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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

E continuam a tratar os portugueses como palermas

por josé simões, em 31.05.19

 

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No Twitter o líder do partido que não viu/ vê nenhuma incompatibilidade em que deputados que exercem advocacia possam pertencer - nomeadamente como sócios - a sociedades de advogados que prestem serviços ao Estado.

 

 

 

 

Sair melhor que a encomenda

por josé simões, em 28.05.19

 

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Depois de ter batido com a porta movido pelo fracasso que foi o ter sido barriga de aluguer ao projecto de tomada do PSD por dentro pela direita radical agora órfã de Pedro Passos Coelho, depois do banho de realidade que foi o perceber que a "marca" Pedro Santana Lopes não existe fora do PPD mal grado o colo de todas as televisões, mal-educado vem largar bitaites sobre a vida interna de um partido que já não é o seu. Ressabiado ou, mais uma vez, por encomenda da direita radical a quem serviu de hospedeiro e que tinha jurado remeter-se ao silêncio até às legislativas de Outubro, havemos de saber mais à frente.

 

[Pedro Santana Lopes no Twitter]

 

 

 

 

Não ter a puta da vergonha na cara é isto

por josé simões, em 22.05.19

 

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Luís Filipe Menezes, que deixou Vila Nova de Gaia no Top 3 do descalabro financeiro autárquico, na campanha eleitoral a acusar Vítor Constâncio, via BPN, o banco do PSD, de ser o responsável pelo descalabro financeiro do país.

 

[Imagem]

 

 

 

 

Cada cavadela cada minhoca

por josé simões, em 21.05.19

 

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O dia em que Manuela Ferreira Leite entrou na campanha do ex-secretário de Estado de Santana Lopes, Paulo Rangel, para dizer que o Governo "está a levar país à desagregação" enquanto fazia figas para ninguém se lembrar da "geração rasca", nem da versão portuguesa do 'amaricano' morrer na porta do hospital se não tiver seguro de saúde que é o "tem direito à hemodiálise se pagar", da suspensão da democracia para meter o país na ordem, foi o dia a seguir à entrada em cena do "cimento da geringonça" - Pedro Passos Coelho, ilusionista-mor da República, do ir a votos escondido numa mentira, das trafulhices com fundos comunitários a meias com o Relvas, das metas do défice sistematicamente ajustadas em função da realidade económica, de não se lembrar do salário que recebia na Tecnoforma, dos bancos varridos para debaixo do tapete para não lixar a saída limpa, do não saber ser obrigatório descontar para a Segurança Social, do baixar os custos do trabalho, a reforma que ficou por fazer em cima das taxas, das taxinhas, das sobretaxas e das retenções. Fica a faltar a entrada em cena de Maria Luís Albuquerque mais os 600 milhões de euros a cortar nas pensões a pagamento, ou do mordomo das Lajes, Durão Barroso, dilecto de Cavaco Silva, em quarentena forçada para não causar os habituais danos de cada vez que abre a boca que não seja para comer bolo-rei.

 

["Geração Rasca" na imagem]

 

 

 

 

As coisas como elas são

por josé simões, em 17.05.19

 

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Paulo Rangel e Nuno Melo apoiam para presidente da Comissão Europeia, Manfred Weber, o homem que pediu sanções para Portugal quando timidamente começávamos a sair da crise.

 

Paulo Rangel diz que os amigos socialistas europeus de Pedro Marques são os que "querem cortar nos fundos" porque acham que os portugueses "gastam tudo" em "copos e mulheres". e é a isso que a comunicação social dá destaque.

 

[Imagem]

 

 

 

 

Quem quer saber das europeias?

por josé simões, em 14.05.19

 

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[Rui Duarte Silva / Expresso]

 

 

 

 

Têm dois defeitos

por josé simões, em 06.05.19

 

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Quando todos pensávamos que tinham aprendido alguma coisa com o banho de realidade que levaram, que os portugueses, quarenta e cinco anos passados sobre o 25 de Abril, não só já não são anjinhos ignorantes como não gostam de ser tratados como tal, logo nos minutos seguintes às declarações de anúncio de marcha-atrás assistimos ao frenesim de centenas de contas no Facebook e no Twitter, algumas até daquelas que só são activadas em situações de crise ou um mês antes das eleições, em operação concertada para  minimizar danos no eleitor com o "eleitoralismo de António Costa" mais "as mentiras de António Costa" e a "campanha eleitoral do PS" e "o que o PS aprovou e desaprovou" e "a nossa posição sempre foi esta", "nós não dissemos o que vocês nos ouviram dizer" e outros chavões em formato telegráfico, decalcados dos discursos do líder, Rui Rio e Assunção Cristas consiante a afiliação, a tratarem outra vez os portugueses como crianças, sem perceberem que não perceberam nada do que lhes aconteceu. Têm dois defeitos: são burros e não querem aprender. Nunca acabem.

 

[Imagem de Otto Stupakof]

 

 

 

 

Resumo da jornada

por josé simões, em 05.05.19

 

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Nesta questão do contorcionismo de Rui Rio e Assunção Cristas com a contagem do tempo de serviço dos professores, uma medida que não ia custar um cêntimo de euro ao contribuinte, ou que até podia custar mas não tinha implicações orçamentais já este ano, era só para o ano, ou lá mais para a frente e o Governo que viesse que se desenmerdasse, como sói dizer-se, é o líder do PSD e a líder do CDS só tarde e más horas terem percebido que dez anos de crise e quatro de troika e resgate financeiro e de sacrifícios, sofrimento e vidas desfeitas, ensinaram à grande maioria dos portugueses o valor do dinheiro, a importância de contas certas, e que o tempo não anda para trás.

 

[McCormick code na imagem]

 

 

 

 

Ele há com cada coincidência...

por josé simões, em 28.04.19

 

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Em 17 de Janeiro de 2019 o PSD votava no Parlamento contra o projecto de lei do Bloco de Esquerda para a legalização da cannabis para uso recreativo. Em 25 de Março Ângelo Correia anunciava a entrada no negócio da cannabis através da compra de 40% da empresa Terra Verde, licenciada para o cultivo. A 28 de Abril o PSD avança com proposta de legalização da cannabis para fins recreativos na próxima legislatura. Janeiro, Fevereiro, Março, Abril do mesmo ano de 2019.

 

Apesar dos actores entrarem e saírem consoante as épocas e as temporadas "O Bando" não é aquela companhia de teatro sediada em Palmela, não.

 

[Linha temporal daqui]

 

 

 

 

O circo nunca acaba

por josé simões, em 17.04.19

 

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Os mesmos da direita radical que privatizaram sectores estratégicos da economia na base do "aliviar o peso do Estado na economia" querem agora que o Governo intervenha num conflito laboral numa empresa privada. Como ainda lhes resta alguma vergonha, mais medo que vergonha, em exigir publicamente a suspensão do direito à greve, que advogam em privado, ainda os vamos ver clamar pelo sindicalismo responsável da CGTP na mesa das negociações e da concertação, contra o sindicalismo selvagem dos sindicatos não-alinhados.

 

[Imagem]

 

 

 

 

Relações familiares em partidos com vocação de Governo

por josé simões, em 07.04.19

 

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[Imagem]

 

 

 

 

Todo o poder aos pantomineiros!

por josé simões, em 31.03.19

 

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A direita radical que era contra a redução do preço dos passes sociais é a direita radical que critica o adiamento do passe família em Lisboa para Julho depois de ter sido o Governo da direita radical que desinvestiu nos transportes públicos, nomeadamente em Lisboa, nomeadamente no Metro, com a redução de circulações e a redução de carruagens por composição e o desleixo na manutenção, é a agora direita radical que na Madeira reivindica a autoria da redução do preço dos passes sociais junto do Governo em Lisboa contra o ex-parceiro no Governo da direita radical. Confusos?

 

A direita radical que era contra a redução do preço dos passes sociais é a direita radical que na Câmara de Cascais, presidida pelo mui liberal Carlos Carreiras, seguidor e apóstolo do mui liberal Passos 'aliviar o peso do Estado na economia' Coelho e do utilizador/ pagador, equaciona transportes públicos gratuitos em Cascais para residentes a partir de 2020, é a mesma direita radical que à frente de alguns municípios do Ave e em parceria com outros municípios de cores políticas diferentes avança com um programa de redução tarifária nos transportes públicos. Mais confusos ainda?

 

E isto não vai ficar por aqui....

 

 

 

 

Um poço sem fundo

por josé simões, em 29.03.19

 

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17 - dezassete - 17 líderes e não escreveu um livro de memórias. E isto é grande perda para a história da democracia em Portugal.

 

 

 

 

O surpreendente hat-trick do padre Meireles capitaneado pelo Ronaldo da Igreja

por josé simões, em 27.03.19

 

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O recreio na Assembleia da República com o PSD e o CDS nas funções de delegado e sub-delegado de turma.

 

 

 

 

O Steve Bannon wannabe

por josé simões, em 21.03.19

 

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Até onde vai a direita do Movimento? Até ao Chega de André Ventura ou não tem fronteiras?

 


Não colocamos fronteiras. Não somos um partido político. Temos gente do PSD, CDS, Aliança e Iniciativa Liberal. Quanto ao resto, soube há uns dias que André Ventura fez um vídeo a repudiar o Movimento 5.7, portanto, estamos resolvidos desse lado.

 

[Imagem]