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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

25 de Abril [quase] sempre!

por josé simões, em 04.01.18

 

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A páginas tantas Santana Lopes, enquanto agita para as câmaras de televisão uma foto de Rui Rio ao lado de Vasco Lourenço, acusa Rui Rio de ter estado [numa conferência como convidado] na Associação 25 de Abril [tipo, "estão a ver aqui o gajo ao lado da máfia siciliana?" O diabo na terra antes de Passos Coelho ter invocado o Diabo] enquanto Passos Coelho trabalhava para a recuperação do país - ir além da toika, retirar direitos e garantias, precariedade e baixos salários, privatizar a eito empresas do sector estratégico do Estado [algumas nacionalizadas pelo Estado chinês], desmantelar o Estado social em benefício de IPSS e Misericórdias da caridadezinha [como até ao dia 24 de Abril], maioritariamente administradas por PSD's e CDS's. Para quem não sabe da importância do 25 de Abril de 1974 para Portugal e para os portugueses, para o que somos hoje enquanto país, na Europa e no mundo, na melhoria da qualidade de vida e no salto qualitativo que foi dado...

 

 

 

 

O surrealista naif

por josé simões, em 29.09.17

 

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Marcelo, o novato ingénuo, só baixou o vidro parado no trânsito.

 

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||| Há aqui qualquer coisa que não está bem

por josé simões, em 08.07.14

 

 

 

Na véspera a gente ouve e vê o vice-trampolineiro Paulo Portas nas televisões, com ar sério e sem aquele característico sorriso cínico de superioridade iluminada, jurar por Deus e pelas alminhas que os salários dos funcionários públicos vão começar a ser repostos, já em 2015 e ao ritmo de 20% ao ano e, no dia seguinte, a maioria PSD/ CDS-PP, que suporta o vice-trampolineiro e o seu partner, senhor Coelho, primeiro-ministro no Governo, aprova a reintrodução dos cortes salariais.

 

Nada de mais, deve ser o famoso "we' ve got to get in to get out" que o Peter Gabriel cantava nos idos dos Genesis. E nada de mais também não fora as reposições serem atiradas [acredite quem quiser], para o próximo executivo, seja ele qual for, por parte de quem está sempre com a boca cheia do "a herança que deixamos às gerações futuras".

 

O que aqui não está bem não é o facto de dizerem uma coisa hoje e fazerem precisamente o seu contrário, logo no dia seguinte e sem sequer um intervalinho para assentar a poeira do esquecimento, porque isso não é defeito é feitio, é a natureza deles. O que não está aqui bem é, depois de tudo isto, e isto é só mais uma para a colecção, continuar a haver quem se disponha no dia das eleições a fazer a cruzinha no boletim de voto nos quadrados ao lado dos símbolos do PSD e do CDS. Isto é um case study.

 

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