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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

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por josé simões, em 07.03.13

 

 

 

«Viram o salário mínimo da Irlanda depois dos cortes (1283 euros)? Comparem...

 

A propósito da Irlanda: viram qual é o valor do salário mínimo irlandês? Era 1461 euros, vai passar a 1283 euros com o plano de austeridade. Agora comparem com os 475 euros do salário mínimo português.

 

Okapa, a Irlanda vai reduzir o nível de vida durante quatro anos para se recompor – mas os irlandeses tem um rendimento médio superior a 120% da média comunitária.

 

Portugal arrasta-se nos 74% dessa mesma média comunitária. Estes números são muito elucidativos. A economia da Irlanda tem historicamente um problema de exposição à economia americana e – no início da década – deixou os seus bancos alinharem por comportamentos perigosamente não prudenciais. Vai pagar um duro preço por isso. Mas que ninguém se iluda – o ponto de partida é muito mais próspero do que o nosso.»

 

 [A memória é do David Crisóstomo e a imagem é daqui]

 

 

 

 

 

 

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por josé simões, em 08.07.12

 

 

 

«Um Serviço de saúde gratuito é um exemplo triunfante da superioridade da acção colectiva e da iniciativa pública aplicadas a um segmento da sociedade onde os princípios comerciais se manifestam no seu pior»

 

Aneurin "Nye" Bevan

 

 

 

 

 

 

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por josé simões, em 03.07.12

 

 

 

"Eu quero chegar a casa, depois de ganhar as eleições, todos os dias e quero que a minha filha tenha orgulho daquilo que está a ser feito"

 

"Eu no lugar do engenheiro Sócrates tinha vergonha, eu se fosse parente do engenheiro Sócrates escondia que era parente dele"

 

"Sabem que é uma coisa que me custa muito, é que a sensação que eu tenho é que ainda há uma parte do eleitorado que quer ser enganada. Ainda há uma parte do eleitorado que quer ser iludida, quer ser enganada e quer ser iludida"

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

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por josé simões, em 23.05.12

 

 

 

«"um conjunto de audições" com a editora e a jornalista de política do PÚBLICO, com a direcção do jornal e com o ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas»

 

 

«Não, não são só os media; é também a sociedade portuguesa que está condicionada.
Nunca, como hoje, se sentiu este ambiente de condicionamento da liberdade. Do ponto de vista dos valores processuais da liberdade de opinião e da liberdade de expressão, vivemos, aqui e agora — ai de nós! —, num tempo de verdadeira «claustrofobia constitucional», de verdadeira «claustrofobia democrática».

 

[…]

 

Como aperfeiçoar um sistema democrático, se, ao fim de 30 anos de experiência e maturação, esse sistema declina, desliza e derrapa para um modelo simplista e «concentracionário» do «Grande Intendente», que tudo supervisiona, tudo tutela, tudo vigia?

 

Vozes do PSD: — Muito bem! Aplausos do PSD»

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

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por josé simões, em 12.04.12

 

 

 

Ou como canta James Murphy:  "There's a constant repeat, on repeat, Of your paranoid, heartbreaking beats, On repeat, On repeat, On repeat". O país continua...

 

[Imagem via]

 

 

 

 

 

 

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por josé simões, em 06.04.12

 

 

 

Ou, como escreveu Heinrich Heine, «estes carrascos do pensamento fazem de nós criminosos. Pois o autor […] comete frequentemente infanticídio: mata o próprio filho-pensamento no terror insano da opinião do censor»

 

« […] quebrar o unanimismo e redinamizar a esquerda [...]

[…] romper com o pensamento único que o neoliberalismo instituiu há muito [...]»

  

[Heinrich Heine na imagem]

 

 

 

 

 

 

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por josé simões, em 03.04.12

 

 

 

António Vitorino, para os amigos o "baixinho genial", empossado pela Comissão Europeia como mediador-desbloqueador nas complexas [sic] conversações sobre a cópia privada, em Portugal Lei Canavilhas ou Projecto de Lei 118, em 17 de Abril do Ano da Graça de 2010:

 

«[…] temos que perceber que há um preço a pagar para garantir a nossa segurança colectiva, através do uso selectivo e criterioso dos instrumentos de vídeovigilância»

 

Depois não digam que não foram avisados.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

 

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por josé simões, em 26.03.12

 

 

Modo Nuno Crato, que é como quem diz, no meu tempo é que era bom.

 

A última vez que ouvi falar em exame da 4.ª classe foi… no dia do meu exame. Saiu-me o caminho-de-ferro de Angola e as culturas praticadas em S. Tomé e Príncipe [trabalho escravo excluído que, para a época, isso também não interessava nada] coisas que me viriam a ser extremamente úteis ao longo da minha vida [ironia], além dos afluentes do rio Mondego e de duas contas de dividir e uma de subtrair e de uma pergunta qualquer sobre a 1.ª Dinastia. É do que me lembro. Suponho que, pelo menos, agora o caminho-de-ferro de Angola volte a sair, já são não-sei-quantos mil a caminho do horto da família dos Santos e nunca se sabe. As culturas praticadas em Portugal não vão sair porque não as há, god bless Cavaco, e o trabalho escravo, 10 e mais horas por dia, de segunda a segunda, pelo salário abaixo do salário mínimo, god bless UGT, calculo que, para a época, também não interesse nada falar. E a História de Portugal começou no dia 25 de Novembro de 1975.

 

[Na imagem o meu Diploma da 4.ª Classe onde só constava o nome do examinado e o do pai. O da mãe, à época, também não interessava nada]

 

 

 

 

 

 

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por josé simões, em 09.03.12

 

 

 

Portugal tem uma imprensa "muito suave" e um Presidente "vingativo" e "mesquinho".

 

 

ID:

167917

Date:

2008-08-29 14:21:00

Origin:

08LISBON2300

Source:

Embassy Lisbon

Classification:

CONFIDENTIAL//NOFORN

 

 

ID:

227028

Date:

2009-09-25 14:33:00

Origin:

09LISBON514

Source:

Embassy Lisbon

Classification:

CONFIDENTIAL//NOFORN

 

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

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por josé simões, em 02.03.12

 

 

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por josé simões, em 13.02.12

 

 

 

"Abaixo o colonialismo e o neo-colonialismo", lia-se, de norte a sul do país, nas paredes grafitadas a tinta de lata e pincel, logo a seguir ao 25 de Abril de 1974. E havia mais neos, todos eles "propriedade" dos grupelhos de extrema-esquerda que enxameavam o espectro político; o neo-imperialismo, o neo-fascismo. E tudo isto era novidade, as palavras nas paredes e as palavras elas próprias, e lembro-me de perguntar, até me cansar de perguntar, o que é que era o neo-colonialismo e o neo-fascismo e o neo-imperialismo e de ninguém me saber responder, nem sequer aqueles que andavam sempre com elas na boca e nas crinas do pincel. 38 anos depois tudo faz mais sentido. Muito mais. E se calhar agora é a neo-democracia.

 

[Na imagem "As lágrimas do soldado grego"]

 

 

 

 

 

 

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por josé simões, em 06.02.12

 

 

|| Rewind / Fast Forward buttons

por josé simões, em 03.02.12

 

 

 

«Para a maior parte as pessoas a família [até 1957 na Europa] sempre fora uma unidade de produção, não de consumo

 

In: Pós-guerra – História da Europa desde 1945, Tony Judt, Edições 70, 2006

 

[Imagem Halbstarker in Berlin. Halbstarker, beatnik em inglês, designação dada à primeira geração, desde sempre, de jovens alemães identificados como grupo distinto de consumidores]

 

 

 

 

 

 

|| Rewind / Fast Forward buttons

por josé simões, em 12.01.12

 

 

 

«... Nazi forces are not seeking mere modifications in colonial maps or in minor European boundaries. They openly seek the destruction of all elective systems of government on every continent, including our own. They seek to establish systems of government based on the regimentation of all human beings by a handful of individual rulers who seize power by force.


Yes, these men and their hypnotized followers call this a "New Order." It is not new, and it is not order. For order among nations presupposes something enduring, some system of justice under which individuals over a long period of time are willing to live. Humanity will never permanently accept a system imposed by conquest, and based on slavery. These modern tyrants find it necessary to their plans to eliminate all democracies — eliminate them one by one. The nations of Europe, and indeed we, ourselves, did not appreciate that purpose. We do now.»

 

 Franklin D. Roosevelt, 15 de Março de 1941

 

«"Decadência do capitalismo" exige "nova ordem mundial", diz Presidente iraniano»

 

[Na imagem Franklin D. Roosevelt Speech Before Congress on March 15, 1941, autor desconhecido]

 

 

 

 

 

 

|| Rewind / Fast Forward buttons. Da Encenação

por josé simões, em 05.01.12

 

 

 

"Uma informação não domesticada constitui uma ameaça com a qual nem sempre se sabe lidar"

 

Fernando Lima, consultor político do Presidente da República Cavaco Silva

 

[Imagem]