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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

"A herança que deixamos às gerações vindouras"

por josé simões, em 04.10.18

 

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Como eles gostavam de dizer, de dedo esticado em todas as direcções, acusando tudo e todos os que os tinham antecedido, "a herança que vamos deixar às gerações vindouras".

 

 

"Estado já gastou 55% dos fundos da banca para travar défice de 2011"

A medida que, em 2011, permitiu ao Governo cumprir as metas da troika para o défice, continua a pesar nas contas do Estado e custo pode superar as estimativas. Usando critérios mais actualizados, os bancos deveriam ter transferido pelo menos mais 1000 milhões para o Estado.

 


"ANA Aeroportos processada em Bruxelas por lucros excessivos"


Associações internacionais de aviação apresentam queixa na Direcção-Geral da Concorrência da União Europeia por causa do contrato de concessão a privados da ANA Aeroportos, confirmou o Expresso. As taxas são excessivas, dizem, responsabilizando o governo de Passos Coelho e a troika por "más decisões"

 

 

 

 

||| Da série "Aliviar o Peso do Estado na Economia"

por josé simões, em 21.03.16

 

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"Estado chinês ganha quase €400 mil por dia na EDP"


No entanto "o peso do sector público em Portugal está a matar o privado". Social-democracia, sempre!

 

 

 

 

||| Transparência

por josé simões, em 24.09.15

 

 

 

A 11 dias das eleições o «Metro de Lisboa foi autorizado a distribuir os encargos que terá entre 2016 e 2026, algo que se insere na subconcessão da empresa aos espanhóis da Avanza. A autorização chegou a 23 de Setembro, o mesmo dia em que a Portaria foi assinada, publicada e entra em vigor. 23 de Setembro é também o dia da assinatura do contrato da subconcessão.»

 

 

 

 

||| Da próxima vez que virem um Alfa Romeo estacionado em cima do passeio

por josé simões, em 19.09.15

 

Alfa Romeo José Pedo Aguiar-Branco ministro da De

 

 

Está aqui metade da história [*] sobre o tiro de partida para a "ida ao pote" dado por Marco António Costa com o célebre "ou há eleições no país, ou há eleições no PSD" num não menos célebre Conselho Nacional do partido: José Pedro Aguiar-Branco, ministro da defesa do Governo PSD/ CDS ganhou um milhão com a concessão por ajuste directo dos transportes públicos do Porto, cidade por onde é cabeça de lista às legislativas de 2015 pelo PSD/ CDS.


Da próxima vez que virem um carro estacionado em cima do passeio nas horas de expediente já sabem que é porque o "interesse público" está a ser defendido pelo ministro da Defesa.


[*] A outra metade da história saberemos mais tarde quando a História nos fizer o relato da 'abditae causae' por detrás do frenesim privatizador de Sérgio Monteiro num Governo em final de mandato

 

 

 

 

||| Impolutos e eticamente inatacáveis

por josé simões, em 04.09.15

 

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O Governo que se inibe de nomear dirigentes para a administração pública porque estamos a um mês das eleições é o mesmo Governo que privatiza por ajuste directo a um mês das eleições. Impolutos e eticamente inatacáveis.

 

 

 

 

||| O deve e o haver

por josé simões, em 01.07.15

 

 

 

E fazendo de conta que a gente não deu por nenhum deputado ter perguntado ao excelentíssimo doutor secretário de Estado por que raios é que um privado vai querer gastar nos próximos 20 anos em juros aquilo que o Estado vai poupar em igual período de tempo e que justifica a que se queira ver livre das empresas, schnell, schnell, que as eleições ao já no fim do Verão, podia ao menoso senhor, excelentíssimo doutor secretário de Estado, ter esclarecido quanto é que o Estado deixou de embolsar, por via dos pagamentos de comissões e avenças várias a escritórios de advogados e facilitadores vários ligados aos partidos da coligação, com ou sem o aval ministerial, numa duplicação de funções e outsourcing que até era para acabar de vez, segundo o Guião para a Reforma do Estado, mesmo com caracteres extra large e espaçamento duplo entre linhas e tudo.

 

 

 

 

||| Andam amigos de Miguel Pires da Silva a tirar selfies nos corredores do ministério da Economia [*]

por josé simões, em 01.07.15

 

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Não sei o que é mais surpreendente, se o haver pessoas com [falta de] carácter suficiente ao ponto de verem o seu nome associado ao de Pires de Lima  para se fazerem passar por representantes do ministro da Economia, se as pessoas terem já assimilado que representando de Pires de Lima podem retirar vantagens económicas e benefícios vários das privatizações.


[Miguel Pires da Silva e imagem]

 

 

 

 

||| PAF!

por josé simões, em 29.06.15

 

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Portugal À Frente, a aliança que nos restituiu a credibilidade lá fora, arranjou dinheiro para pagar salários e pensões cá dentro e ainda encheu os cofres para fazer face a algum imprevisto, nos intervalos de andar nas televisões a pregar moral ao PS e a chamar de irresponsável o PCP e o Bloco.


«“a Parpública não assegurou que os consultores financeiros (seja para a avaliação prévia ou a assessoria no decurso do processo de venda) ficassem impedidos de assessorar posteriormente os potenciais investidores, no mesmo processo, o que veio a acontecer com a contratação do BESI no processo de (re)privatização da EDP e da REN”»


«Não só o banco de investimento do antigo BES prestou serviços ao Estado como avaliador, como depois foi consultor financeiro dos compradores: a China Tree Gorges, no caso da EDP, e a State Grid, compradora da REN.»


«[...] as avaliações económicas e financeiras da REN e da EDP couberam ao Millennium BCP, Caixa Banco de Investimento (CaixaBI) e BESI, entidades que já estavam pré-seleccionadas para o efeito. Mas os restantes trabalhos de consultadoria financeira foram efectuados conjuntamente pelo CaixaBI e pela Perella, que foi subcontratada pelo banco de investimento da CGD “com o consentimento tácito da Parpública, sem estar incluída na lista dos pré-qualificados para a assessoria financeira aos processos de privatização”.»


«[...] a Parpública “não poderia, por acção ou por omissão, consentir a subcontratação por um candidato pré-qualificado de outra entidade que não figurava na lista”. Um subcontratado que agiu “de forma interventiva e autónoma (…) com o assentimento da Parpública”»


«“dualidade de critérios” no processo de selecção dos assessores. É que para a escolha dos avaliadores e assessores jurídicos foram várias as entidades convidadas a apresentar propostas, mas para a assessoria financeira, “cujo valor foi largamente superior ao dos dois primeiros” só foi convidada uma entidade: o CaixaBI.»


«“falta de transparência” no que toca à “contratação de consultores externos associados aos processos de privatização”; acusa-a de incumprir as orientações da Direcção Geral do Tesouro e Finanças (DGFT) em matéria de contratação de consultadoria técnica e também contesta o entendimento da Parpública de que não está sujeita ao código de contratação pública (CCP) e de que não tem por isso de publicar os respectivos contratos no portal BASE.»


«Estas vendas geraram uma receita bruta de 3,2 mil milhões de euros, dos quais 2,7 mil milhões foram entregues pela Parpública ao Estado para amortização da dívida pública, refere o TdC. Apesar de considerar os modelos de privatização e os encaixes “adequados” e de referir o impacto positivo das operações nas avaliações regulares da troika, o Tribunal destaca que, “numa perspectiva de racionalidade financeira, o timing imposto” para a sua concretização representou para o Estado “um custo de oportunidade” por terem sido realizadas num “enquadramento económico muito negativo”, ao que se soma “a perda de dividendos futuros, anualmente distribuídos por estas empresas”»


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||| A Voz do Povo

por josé simões, em 02.06.15

 

 

 

Ao balcão do café: "Ainda vamos ver o Relvas sentado numa cadeira do conselho de administração da TAP privatizada".

 

 

 

 

||| Coisas Verdadeiramente Surpreendentes

por josé simões, em 27.05.15

 

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Um dos 20 economistas que presta apoio ao programa económico do PSD é "senior advisor" de uma recentemente criada, candidata à privatização da CP Carga,  e que se dedica exclusivamente a restruturações empresariais em Portugal para, poesia pura, "permitir à empresa criar valor a longo prazo para colaboradores, parceiros de negócio, Estado, accionistas e demais ‘stakeholders'", nacionais, europeus e amaricanos .


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||| E ficam desde já avisados

por josé simões, em 16.05.15

 

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Que o Governo, democraticamente eleito e na plenitude de funções, a 4 meses de eleições tem legitimidade para privatizar o que muito bem entender até ao último segundo do último dia de mandato, logo a começar por uma companhia aérea de bandeira que até constava no programa.


O Governo, dos mesmos partidos, que assinou o despacho a autorizar o abate de 2 600 sobreiros, espécie protegida, na Herdade da Vargem Fresca em Benavente, já depois de José Sócrates ter ganho as eleições, com a data do despacho rasurada para uma data anterior, segundo o Expresso, para caber dentro da tal legitimidade do Governo na plenitude de funções.


O Governo dos mesmos partidos que na madrugada da tomada de posse de José Sócrtaes como primeiro-ministro assinou o despacho da não devolução ao Estado do edifício do Casino de Lisboa, no Parque Expo, no final da concessão à Estoril Sol, com Telmo Correia, especialmente profícuo, a assinar 300 – trezentos – 300 despachos numa só madrugada.


Portanto ficam desde já avisados que vai ser saque e fartar vilanagem até ao cair do pano.


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||| Quando até o Correio da Manha consegue perceber

por josé simões, em 12.05.15

 

«Num país sem tradição capitalista, em que os grupos económicos estão habituados a viver à custa de privilégios e rendas do Estado, o processo não passa de uma transferência de propriedade pública para mãos estrangeiras de joias da coroa, com intermediários nacionais a fazerem fortuna pelo caminho, enquanto milhares de trabalhadores são despedidos. Foi assim na Banca, nos seguros, na energia, na Cimpor, na PT. Em alguns casos, houve mesmo crimes de lesa-pátria. O dinheiro dessas vendas não resolveu nenhum problema. E o País ficou mais pobre.»


«Uma triste história

 

A privatização da TAP é mais um triste capítulo de uma história de alienação de soberania nacional.»

 

 

 

||| No dia em que descobres que António Costa é leitor do teu blog

por josé simões, em 08.05.15

 

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«[...] um dia se perceberá porque é que "esta legislatura tem sido devidamente esticada para que este Governo, à última da hora, possa fazer tudo aquilo que em desespero está a procurar fazer"».


«Quanto mais tarde melhor». Já somos dois.


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||| Do fundamentalismo ideológico

por josé simões, em 23.01.15

 

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"O Governo não interfere nessas matérias".


Alínea a) excepto se for para defender interesses privados em prejuízo do interesse público.


«A proposta de António Costa para a transferência da gestão das empresas de transporte de Lisboa para o município, que tinha sido bem recebida pelo Ministério da Economia, foi travada pelo primeiro-ministro, que prefere entregar sector a privados.»


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||| Um exercício

por josé simões, em 21.11.14

 

 

 

 Substituir United Kingdom por Portugal:

 

"Foreign governments are making hundreds of millions of pounds a year running British public services, according to an Independent investigation highlighting how privatisation is benefiting overseas – rather than UK – taxpayers.

 

Swathes of Britain’s energy, transport and utility networks are run by companies owned by other European governments – meaning foreign exchequers reap the dividends while UK customers struggle with increasing fares and bills."

 

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