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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

|| O molusco

por josé simões, em 08.10.13

 

 

 

O ministro Rui Machete, não contente por ter tentado comer os angolanos por parvos com uma curvatura de 180º na espinha dorsal, volta à carga e tenta comer os portugueses pela mesma medida, já com a espinha dorsal erecta entre as talas presidencial e primo-ministerial, demonstrando não entender nada de nada do cargo que ocupa, da alarvidade em que se/ nos meteu, e não percebendo quem é que faz figura de parvo nesta embrulhada. Só há lugar a assassinato político quando há um político envolvido.

 

[Pelo meio falou qualquer coisa sobre fuga ao segredo de justiça, ele que até se ter transferido para o Ministério dos Negócios Estrangeiros, com a pele de escritório de advogados vestida, foi avençado de um escritório de advogados com acesso privilegiado a informação]

 

[Imagem]

 

Adenda: E se Rui Machete tivesse caído de pára-quedas no Palácio das Necessidades com paga pelos bons serviços prestados "à Pátria" enquanto presidente da Mesa do Congresso do PSD?

 

 

 

 

 

 

|| Ma[n]chete, o Apaziguador

por josé simões, em 06.10.13

 

 

 

Passos, segurado por Cavaco, segura Machete, que se segura a Passos que se segura a Cavaco. Uma pescadinha de rabo-na-boca. Ou um cante alentejano, o grupo de cantares de de São Caetano à Lapa. Ombros com ombros, todos muito juntinhos, num balancear lento e compassado, monótono mesmo. O ponto dá a deixa, cede lugar ao alto, entrando logo de seguida o coro em que participam também o ponto e o alto. Terminada a estrofe o ponto dá novamente a deixa e o ciclo repete-se as vezes que os intervenientes o desejarem. Todos muito afinadinhos. Todo, bem… excepto Portas, o falsete, um corpo estranho que não cabe na estrutura, com timbre diferente e ressonância conforme o instrumento que lhe calha em sorte.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

 

|| "Não há nada de substancialmente digno"

por josé simões, em 04.10.13

 

 

Pedimos desculpa por sermos um Estado de Direito com separação de poderes entre o poder político e o poder judicial. "Não há nada substancialmente digno", nem ninguém com problemas ao nível da espinha dorsal. no Governo da Nação, resume-se tudo a "uma certa podridão de hábitos políticos".

 

[Imagem]