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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Somos uma nação de palermas?

por josé simões, em 30.09.19

 

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"O novo ouro de Portugal" vem logo a seguir ao velho ouro de Portugal. E o velho ouro de Portugal foi o ouro do Brasil que enriqueceu umas quantas famílias à roda do rei, fez um palácio em Mafra, que serviu para nada até Saramago se lembrar de escrever um livro, e permitiu aos ingleses, por via dos tratados assinados, amealhar reservas para fazer a maior praça financeira da Europa, até hoje.

E a seguir ao velho ouro de Portugal, que foi o ouro do Brasil, veio o velho ouro da CEE, que enriqueceu umas quantas famílias à roda do poder político eleito, fez uns palácios de alcatrão que serviram para as pessoas fugirem mais rapidamente do interior para os grandes centros urbanos no litoral e daí para o Algarve nas férias pontes e feriados, e permitiu, por via dos tratados assinados, a agricultura e pescas em Espanha, França, Alemanha e Itália, e os abates em Portugal.

E a seguir ao velho ouro de Portugal, que foi o ouro do Brasil, e do velho ouro de Portugal, que foi o ouro dos fundos da CEE, veio o "petróleo verde", que enriqueceu umas quantas famílias ligadas às celuloses, privatizadas ou liberalizadas pelo poder político eleito, permitiu que umas centenas avulso, que recebem parcas reformas, recebessem mais umas centenas de euros de xis em xis anos e desordenou o território, destruiu ecossistemas, desertificou o interior que restava e inventou a industria do combate aos incêndios paga pelos impostos dos contribuintes.

Agora, a seguir ao velho ouro e ao velho ouro e ao "petróleo verde" eis que aparecem uns inteligentes a falar no novo ouro, assim a modos de sermos a Arábia Saudita da Europa, mas com as mulheres destapadas e sem chibatadas e cabeças cortadas, e toda a gente "sim senhor! sim senhor" o Euromilhões para todos e "o conto de fadas do crescimento económico eterno".  Somos uma nação de palermas?

 

 

 

 

O drama das Bonifácios desta vida

por josé simões, em 10.07.19

 

 

 

Faz hoje precisamente três anos que Portugal se sagrou campeão da Europa em futebol com uma equipa de pretos, ciganos e brasileiros, estranhos à "entidade civilizacional e cultural milenária que dá pelo nome de Cristandade", não herdeiros dos "Direitos Universais do Homem decretados pela Grande Revolução Francesa de 1789", e isto, como diz o povo, é do caralho!

 

 

 

 

A direita radical no seu melhor

por josé simões, em 27.06.19

 

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Deputada ao Parlamento num país que está 11 pontos abaixo de Portugal no Índice de Percepção da Corrupção pergunta a Marcelo Rebelo de Sousa "¿Qué hará para que el Gobierno socialista se tome en serio la lucha contra la corrupción?"

 

[Gráfico na imagem]

 

 

 

 

Isto é grave, não há volta a dar-lhe

por josé simões, em 26.06.19

 

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"Portugal é o país que menos cumpre as recomendações do Conselho da Europa contra a corrupção. Um relatório agora publicado garante que no final de 2018 faltavam cumprir 73% dessas recomendações."

 

Conselho da Europa critica o Estado português pela falta de medidas contra um crime especialmente grave.

 

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A direita radical e a má execução de fundos comunitários

por josé simões, em 08.05.19

 

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Já estamos a ver a dona @CristasAssuncao e o senhor @NunoMeloCDS de @Publico na mão a exigirem explicações ao @govpt e ao ministro da tutela por esta má execução de fundos comunitários.

 

 

 

 

Curiosamente ninguém se lembrou de ir entrevistar o senhor merceeiro

por josé simões, em 22.04.19

 

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Empresas estrangeiras em Portugal pagam salários 40,6% acima da média e têm produtividade muito superior

 

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Gillettes amarelas*

por josé simões, em 20.12.18

 

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A verdade é que se as televisões não tivessem passado as duas últimas semanas, a todas as horas certas em todos os telejornais, a falar no protesto dos coletes amarelos, "convocado pelas redes sociais" [sic], entremeado pelos debates de "opinião pública" com convidados especialistas em protestos de coletes amarelos, ninguém dava pelo protesto dos coletes amarelos, "convocado pelas redes sociais" [sic] que fazem as agendas das televisões e do jornalismo miserável, mal pago, feito por estagiários.

 

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*Tentativa de trocadilho com "gilets jaunes"

 

 

 

 

Piada feita

por josé simões, em 11.12.18

 

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Um dia depois de um Prós e Contras sobre os limites do humor, António Lobo Antunes, autor de o Auto dos Ressabiados, aparece no catalão La Vanguardia a lamentar Portugal e Espanha não serem um só país.

 

 

 

 

Ladies & Gentlemen, o senhor Brexit

por josé simões, em 27.11.18

 

 

 

[Via]

 

 

 

 

O socialismo, o comunismo, o esquerdismo, o aumento do salário mínimo e a reversão das reformas estruturais, Capítulo IV

por josé simões, em 21.06.18

 

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Portugal atinge recorde de projectos de investimento estrangeiro em 2017


De acordo com um estudo da EY, Portugal nunca contou tantos projectos de investimento estrangeiro como em 2017. É agora considerado o país mais atractivo da Europa para investir no curto-prazo.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Afinal havia outra

por josé simões, em 15.04.18

 

 

 

[Via]

 

 

 

 

Só temos o que merecemos e ainda assim foi pouco

por josé simões, em 06.03.18

 

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Cortaram o subsídio de desemprego, no valor e na duração, e ainda o Rendimento Social de Inserção porque era preciso obrigar os manhosos e os calaceiros a saírem de casa para procurar os empregos que não havia.

Cortaram os dias de férias, reduziram feriados e aumentaram o horário de trabalho porque era preciso trabalhar mais e ganhar menos para recuperar um país.

Cortaram o valor a pagar pela hora extra e dia feriado e ainda os valores das indemnizações a pagar por despedimento porque era urgente fazer mais com menos e dar sustentabilidade às empresas que é quem cria riqueza e emprego.

Aplicaram taxas e contribuições sobre o IRS, o subsídio de férias e o subsídio de Natal, vulgo 13.º mês, porque o dinheiro não chegava para nada e havia que cumprir perante os credores que nos salvaram da desgraça.

Depois disto tudo o primeiro-ministro vem a público lastimar-se que a reforma que havia deixado por por fazer tinha sido a de baixar os custos do trabalho e ganha as eleições poucos meses depois.

Só temos o que merecemos e ainda assim foi pouco.

 

Portugueses trabalham mais horas e têm menos férias do que a média europeia

 

 

Por ano, os portugueses passam mais três semanas no trabalho do que os alemães ou holandeses

 

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Saudades

por josé simões, em 28.02.18

 

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Portugal pode ser o único país europeu com licenciatura em medicina chinesa

 

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O socialismo, o comunismo, o esquerdismo, o aumento do salário mínimo e a reversão das reformas estruturais

por josé simões, em 14.02.18

 

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Economia portuguesa cresceu 2,7% em 2017, o ritmo mais rápido desde 2000

 

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Da série "O Aumento do Salário Mínimo é Inimigo do Investimento Estrangeiro"

por josé simões, em 09.02.18

 

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Com uma frase o director de Assuntos Institucionais da Google Portugal arrumou com a ideia dos baixos salários e precariedade como modelo de desenvolvimento para o país, defendida pelo Governo de Passos Coelho/ Paulo Portas, e simbolicamente concretizada pelo ministro do CDS Pedro Mota Soares com a assinatura em Maio de 2014 de um protocolo entre o Instituto de Emprego e Formação Profissional e a McDonald’s.

 

"Havia uma série de países em lista para abrir este escritório e os custos laborais não foram o motivo para vir para cá. Posso assegurar que havia outras opções com custos laborais mais baixos".

 

O espaço da Google que vai abrir em Oeiras não é um 'call center', mas sim um centro de operações com vários serviços

 

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