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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

(You Gotta) Fight For Your Right (To Party)

por josé simões, em 14.12.22

 

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A woman struggles with a riot police officer during a protest demanding the dissolution of Congress and to hold democratic elections rather than recognize Dina Boluarte as Peru's President, after the ousting of Peruvian President Pedro Castillo, in Lima, Peru December 12, 2022. Reuters/ Sebastian Castaned

 

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Haircut One Hundred

por josé simões, em 02.12.22

 

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(You Gotta) Fight For Your Right (To Party)

por josé simões, em 25.11.22

 

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Um senhor imbróglio

por josé simões, em 23.11.22

 

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De cada, e de todas as vezes, que há um assomo de protesto, revolta, contestação ao poder instituído nos "países que definem como orientação e objectivo a construção duma sociedade socialista - Cuba, China, Vietname, Laos e R.D.P. da Coreia, pelo seu papel de resistência à 'nova ordem' imperialista", e até mesmo na Arménia ou na Bielorrússia ou na Ucrânia, ficamos a saber, à quinta-feira no "a verdade a que temos direito", da mãozinha da CIA e do imperialismo 'amaricano' a manobrar atrás do arbusto, que no paraíso na terra não há razões para reviralhos, por oposição ao protesto, revolta, contestação ao poder instituído, em zonas do globo como a Palestina ou o Saara ocidental, aí sim, genuíno protesto de massas, de geração espontânea nas ruas e nas fábricas. O que nos transporta para os protestos na fábrica da iPhone em Zhengzhou, China, com a polícia a carregar indiscriminadamente sobre os trabalhadores, manobrados pela CIA e pelo imperialismo 'amaricano', mas por outro lado é o iPhone, o símbolo máximo do imperialismo 'amaricano'. E isto é um senhor imbróglio, não para os chineses, nem para a iPhone, que são muito mais práticos e pragmáticos a lidar com estas minudências, segundo o ponto de vista do capitalismo imperialista, claro, mas para quem constrói narrativas, teses ao congresso, e atribui cédulas de protesto genuíno aos povos, de forma a construírem uma realidade onde encaixar a ideologia e a peculiar visão do mundo.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

A minha política é o estudo *

por josé simões, em 15.11.22

 

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não podemos nem devemos, enquanto universidade, ser porta-vozes de quaisquer causas

 

No país de Jorge Sampaio, Maria Emília Brederode dos Santos, Alberto Martins, Clara Queiroz, Eurico de Figueiredo, Etelvina de Sá, José Medeiros Ferreira, Isabel do Carmo e um grande et caetera, sessenta anos depois da primeira "crise académica" em 1962, e quase 50 anos depois do 25 de Abril.

 

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* Upgrade ao salazarento "a minha política é o trabalho"

 

 

 

 

(You Gotta) Fight For Your Right (To Party)

por josé simões, em 11.11.22

 

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[No Instagram de Shirin Neshat]

 

 

 

 

Deixa o meu cabelo em paz *

por josé simões, em 21.10.22

 

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O poder sempre teve um problema com o cabelo. Na tropa é rapado à chegada e nunca tem ordem de grande crescimento até à hora da saída. Durante o PREC, quando a autoridade dentro dos quartéis andou pelas horas da amargura, os tropas deixaram crescer abundantes guedelhas e fartas barbas e patilhas, é ver as fotos da época. Reza a história que o botas de Santa Comba mandava ministros e secretários de Estado comprar um chapéu. Os hippies deixaram-no crescer até tamanhos nunca vistos, os punks eriçaram-no e meteram cristas à moicano, e os skinheads, antes da conotação política, rapavam-no como imagem distintiva da classe operária e dos imigrantes jamaicanos à margem do sistema. Rui Barros quando chegou a Turim com um vasculho na cabeça, antes de pisar o relvado, foi mandado à barbearia por Agnelli, o dono do clube, e com isso fez abundantes primeiras páginas em Portugal sobre o exemplo do profissionalismo do futebol italiano por oposição à lendária rebaldaria do tugão. À imagem das mulheres tapadas nos países governados por barbudos, também eles com o cabelo enrolado em trapos, em Portugal nos idos do fascismo a mulher andava na rua com um lenço na cabeça, e se enviuvasse era o lenço para sempre nos meios rurais ou em comunidades do litoral como as piscatórias. Quem tinha o cabelo um dedo por cima da orelha era apodado de guedelhudo, daí o cabelo à foda-se ou crescidinho atrás, característicos dos betos, que sem mais nada para se revoltarem, mantinham a aparência da insurgência dentro da ordem da classe a que pertenciam. É ver nos mais antigos que ainda por aí circulam, Balsemão por exemplo, ou nos mais novos de idade mas com a mesma idade mental, Lobo Xavier, João Almeida e restante betaria do defunto CDS. 

 

* Não corto meu cabelo, de jeito nenhum vou cortar
Sou jovem avançado, estou na onda, o que é que há

 

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(You Gotta) Fight For Your Right (To Party)

por josé simões, em 20.10.22

 

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An Embera Indigenous woman carrying a child clashes with riot police while fighting for the right to land they say belongs to them, in Bogota, Colombia October 19, 2022. Reuters/ Harry Furia Grafica

 

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Resist

por josé simões, em 19.10.22

 

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Unite against oppression!

por josé simões, em 15.10.22

 

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Catarina e a Beleza de Ridicularizar um Protesto

por josé simões, em 09.10.22

 

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Catarina Furtado no Instagram

 

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Meanwhile in Milan...

por josé simões, em 06.10.22

 

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Marge Simpson has cut her hair in solidarity with #Iran protests, in a graffiti drawn on a wall opposite #Iran’s consulate in Milan,Italy. #MahsaAmini

 

 

 

 

(You Gotta) Fight For Your Right (To Party)

por josé simões, em 02.10.22

 

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A protester wearing face-paint depicting France's iconic "Marianne" leading an uprising, attends a demonstration in support of Kurdish woman Mahsa Amini during a protest on October 2, 2022 on Place de la Republique in Paris, following her death in Iran.

 

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"Qu'ils mangent de la brioche"

por josé simões, em 28.08.22

 

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Ultima Generazione

por josé simões, em 22.07.22

 

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Ultima Generazione No Gas No Carbone

 

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