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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Toda a gente sabe como começa

por josé simões, em 10.04.19

 

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Todas as privatizações de sectores estratégicos da economia começaram com uma abertura a "investidores" privados, a maioria do capital detido pelo Estado, e uma blindagem estatutária ou "golden share" a impedir o privado de ultrapassar 49% do capital da empresa ou da sociedade.

 

 

"Presidente do PSD admite que a Caixa Geral de Depósitos pode vir a ser alvo de privatização, mas mantendo a posição de maioria do Estado."

 

Rio defende que Estado mantenha maioria do capital, mas admite privados na CGD

 

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"A herança que deixamos às gerações vindouras"

por josé simões, em 04.10.18

 

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Como eles gostavam de dizer, de dedo esticado em todas as direcções, acusando tudo e todos os que os tinham antecedido, "a herança que vamos deixar às gerações vindouras".

 

 

"Estado já gastou 55% dos fundos da banca para travar défice de 2011"

A medida que, em 2011, permitiu ao Governo cumprir as metas da troika para o défice, continua a pesar nas contas do Estado e custo pode superar as estimativas. Usando critérios mais actualizados, os bancos deveriam ter transferido pelo menos mais 1000 milhões para o Estado.

 


"ANA Aeroportos processada em Bruxelas por lucros excessivos"


Associações internacionais de aviação apresentam queixa na Direcção-Geral da Concorrência da União Europeia por causa do contrato de concessão a privados da ANA Aeroportos, confirmou o Expresso. As taxas são excessivas, dizem, responsabilizando o governo de Passos Coelho e a troika por "más decisões"

 

 

 

 

Da série "Coisas Verdadeiramente Surpreendentes"

por josé simões, em 13.01.18

 

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||| Da série "Aliviar o Peso do Estado na Economia"

por josé simões, em 21.03.16

 

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"Estado chinês ganha quase €400 mil por dia na EDP"


No entanto "o peso do sector público em Portugal está a matar o privado". Social-democracia, sempre!

 

 

 

 

||| Nacional-piadismo

por josé simões, em 13.02.16

 

 

 

Pedro Passos Coelho acusa o Governo de falta de transparência no processo de privatização da TAP e espera obter esclarecimentos "o mais rapidamente possível", defendendo, ainda, que o Governo não deve ficar à espera que sejam os partidos a chamar o executivo ao parlamento.


"Esta não é uma maneira correta, adulta, não é uma forma madura de tratar os portugueses e a política portuguesa", disse.

 

 

 

 

||| Agit-prop

por josé simões, em 06.02.16

 

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A TAP na teoria é nossa e na prática é deles. Siga.


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||| E respeito nenhum

por josé simões, em 21.11.15

 

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Percebem agora porque é que o mangas de alpaca que a direita tem no governo do Banco de Portugal e onde lava as mãos consoante as conveniências contratou Sérgio Monteiro, com mestrado em PPP’s e doutoramento em contratos swap, para fazer uma, mais uma PPP com o Novo Banco?


«Bancos ficaram com o poder de mandar o Estado renacionalizar a TAP. E de obter nova garantia pública à dívida. Nunca uma privatização tinha tido estas condições.


Risco da dívida da TAP fica no Estado»


O bolso do contribuinte é um poço sem fundo. E respeito nenhum.


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||| Transparência

por josé simões, em 24.09.15

 

 

 

A 11 dias das eleições o «Metro de Lisboa foi autorizado a distribuir os encargos que terá entre 2016 e 2026, algo que se insere na subconcessão da empresa aos espanhóis da Avanza. A autorização chegou a 23 de Setembro, o mesmo dia em que a Portaria foi assinada, publicada e entra em vigor. 23 de Setembro é também o dia da assinatura do contrato da subconcessão.»

 

 

 

 

||| Da próxima vez que virem um Alfa Romeo estacionado em cima do passeio

por josé simões, em 19.09.15

 

Alfa Romeo José Pedo Aguiar-Branco ministro da De

 

 

Está aqui metade da história [*] sobre o tiro de partida para a "ida ao pote" dado por Marco António Costa com o célebre "ou há eleições no país, ou há eleições no PSD" num não menos célebre Conselho Nacional do partido: José Pedro Aguiar-Branco, ministro da defesa do Governo PSD/ CDS ganhou um milhão com a concessão por ajuste directo dos transportes públicos do Porto, cidade por onde é cabeça de lista às legislativas de 2015 pelo PSD/ CDS.


Da próxima vez que virem um carro estacionado em cima do passeio nas horas de expediente já sabem que é porque o "interesse público" está a ser defendido pelo ministro da Defesa.


[*] A outra metade da história saberemos mais tarde quando a História nos fizer o relato da 'abditae causae' por detrás do frenesim privatizador de Sérgio Monteiro num Governo em final de mandato

 

 

 

 

||| Impolutos e eticamente inatacáveis

por josé simões, em 04.09.15

 

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O Governo que se inibe de nomear dirigentes para a administração pública porque estamos a um mês das eleições é o mesmo Governo que privatiza por ajuste directo a um mês das eleições. Impolutos e eticamente inatacáveis.

 

 

 

 

||| O deve e o haver

por josé simões, em 01.07.15

 

 

 

E fazendo de conta que a gente não deu por nenhum deputado ter perguntado ao excelentíssimo doutor secretário de Estado por que raios é que um privado vai querer gastar nos próximos 20 anos em juros aquilo que o Estado vai poupar em igual período de tempo e que justifica a que se queira ver livre das empresas, schnell, schnell, que as eleições ao já no fim do Verão, podia ao menoso senhor, excelentíssimo doutor secretário de Estado, ter esclarecido quanto é que o Estado deixou de embolsar, por via dos pagamentos de comissões e avenças várias a escritórios de advogados e facilitadores vários ligados aos partidos da coligação, com ou sem o aval ministerial, numa duplicação de funções e outsourcing que até era para acabar de vez, segundo o Guião para a Reforma do Estado, mesmo com caracteres extra large e espaçamento duplo entre linhas e tudo.

 

 

 

 

||| Andam amigos de Miguel Pires da Silva a tirar selfies nos corredores do ministério da Economia [*]

por josé simões, em 01.07.15

 

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Não sei o que é mais surpreendente, se o haver pessoas com [falta de] carácter suficiente ao ponto de verem o seu nome associado ao de Pires de Lima  para se fazerem passar por representantes do ministro da Economia, se as pessoas terem já assimilado que representando de Pires de Lima podem retirar vantagens económicas e benefícios vários das privatizações.


[Miguel Pires da Silva e imagem]

 

 

 

 

||| PAF!

por josé simões, em 29.06.15

 

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Portugal À Frente, a aliança que nos restituiu a credibilidade lá fora, arranjou dinheiro para pagar salários e pensões cá dentro e ainda encheu os cofres para fazer face a algum imprevisto, nos intervalos de andar nas televisões a pregar moral ao PS e a chamar de irresponsável o PCP e o Bloco.


«“a Parpública não assegurou que os consultores financeiros (seja para a avaliação prévia ou a assessoria no decurso do processo de venda) ficassem impedidos de assessorar posteriormente os potenciais investidores, no mesmo processo, o que veio a acontecer com a contratação do BESI no processo de (re)privatização da EDP e da REN”»


«Não só o banco de investimento do antigo BES prestou serviços ao Estado como avaliador, como depois foi consultor financeiro dos compradores: a China Tree Gorges, no caso da EDP, e a State Grid, compradora da REN.»


«[...] as avaliações económicas e financeiras da REN e da EDP couberam ao Millennium BCP, Caixa Banco de Investimento (CaixaBI) e BESI, entidades que já estavam pré-seleccionadas para o efeito. Mas os restantes trabalhos de consultadoria financeira foram efectuados conjuntamente pelo CaixaBI e pela Perella, que foi subcontratada pelo banco de investimento da CGD “com o consentimento tácito da Parpública, sem estar incluída na lista dos pré-qualificados para a assessoria financeira aos processos de privatização”.»


«[...] a Parpública “não poderia, por acção ou por omissão, consentir a subcontratação por um candidato pré-qualificado de outra entidade que não figurava na lista”. Um subcontratado que agiu “de forma interventiva e autónoma (…) com o assentimento da Parpública”»


«“dualidade de critérios” no processo de selecção dos assessores. É que para a escolha dos avaliadores e assessores jurídicos foram várias as entidades convidadas a apresentar propostas, mas para a assessoria financeira, “cujo valor foi largamente superior ao dos dois primeiros” só foi convidada uma entidade: o CaixaBI.»


«“falta de transparência” no que toca à “contratação de consultores externos associados aos processos de privatização”; acusa-a de incumprir as orientações da Direcção Geral do Tesouro e Finanças (DGFT) em matéria de contratação de consultadoria técnica e também contesta o entendimento da Parpública de que não está sujeita ao código de contratação pública (CCP) e de que não tem por isso de publicar os respectivos contratos no portal BASE.»


«Estas vendas geraram uma receita bruta de 3,2 mil milhões de euros, dos quais 2,7 mil milhões foram entregues pela Parpública ao Estado para amortização da dívida pública, refere o TdC. Apesar de considerar os modelos de privatização e os encaixes “adequados” e de referir o impacto positivo das operações nas avaliações regulares da troika, o Tribunal destaca que, “numa perspectiva de racionalidade financeira, o timing imposto” para a sua concretização representou para o Estado “um custo de oportunidade” por terem sido realizadas num “enquadramento económico muito negativo”, ao que se soma “a perda de dividendos futuros, anualmente distribuídos por estas empresas”»


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||| É assim que a coisa funciona

por josé simões, em 14.06.15

 

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«Questionado pelos jornalistas numa conferência de imprensa em Seul, na Coreia do Sul, sobre se a situação do Grupo Espírito Santo pode ter consequências na economia portuguesa, Cavaco Silva afirmou que o "Banco de Portugal tem sido peremptório, categórico, a afirmar que os portugueses podem confiar no Banco Espírito Santo (BES)".


O Presidente da República justificou que os portugueses podem confiar no BES "dado que as folgas de capital são mais do que suficientes para cobrir a exposição que o banco tem à parte não financeira, mesmo na situação mais adversa".»

 

 

«Interrogado sobre a avaliação que Bruxelas fará do negócio, o Presidente da República explicou que as informações que recebe são dadas pelo Governo e pela Direcção-Geral da Concorrência, adiantando que a conjugação dos dois documentos aponta para que a TAP tenha possibilidade de permanecer uma "companhia europeia autónoma, com um hub [base de operações] em Portugal, satisfazendo serviços públicos e mantendo as especificidades próprias" relativas ao Brasil e ao países africanos de língua oficial portuguesa» o que o leva a estar «"mais aliviado" relativamente à privatização da TAP».


É assim que a coisa funciona, Cavaco Silva não disse, Cavaco Silva disse que lhe disseram, o que não é bem a mesma coisa de dizer e que é o esconderijo dos cobardes e dos irresponsáveis para quando as coisas correm mal, depois. Porque antes, a ideia era Cavaco dizer e dar a cara e quem foi ao engano porque ouviu Cavaco dizer é porque estava desatento porque Cavaco não disse, Cavaco disse que lhe disseram. Temos pena.


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||| Como diz "o outro", o resto são pinares

por josé simões, em 11.06.15

 

Matthew Smith-National Geographic Traveler Photo C

 

 

Importa agora é saber quem foi o facilitador e qual o escritório de advogados que trabalhou com o consórcio vencedor para perceber quem é quem e aferir o respectivo peso, de momento, na coligação de direita. O resto são pinares, como diz "o outro".


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