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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

|| Descubra as diferenças

por josé simões, em 25.10.13

 

 

 

«Segundo Carlos Silva adiantou aquando da candidatura, em Maio deste ano [...], é o Espírito Santo que lhe paga um salário, e como tal sentiu-se no dever de reunir com o patrão, Ricardo Salgado, para pedir autorização para integrar a lista»

 

 

«Para Pires de Lima, não só os empresários e os vários parceiros que foram ouvidos durante o processo "deram nota de acolhimento da reforma como também a UGT e isto deveria merecer a ponderação do PS"»

 

 

 

 

 

 

 

|| Como sou um homenzinho, responsável e cheio de "sentido de Estado"

por josé simões, em 30.07.13

 

 

 

Aqui estou eu disponível para contribuir para a redução das receitas fiscais do Estado, que terá de ser compensada por cortes nas funções sociais do Estado ou num aumento de impostos sobre o trabalho, que é como quem diz numa redução do rendimento efectivo dos cidadãos e, como ainda assim não vai chegar, porque o dinheiro não estica nem nasce do chão, eis o álibi perfeito para o Estado se demitir de algumas das suas funções, não há dinheiro não há palhaço, que serão asseguradas pelo sector privado, para quem puder pagar, quem não puder temos pena, que se aguente e que espere pela senhora Jonet e pela Igreja, e também porque, depois destas engenharias e arquitecturas económicas, ninguém se vai lembrar de perguntar porque é que apesar de tudo, e de todas as reformas e de todas as receitas fiscais oferecidas ao capital e de todos os aumentos de impostos ao trabalho, a economia não cresceu, nem o investimento veio em catadupa e aumentou o fosso entre os mais ricos e os mais pobres, porque quem está de barriga vazia, e com a corda na garganta, porque lhe sobra mês no final do ordenado, não tem especial apetência para fazer perguntas.

 

E nem sequer falamos/ falámos das pequenas e médias e micro empresas que, pelos vistos, no país do homenzinho cheio de "sentido de Estado" e muito preocupado com a captação de investimento, nem têm importância nenhuma nas reformas fiscais que se mostra disponível para debater com muita responsabilidade.

 

[Imagem "Three unidentified men making notes while working the floor at the Merchandise Mart", Stanley Kubrick, Chicago, 1949]

 

 

 

 

 

 

|| Mais um flop

por josé simões, em 26.07.13

 

 

 

 

"para assegurar que esta redução não se traduza numa redução da tributação global sobre os lucros", "a tributação sobre dividendos distribuídos a pessoas singulares seja aumentada na mesma medida da redução de taxa do IRC"

 

Como se os "investidores" investissem subordinados a agendas e estratégias políticas e económicas, mais ou menos bem intencionadas, dos governos, e não na mira do lucro, e quanto mais, e mais rápido, e mais fácil, melhor.

 

E o mais curioso é isto ser dito, e feito, pelo CDS "intelectual", o da lengalenga das empresas e empresários riqueza das nações, das empresas geradoras de emprego, das empresas geradoras de crescimento económico, ignorando a verdadeira riqueza das nações – as pessoas.

 

Pode ser que me engane mas acabamos de assistir à apresentação, com pompa e circunstância, de mais um flop das mui famosas "reformas estruturais" deste Governo.

 

 

 

 

 

 

|| Puxa pela criatividade

por josé simões, em 26.07.13

 

 

 

Para começar, e na falta de um António Ferro que induza a "abertura fácil", o senhor Lima podia inundar o país, de Norte a Sul, com outdoors à la Super Bock, talvez assim o povo acredite que a zurrapa é D. O. C. .

 

[Imagem]