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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

||| Marcelices

por josé simões, em 26.04.16

 

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De manhã à noite nas televisões, desde o sabor das laranjas aos golos que o Braga não marca, passando pelas diligências para uma solução num banco privado a contento da filha do bwana angolano, sem intervalos para refeições, one man show, frantic Marcelo perde a noção da realidade e do ridículo. "Marcelo afasta possibilidade de rever a Constituição a curto prazo". E quem é Marcelo para "afastar"? E o que é que o Presidente da República tem a ver com isso? E qual é a parte que cabe ao Presidente da República numa revisão constitucional? E desde que revisão constitucional é que o Presidente da República tem voto nos 2/3 de votos necessários para uma revisão constitucional?


E quando as pessoas se começarem a fartar do Belém reality show?


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||| Lições de democracia

por josé simões, em 18.08.15

 

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«"uma revisão constitucional", para pôr fim à eleição direta do Presidente da República. "Um anacronismo


E já vai com meia hora de fama, mais 15 minutos do que o previsto por Andy Warhol que a aselhice dos cartazes também conta.


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||| Resumidamente

por josé simões, em 19.04.15

 

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As imagens no Observador revisor constitucional são as da constituição de 1933 e Marcelo Rebelo de Sousa na avença semanal na TVI diz que bebida da garrafa do pai, depois de considerar a privatização da TAP como de interesse nacional. Haviam de perguntar a Duarte Lima e a Ricardo Salgado e a Oliveira e Costa e a Dias Loureiro, por exemplo, em quem é que tencionam votar nas presidenciais de 2016 que não são para discutir agora porque antes temos as legislativas de 2015 onde estes excelentíssimos senhores também têm voto na matéria.


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||| É isto

por josé simões, em 18.04.15

 

«A esquerda, toda a esquerda, não pode alhear-se da luta política que o Observador e outras instituições estão a travar contra o Estado Social e muitas das instituições que a esquerda democrática construiu em Portugal. Responder com indiferença, com desdém ou mesmo com humor não resolverá nada. É preciso replicar, inteligência. É preciso oferecer construções alternativas às histórias contadas pelos nossos antagonistas. É preciso, enfim, que exista resposta política à altura das propostas políticas que chegam pela mão do Observador e afiliados. Para que do encontro de ambas se consigam soluções moderadas, aceitáveis e que permitam boas governações.»

 

 

 

||| Na falta de pão há circo com fartura

por josé simões, em 25.06.14

 

 

||| Rewind/ Fast Forward buttons

por josé simões, em 22.12.13

 

 

 

Alguém ainda se lembra do projecto de golpe de Estado encomendado a Paulo Teixeira Pinto pelo duo Pedro Passos Coelho/ Miguel Relvas, e apresentado ao país como projecto de revisão constitucional, e das linhas orientadoras constantes para o ensino obrigatório gratuito, e da "razão atendível" para o despedimento, e dos capítulos sobre economia, e do "limpar termos e palavras" da Constituição, e da "auto-dissolução" da Assembleia da República e da "moção de censura construtiva", entre outras, e retirada à pressa da discussão pública pelas reacções negativas e adversas que provocou, até dentro do próprio PSD? Alguém ainda se lembra? É que se calhar a concepção política, económica e social da maioria PSD/ CDS-PP para o país, à luz desse projecto, agora no fundo da gaveta a aguardar melhores dias, ajuda a perceber os 9 – nove – 9 chumbos do Tribunal Constitucional.

 

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|| O regresso do totalitarismo

por josé simões, em 06.11.13

 

 

 

Primeiro a captura do poder político pelo poder económico, com a cumplicidade e o aval do poder político vigente:

 

«A Comissão Europeia aceita que Portugal não cumpra a meta do défice este ano devido à injecção de capital no Banif […] mas não aceita qualquer derrapagem provocada pelo Tribunal Constitucional»

 

Depois a destruição do Estado pelo poder político totalitário [eleito pelo voto popular em eleições livres e democráticas, sublinhar], nascido, criado e engordado na promiscuidade entre o público e o privado e no clientelismo partidário, na sombra do Estado que agora pretende destruir, com o álibi das obrigações a cumprir [o "honrar a palavra" e a "imagem no exterior"] para com o poder económico:

 

«O ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, defendeu hoje a revisão da Constituição, argumentando que existe em Portugal a "tentação de um Estado totalitário" provocado por um "Estado social absorvente" que cria "promiscuidades", "clientelas" e "dependências".»

 

Senhoras e senhores, madames e monsieurs, ladies and gentlemans, bem-vindos à lei da selva.

 

[Imagem de Filippo Minelli]

 

 

 

 

 

 

 

|| Uma das "razões atendíveis" para a urgência da revisão constitucional

por josé simões, em 18.09.13

 

 

|| A minha política é o trabalho

por josé simões, em 15.09.13

 

 

 

"Eu não tenho nada a ver com política, o meu discurso foi virado para Portugal" e já está mais que na hora de "adaptar a nossa Constituição aos tempos de hoje, que são completamente diferentes dos tempos de 1976 ou lá quando é que isso foi feito", a Constituição que me permitiu ser um dos mais ricos da Europa a pagar salários mínimos para cargas horárias máximas, e um dos mais poderosos de Portugal e ganhar Grã-Cruzes e Comendas e Ordens de Mérito, desde 1976 ou lá quando é que isso foi feito.

 

 

 

 

 

 

|| Depois da "abstenção violenta"

por josé simões, em 08.09.13

 

 

 

O “agarrem-me senão eu vou-me a ele!”

 

Não é uma prioridade. Mas está disponível para rever a Constituição. Se for uma mudança de abertura e de modernização. Mas o que o Governo quer é um retrocesso civilizacional. E não é prioritário nesta legislatura [o retrocesso ou a revisão?]. Podemos continuar, alegremente, a retroceder, plasmado na Constituição é que não. E não é o secretário-geral do PS que está em causa nestas autárquicas. São os candidatos do PSD. Leram bem, PSD. Do PSD que está no Governo. Ganhar nem que seja por meio a zero, ficar com a presidência da Associação de Municípios",  e não se fala mais nisso.

 

«O secretário-geral do Partido Socialista, António José Seguro, disse». E é assim desde 2011. O secretário-geral do Partido Socialista, António José Seguro, disse. O secretário-geral do Partido Socialista, António José Seguro, disse. O secretário-geral do Partido Socialista, António José Seguro, disse.

 

Meteu na cabeça que havia de ser primeiro-ministro e agora andamos nisto. Não há pachorra!

 

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|| Não há limites para a manipulação da opinião pública?

por josé simões, em 04.09.13

 

 

 

Numa democracia representativa os cidadãos votam em partidos e elegem deputados que formam grupos parlamentares e maiorias. São esses deputados, eleitos pelos cidadãos em listas partidárias, que depois apresentam propostas de alteração à Constituição, vulgo revisão constitucional, e obrigatoriamente aprovadas por uma maioria de 2/3. Onde é que, neste debate parlamentar, cabem os juristas e os juízes e a sua exclusividade? O ministro da Propaganda a fazer jus ao cargo que ocupa.

 

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|| As férias do senhor Silva

por josé simões, em 28.06.13

 

 

 

Motivo para o senhor Silva interromper as férias [e ainda nem sequer estamos em Julho/ Agosto] e convocar o país para uma comunicação de urgência à hora dos telejornais?

 

Resolução da Assembleia Legislativa da Região

Autónoma da Madeira n.º 15/2013/M

 

PROJETO DE REVISÃO CONSTITUCIONAL DA INICIATIVA

DO PSD — APROVADO COM OS VOTOS

A FAVOR DO PSD E A ABSTENÇÃO DO CDS/PP E PS

[O sublinhado é meu]

 

[Via e imagem]

 

 

 

 

 

 

|| Vai ser assim

por josé simões, em 10.06.12

 

 

 

E a princípio não vai estar e vai esbracejar muito. E depois vai estar mediante certos e determinados princípios de que não abdica. Princípios esquerda, claro. No fim vai acabar por assinar tudo. O claro e o menos claro. De direita, claro. Tudo pela Pátria e pela Democracia e pelo Estado de direito e coisas assim. Não é defeito é feitio.

 

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|| Assim como assim…

por josé simões, em 12.09.11

 

 

 

Constitucionalizar um limite ao défice e ao endividamento é assim a modos que fazer um PDM [Plano Director Municipal], não é? Vamos alterando consoante as maiorias e as conveniências. Não há-de vir grande mal ao mundo.

 

 

 

 

 

 

|| A “suspensão da Democracia” (upgrade)

por josé simões, em 06.06.11