer de sua justiça, a bem da independência do Banco de Portugal face ao poder político, para, no final das contas feitas, o tribunal anular "a acusação do Banco de Portugal contra Ricardo Salgado e Amílcar Pires, no processo de contraordenação pela ausência de medidas de prevenção de branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo em unidades do BES no estrangeiro". Com o dinheiro dos outros também sou muito independente e muito incompetente e muito senhor do lugar que ocupo.

 

 

 

 

"Não há problema nenhum"

por josé simões, em 03.03.17

 

 

 

E depois disto o senhor continua como director-adjunto, com programa semanal de autor e a dar a sua douta opinião, todos os dias e a todas as horas, sobre tudo o que mexe à face do planeta. Já lá vão quase 3 anos.

 

[Via]

 

 

 

 

 

||| Panamá Tretas, 3.ª semana

por josé simões, em 23.04.16

 

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Ricardo 'O Proscrito' Salgado, agora que já não paga publicidade no jornal, na revista e em todos os cadernos que fazem a arroba de papel que é o saco do Expresso, à cabeça e em tamanho cabeçudo e em letras gordas. Cá em baixo, e por debaixo dos deputados da Madeira, em letras pequenas, os coitadinhos Pedro Queiroz Pereira, Ângelo Correia e um Champalimaud qualquer que só é conhecido por causa do nome do pai. Se calhar foram enganados pelo cabeçudo que encabeça a página...


O inestimável e impagável trabalho que o jornal do militante n.º 1 está a fazer para descredibilizar de uma vez por todas toda e qualquer investigação que venha a ser feita a paraísos fiscais.

 

[Imagem]

 

 

 

 

||| Pornografia

por josé simões, em 05.11.15

 

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Pornografia é, por todos os motivos legais e mais alguns, alguém não ver devolvidos os 90 mil que, levado ao engano, investiu num banco falido pelo senhor que recebe 90 mil de pensão do banco que faliu.
Que o fundo de pensões não é o banco nem o banco é o fundo de pensões e que o dinheiro do fundo de pensões não é pago pelo contribuinte. Do fundo de pensões "esburacado".
Tal e qual o BES não era o GES nem o GES era o BES e as pessoas que tirem o cavalinho da chuva porque não tiveram uma carreira contributiva que justifique os 600€ mensais que recebem de reforma da Segurança Social, dito por um fulano que não sabia que tinha de descontar para a dita como forma de esta poder continuar a pagar os 600€ de pensões que as pessoas não podem continuar a receber porque para tal não descontaram.

 

 

 

 

||| Os badamecos curvados do respeitinho é muito bonito

por josé simões, em 25.07.15

 

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O "sujeito a obrigação de permanência na habitação" versus o "prisão domiciliária" é o novo "a rica teve um menino, a pobre pariu um moço".


Os badamecos curvados aos badamecos do respeitinho é muito bonito estão bem e recomendam-se.


[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

||| Cenas dos próximos capítulos

por josé simões, em 17.06.15

 

 

 

A seguir vão prender Ricardo Salgado no Estabelecimento Prisional de Évora ou, vá lá, mandá-lo para casa com anilha electrónica no tornozelo, para não perturbar o inquérito nem destruir provas.


«Ministério Público arresta bens de ex-administradores do BES»

 

 

 

 

||| O que é que mudou desde então?!

por josé simões, em 02.04.15

 

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«Cascais discute na segunda-feira proposta para tirar medalha de mérito a Ricardo Salgado»


[Imagem]

 

 

 

 

||| A star is born

por josé simões, em 27.03.15

 

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«The 28-year-old member of the Left Bloc, Portugal’s equivalent to Greece’s anti-austerity Syriza party, has been catapulted into the limelight with her single-minded pursuit of those responsible for the country’s biggest corporate collapse in a generation. Her pithy and direct questioning in a parliamentary inquiry into the failure of Banco Espirito Santo SA and a group of associated family-controlled businesses has made her something of a local hero.


“I used to stay awake until 3 a.m. or 4 a.m. trying to put all the pieces together,” said Mortagua, who is often seen walking around Portugal’s Parliament building in a dark outfit and Converse All-Star sneakers.


Her homework has paid off. The average daily viewership of Portugal’s Parliament Channel, which broadcasts the hearings, rose 45 percent in the first two months of this year compared to the same period in 2014, according to market research company Mediamonitor and GFK. A YouTube video featuring Mortagua during the inquiry received more than 200,000 hits. Her Facebook page won’t allow any new friend requests after reaching the 5,000 limit.»

 

 

 

 

||| Uma história de coxos e mentirosos

por josé simões, em 05.03.15

 

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Cavaco Silva não sabia nada de nada, apesar da relação de proximidade com Ricardo Salgado e do esboço da candidatura presidencial ter começado num jantar na casa do banqueiro no Estoril, a meias com Durão Barroso e esposa, Marcelo Rebelo de Sousa, Aníbal e esposa, e o próprio Ricardo Salgado que, anos mais tarde havia, ele e toda a família, de contribuir financeiramente para a recandidatura. Cavaco Silva só sabia que os portugueses podiam confiar no BES e que o BES não era o GES e, quando os portugueses descobriram que não podiam conviar no BES que afinal era o GES e ainda muito mais, Cavaco Silva sabia que a culpa era do do Banco de Portugal e do seu Governador que lhe passaram informação manhosa, ele que nunca se engana.


Pedro Passoos Coelho não sabia nada de nada, apesar da relação de proximidade com José Maria Ricciardi que já andava há que tempos a badalar que o Diabo afinal era mais feio que o pintam e de telefonar amiúde ao primeiro-ministro e ser caçado em escutas a telefonar amiúde ao primeiro-ministro que nunca se mostrou incomodado com os telefonemas nem nunca mostrou intenção de trocar o número do telemóvel, se um homem não dá o número do telemóvel a um amigo dá a quem? Pedro Passos Coelho só sabia que os portugueses podiam confiar no BES e que o BES não era o GES e, quando os portugueses descobriram que não podiam conviar no BES que afinal era o GES e ainda muito mais, Pedro Passos Coelho sabia que a culpa era do do Banco de Portugal e do seu Governador, que o Governo não se mete em negócios privados, e ainda de Vítor Constâncio, o manhoso, que está lá no BCE e pensa que escapa.


O Moedas, que funcionava, que era só treinador-adjunto, o gajo dos guarda-redes e bobby da troika, sabia de tudo e não disse nada a ninguém «alegando não ter funções relacionadas com o sistema financeiro» e, se calhar, meter o Moedas a funcionar era mesmo isso, não fazerondas e andar em cima dos banhistas, por causa dos agueiros.


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||| Rewind/ Fast Forward buttons

por josé simões, em 30.01.15

 

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«Cavaco Silva afirmou que o "Banco de Portugal tem sido peremptório, categórico, a afirmar que os portugueses podem confiar no Banco Espírito Santo (BES)".


O Presidente da República justificou que os portugueses podem confiar no BES "dado que as folgas de capital são mais do que suficientes para cobrir a exposição que o banco tem à parte não financeira, mesmo na situação mais adversa"»


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