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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

A bolsonorização do PSD

por josé simões, em 22.08.19

 

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Rui Rio, o dos timings que ele próprio marca, aquele que só reage quando acha que deve reagir, que não fala quando as televisões acham que deve falar e que que quando as televisões acham que deve falar fala em alemão, o que fica no Porto para responder dias depois a Lisboa; Rui Rio aparece na hora, qual Procissão Cristas de antes das eleições europeias, a surfar a onda histérica do trogloditismo cavernoso da direita radical que lhe tomou o partido por dentro nos idos de Passos Coelho e Miguel Relvas, agora chefiada por Miguel Morgado no "cinco para as sete"; Rui Rio a fingir que não leu o excelente trabalho de João Francisco Gomes no órgão oficial da direita radical, "Polémica sobre a identidade de género nas escolas. Afinal, o que diz a lei e o que pensam pais e directores?", subitamente remetido para os cus de Judas no online; o estranho caso de Rui Rio, o das posições "progressistas" no caso da interrupção voluntária da gravidez e do casamento entre pessoas do mesmo sexo; Rui Rio o desamarrado do poder e que não responde perante clientela nenhuma...

 

Em Agosto, a um mês do começo das aulas, o Governo faz um despacho de perfil bloquista, semeando a confusão nas escolas e nos pais. Um coisa feita da forma mais insensata que se pode imaginar. Tratam com a maior leviandade um assunto sério e revelam pouco respeito pelas crianças.

 

[Imagem]

 

 

 

 

Uma conta paródia no Twitter

por josé simões, em 13.08.19

 

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Uma conta paródia no Twitter, com aquele "picolete" de conta certificada e tudo, a decretar que quem decreta o fim das greves são os governos e não os sindicatos que as convocam.

 

Rui Rio, o líder paródia do PSD, no Twitter.

 

 

 

 

Um sonso chico-esperto

por josé simões, em 26.07.19

 

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Um sonso chico-esperto que passou os últimos dois anos a arengar o Governo e a 'Geringonça' e o Governo da 'Geringonça' e a 'Geringonça' cúmplice que apoia o Governo, pela falência dos serviços públicos, porque faltam médicos, porque faltam enfermeiros, porque faltam tarefeiros, e porque faltam administrativos que até para tirar o cartão de cidadão é uma tourada à antiga portuguesa nunca antes vista, propõe-se, caso ganhe as eleições, lagarto lagarto lagarto, truz truz truz, "impor medidas de gestão, eliminar desperdícios, emagrecer a administração pública", o célebre "fazer mais com menos" de Passos Coelho com os resultados conhecidos, e para captar simpatias da opinião pública, farta até à raiz dos cabelos do Comissário Mário Nogueira, lança a bisca, que mais não é que uma casca de banana, "por exemplo, há professores a mais, infelizmente". Engana-se a ele e a quem quiser ser enganado por ele.

 

[Imagem «Victor Cobo, “I Can Talk to Squirrels” Fort Bragg, CA, 2018, Archival Piezography pigment print; Courtesy of ClampArt, New York City»]

 

 

 

 

Para memória futura

por josé simões, em 23.07.19

 

 

 

Para memória futura a lista da vergonha com os nomes dos deputados eleitos pelo PSD e pelo CDS, e um pelo PS, que pediram ao ao Tribunal Constitucional a fiscalização de medidas sobre identidade de género no ensino:

 

               Miguel Morgado

               Fernando Negrão

               Nilza de Sena

               Bruno Vitorino

               Maria Luís Albuquerque

               Leonel Costa

               Joel Sá

               António Topa

               Emília Cerqueira

               José Carlos Barros

               Carla Barros

               Luís Leite Ramos

               Hugo Soares

               José Matos Rosa

               Luís Vales

               Filipe Anacoreta Correia

               Carlos Silva

               Cristóvão Crespo

               Emília Santos

               Germana Rocha

               António Costa da Silva

               Conceição Bessa Ruão

               Duarte Pacheco

               Paulo Neves

               Vânia Dias da Silva

               Hélder Amaral

               Sandra Pereira

               João Almeida

               Emídio Guerreiro

               Helga Correia

               Pedro Mota Soares

               Inês Domingos

               Cristóvão Norte

               António Ventura

               Susana Lamas

               Manuel Frexes

               Rui Cruz

               Andreia Neto

               Ilda Araújo Novo

               Isaura Pedro

               Luís Marques Guedes

               Carlos Abreu Amorim

               Carlos Páscoa

               Bruno Coimbra

               Clara Marques Mendes

               Rui Silva

               José António Silva

               Jorge Paulo Oliveira

               Sara Madruga da Costa

               Berta Cabral

               Ricardo Batista Leite

               Amadeu Albergaria

               António Carlos Monteiro

               Liliana Silva

               Fátima Ramos

               Isabel Galriça Neto

               Pedro Roque

               Sérgio Azevedo

               Ana Sofia Bettencourt

               Ana Oliveira

               Patricia Fonseca

               Marco António Costa

               Ulisses Pereira

               Maria das Mercês Borges

               Paulo Rios de Oliveira

               Ângela Guerra

               Regina Bastos

               Firmino Pereira

               Pedro Pinto

               Telmo Correia

               Nuno Serra

               Maurício Marques

               Manuela Tender

               Feliciano Barreiras Duarte

               Duarte Marques

               Pedro do Ó Ramos

               Luís Pedro Pimentel

               Joana Barata Lopes

               João Rebelo

               João Gonçalves Pereira

               Carlos Peixoto

               José de Matos Correia

               Pedro Pimpão

               Álvaro Castelo-Branco

               Miranda Calha

 

[Imagem "Federico Fellini on the set of Satyricon" phorographed by Mary Ellen Mark, 1969]

 

 

 

 

Ministério da Trafulhice

por josé simões, em 17.07.19

 

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Rui Rio "quer financiar hospitais públicos em função de resultados". Rui Rio quer aplicar ao Serviço Nacional de Saúde a mesma receita que os liberais do "menos Estado" e da "liberdade de escolha" aplicaram à educação, meter os hospitais a escolher os doentes que recebem, deixar de fora os mais problemáticos e aqueles onde a idade e a esperança de vida sejam um factor determinante nos resultados a apresentar, "martelanço" de resultados para atingir a ambicionada verba meta do financiamento público. Rui Rio quer hospitais de primeira e de segunda para portugueses de primeira e de segunda. Rui Rio desconhece a máxima "com a saúde não se brinca" e quer mudar o nome ao ministério, da Saúde para da Trafulhice.

 

[Imagem]

 

 

 

 

Os portugueses gostam de ser gozados?

por josé simões, em 07.07.19

 

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Rui Rio promete reduzir a taxa de IRC, passando dos actuais 21% para os 19% em 2020, até chegar a 17% em 2023: menos 1.600 milhões de euros, medida majorada no interior, o que quer que isso signifique, qualquer que seja o maluco que vá investir onde não há tribunal, finanças, estação dos correios, bancos, para já não falar em escolas e postos de saúde;

Rui Rio promete uma descida do IRS para a "classe média", sem avançar valores;

Rui Rio promete uma descida do IRS para quem tem rendimentos mensais entre os mil e os dois mil euros, menos 3,7 mil milhões de euros;

Rui Rio promete medidas sortido rico para as empresas que investem e exportam: alargamento do prazo de reporte de prejuízos para dez anos, o reforço do regime fiscal de patentes e inovações, menos 300 milhões de euros;

Rui Rio promete redução do IVA na electricidade e no gás, de 23% para 6%, menos 500 milhões de euros;

Rui promete redução do IMI, do IVA na electricidade e no gás: 1,5% do PIB, menos 3,7 mil milhões de euros;

Rui Rio Rui Rio promete dar 1,9 mil milhões às empresas e 1,8 mil milhões às famílias.

 

Partindo da premissa simples que o dinheiro não estica nem nasce do chão,  que toda a gente aprende em casa desde pequenino, com tanta conta de subtrair ao Orçamento do Estado onde é que Rui Rio vai buscar o dinheiro para cumprir as obrigações do Estado e ainda assegurar, e até melhorar, como não se cansa de repetir, o regular funcionamento do Estado social tal e qual o temos e conhecemos?

 

Os portugueses gostam de ser gozados?

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

"Nós não queríamos fazer a greve"

por josé simões, em 02.07.19

 

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"Nós não queríamos fazer a greve" disse para a televisão o Dr. Jorge Paulo Seabra Roque da Cunha, ex-deputado eleito pelo PSD, ex-conselheiro nacional do PSD, e Secretário-Geral do Sindicato Independente dos Médicos, que só se lembra de convocar greve quando o PSD está na oposição ou quando o PS é Governo, como quiserem.

 

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O cão do PSD atrás da cauda do PSD

por josé simões, em 29.06.19

 

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"Os chefes partidários privilegiam a fidelidade em vez do mérito". E depois há os fidélis que se revelam no mérito por mérito e isso trás um problema acrescido à nova liderança com novos fiéis em carteira. São como os melões, nunca se sabe até abrir. Aconteceu a Marques Mendes, aconteceu com Marques Mendes, acontece com a herança de Passos Coelho a Rui Rio e acontece desde sempre com os nomeados, sem saberem ler nem escreve,r para cargos políticos e de administração pública e que depois de terminada a sinecura ficam com currículo e com vantagem em relação à concorrência. A partir daqui vamos entrar num campo de discussão que não interessa a nenhum partido nem a nenhuma liderança do chamado "arco da governação" e ia estragar o espaço de comentário de um pantomineiro encartado como Marques Mendes, no início dos tempos privilegiado pela fidelidade ao chefe.

 

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E continuam a tratar os portugueses como palermas

por josé simões, em 31.05.19

 

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No Twitter o líder do partido que não viu/ vê nenhuma incompatibilidade em que deputados que exercem advocacia possam pertencer - nomeadamente como sócios - a sociedades de advogados que prestem serviços ao Estado.

 

 

 

 

Sair melhor que a encomenda

por josé simões, em 28.05.19

 

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Depois de ter batido com a porta movido pelo fracasso que foi o ter sido barriga de aluguer ao projecto de tomada do PSD por dentro pela direita radical agora órfã de Pedro Passos Coelho, depois do banho de realidade que foi o perceber que a "marca" Pedro Santana Lopes não existe fora do PPD mal grado o colo de todas as televisões, mal-educado vem largar bitaites sobre a vida interna de um partido que já não é o seu. Ressabiado ou, mais uma vez, por encomenda da direita radical a quem serviu de hospedeiro e que tinha jurado remeter-se ao silêncio até às legislativas de Outubro, havemos de saber mais à frente.

 

[Pedro Santana Lopes no Twitter]

 

 

 

 

Não ter a puta da vergonha na cara é isto

por josé simões, em 22.05.19

 

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Luís Filipe Menezes, que deixou Vila Nova de Gaia no Top 3 do descalabro financeiro autárquico, na campanha eleitoral a acusar Vítor Constâncio, via BPN, o banco do PSD, de ser o responsável pelo descalabro financeiro do país.

 

[Imagem]

 

 

 

 

Cada cavadela cada minhoca

por josé simões, em 21.05.19

 

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O dia em que Manuela Ferreira Leite entrou na campanha do ex-secretário de Estado de Santana Lopes, Paulo Rangel, para dizer que o Governo "está a levar país à desagregação" enquanto fazia figas para ninguém se lembrar da "geração rasca", nem da versão portuguesa do 'amaricano' morrer na porta do hospital se não tiver seguro de saúde que é o "tem direito à hemodiálise se pagar", da suspensão da democracia para meter o país na ordem, foi o dia a seguir à entrada em cena do "cimento da geringonça" - Pedro Passos Coelho, ilusionista-mor da República, do ir a votos escondido numa mentira, das trafulhices com fundos comunitários a meias com o Relvas, das metas do défice sistematicamente ajustadas em função da realidade económica, de não se lembrar do salário que recebia na Tecnoforma, dos bancos varridos para debaixo do tapete para não lixar a saída limpa, do não saber ser obrigatório descontar para a Segurança Social, do baixar os custos do trabalho, a reforma que ficou por fazer em cima das taxas, das taxinhas, das sobretaxas e das retenções. Fica a faltar a entrada em cena de Maria Luís Albuquerque mais os 600 milhões de euros a cortar nas pensões a pagamento, ou do mordomo das Lajes, Durão Barroso, dilecto de Cavaco Silva, em quarentena forçada para não causar os habituais danos de cada vez que abre a boca que não seja para comer bolo-rei.

 

["Geração Rasca" na imagem]

 

 

 

 

As coisas como elas são

por josé simões, em 17.05.19

 

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Paulo Rangel e Nuno Melo apoiam para presidente da Comissão Europeia, Manfred Weber, o homem que pediu sanções para Portugal quando timidamente começávamos a sair da crise.

 

Paulo Rangel diz que os amigos socialistas europeus de Pedro Marques são os que "querem cortar nos fundos" porque acham que os portugueses "gastam tudo" em "copos e mulheres". e é a isso que a comunicação social dá destaque.

 

[Imagem]

 

 

 

 

Quem quer saber das europeias?

por josé simões, em 14.05.19

 

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[Rui Duarte Silva / Expresso]

 

 

 

 

Têm dois defeitos

por josé simões, em 06.05.19

 

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Quando todos pensávamos que tinham aprendido alguma coisa com o banho de realidade que levaram, que os portugueses, quarenta e cinco anos passados sobre o 25 de Abril, não só já não são anjinhos ignorantes como não gostam de ser tratados como tal, logo nos minutos seguintes às declarações de anúncio de marcha-atrás assistimos ao frenesim de centenas de contas no Facebook e no Twitter, algumas até daquelas que só são activadas em situações de crise ou um mês antes das eleições, em operação concertada para  minimizar danos no eleitor com o "eleitoralismo de António Costa" mais "as mentiras de António Costa" e a "campanha eleitoral do PS" e "o que o PS aprovou e desaprovou" e "a nossa posição sempre foi esta", "nós não dissemos o que vocês nos ouviram dizer" e outros chavões em formato telegráfico, decalcados dos discursos do líder, Rui Rio e Assunção Cristas consiante a afiliação, a tratarem outra vez os portugueses como crianças, sem perceberem que não perceberam nada do que lhes aconteceu. Têm dois defeitos: são burros e não querem aprender. Nunca acabem.

 

[Imagem de Otto Stupakof]