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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

A direita radical e a má execução de fundos comunitários

por josé simões, em 08.05.19

 

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Já estamos a ver a dona @CristasAssuncao e o senhor @NunoMeloCDS de @Publico na mão a exigirem explicações ao @govpt e ao ministro da tutela por esta má execução de fundos comunitários.

 

 

 

 

Curiosamente ninguém se lembrou de ir entrevistar o senhor merceeiro

por josé simões, em 22.04.19

 

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Empresas estrangeiras em Portugal pagam salários 40,6% acima da média e têm produtividade muito superior

 

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Gillettes amarelas*

por josé simões, em 20.12.18

 

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A verdade é que se as televisões não tivessem passado as duas últimas semanas, a todas as horas certas em todos os telejornais, a falar no protesto dos coletes amarelos, "convocado pelas redes sociais" [sic], entremeado pelos debates de "opinião pública" com convidados especialistas em protestos de coletes amarelos, ninguém dava pelo protesto dos coletes amarelos, "convocado pelas redes sociais" [sic] que fazem as agendas das televisões e do jornalismo miserável, mal pago, feito por estagiários.

 

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*Tentativa de trocadilho com "gilets jaunes"

 

 

 

 

Piada feita

por josé simões, em 11.12.18

 

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Um dia depois de um Prós e Contras sobre os limites do humor, António Lobo Antunes, autor de o Auto dos Ressabiados, aparece no catalão La Vanguardia a lamentar Portugal e Espanha não serem um só país.

 

 

 

 

Ladies & Gentlemen, o senhor Brexit

por josé simões, em 27.11.18

 

 

 

[Via]

 

 

 

 

O socialismo, o comunismo, o esquerdismo, o aumento do salário mínimo e a reversão das reformas estruturais, Capítulo IV

por josé simões, em 21.06.18

 

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Portugal atinge recorde de projectos de investimento estrangeiro em 2017


De acordo com um estudo da EY, Portugal nunca contou tantos projectos de investimento estrangeiro como em 2017. É agora considerado o país mais atractivo da Europa para investir no curto-prazo.

 

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Afinal havia outra

por josé simões, em 15.04.18

 

 

 

[Via]

 

 

 

 

Só temos o que merecemos e ainda assim foi pouco

por josé simões, em 06.03.18

 

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Cortaram o subsídio de desemprego, no valor e na duração, e ainda o Rendimento Social de Inserção porque era preciso obrigar os manhosos e os calaceiros a saírem de casa para procurar os empregos que não havia.

Cortaram os dias de férias, reduziram feriados e aumentaram o horário de trabalho porque era preciso trabalhar mais e ganhar menos para recuperar um país.

Cortaram o valor a pagar pela hora extra e dia feriado e ainda os valores das indemnizações a pagar por despedimento porque era urgente fazer mais com menos e dar sustentabilidade às empresas que é quem cria riqueza e emprego.

Aplicaram taxas e contribuições sobre o IRS, o subsídio de férias e o subsídio de Natal, vulgo 13.º mês, porque o dinheiro não chegava para nada e havia que cumprir perante os credores que nos salvaram da desgraça.

Depois disto tudo o primeiro-ministro vem a público lastimar-se que a reforma que havia deixado por por fazer tinha sido a de baixar os custos do trabalho e ganha as eleições poucos meses depois.

Só temos o que merecemos e ainda assim foi pouco.

 

Portugueses trabalham mais horas e têm menos férias do que a média europeia

 

 

Por ano, os portugueses passam mais três semanas no trabalho do que os alemães ou holandeses

 

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Saudades

por josé simões, em 28.02.18

 

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Portugal pode ser o único país europeu com licenciatura em medicina chinesa

 

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O socialismo, o comunismo, o esquerdismo, o aumento do salário mínimo e a reversão das reformas estruturais

por josé simões, em 14.02.18

 

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Economia portuguesa cresceu 2,7% em 2017, o ritmo mais rápido desde 2000

 

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Da série "O Aumento do Salário Mínimo é Inimigo do Investimento Estrangeiro"

por josé simões, em 09.02.18

 

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Com uma frase o director de Assuntos Institucionais da Google Portugal arrumou com a ideia dos baixos salários e precariedade como modelo de desenvolvimento para o país, defendida pelo Governo de Passos Coelho/ Paulo Portas, e simbolicamente concretizada pelo ministro do CDS Pedro Mota Soares com a assinatura em Maio de 2014 de um protocolo entre o Instituto de Emprego e Formação Profissional e a McDonald’s.

 

"Havia uma série de países em lista para abrir este escritório e os custos laborais não foram o motivo para vir para cá. Posso assegurar que havia outras opções com custos laborais mais baixos".

 

O espaço da Google que vai abrir em Oeiras não é um 'call center', mas sim um centro de operações com vários serviços

 

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Viver acima das nossas possibilidades

por josé simões, em 22.12.17

 

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Quando vos disserem que não há dinheiro para nada e que é preciso trabalhar até aos 70 anos por causa da sustentabilidade da Segurança Social e blah-blah-blah e que a esperança de vida aumentou e blah-blah-blah; quando vos disserem que não há dinheiro para nada e que há que racionalizar meios e custos para garantir a sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde e que temos de fazer mais com menos e ainda aumentar as taxas moderadoras para dissuadir falsas urgências ao mesmo tempo que se congelam salários a médicos, enfermeiros e técnicos de diagnóstico e terapêutica enquanto se subcontratam clínicos a empresas de trabalho temporário; quando vos disserem que não há dinheiro para nada e que as escolas têm de continuar como estão sem obras de modernização e beneficiação e que os axilares que faltam são os auxiliares que vão continuar a faltar e que as turmas têm de ter mais uns quantos alunos além daquilo que é pedagogicamente aconselhado porque a natalidade está a baixar e professores admitidos nos quadros nem pensar e aumentos salariais ainda menos; quando vos disserem que não há dinheiro para nada e que temos de pagar mais uma taxa por isto e mais uma taxa por aquilo e mais uma taxa por aquele outro, que é para garantir a qualidade do ar e a qualidade da água e a preservação do meio ambiente e o tratamento dos lixos; quando vos disserem que não há dinheiro lembrem-se sempre que "salvar bancos já custou mais 14 mil milhões de euros aos contribuintes" e que "os contribuintes portugueses tiveram encargos de 14,6 mil milhões de euros como salvamento e a ajuda à banca entre 2008 e 2016" e que "o custo líquido imputado aos contribuintes corresponde a 8% do Produto Interno Bruto" e que não podemos continuar a viver acima das nossas possibilidades porque não há dinheiro para nada e temos de nos contentar com um Estado social pequenino à medida do dinheiro que não há para nada.

 

 

 

 

O Califado Omíada

por josé simões, em 01.12.17

 

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O Califado Omíada

 

Mundial 2018: Portugal defronta Espanha, Irão e Marrocos no Grupo B

 

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"França, Espanha e Portugal"

por josé simões, em 26.10.17

 

 

Se fosse "Itália, Espanha e Portugal", ou até mesmo incluir a Alemanha no rol, podíamos sempre argumentar que são os resquícios dos fascismos e a tradicional aversão à liberdade de expressão, no caso português, bastas vezes sancionada em última instância pelo Tribunal Europeu dos Direitos Humanos. Com Vichy no molho a sobrepor-se à "Liberdade" caso ganha outros contornos, outra dimensão e outro perigo de contágio. Isto é grave e para levar a sério e merecedor de manif na Praça do Comércio.

 

The Internet is our greatest and most egalitarian public sphere: Never before was it possible for everyone to publish their creative works worldwide, at no cost, without seeking anyone’s approval. But some want to change that.

 

The open and participatory internet was made possible by laws that protect internet providers and online platforms from liability: It’s not the duty of platforms to monitor everything users do. It’s not their fault if users commit copyright infringement – as long as they promptly react when informed of any such occurrence.

 

Without these laws, there would be no YouTube and no SoundCloud today. For most of us, the internet would be more like cable TV: We could consume, but we couldn’t take part.

 

Documents leaked today by Statewatch expose: The governments of France, Spain and Portugal are pushing to redesign the web away from openness and towards the tight control of cable TV, where a few big companies get to say what goes on the air.

 

Um resumo em português:

 

A proposta de um filtro obrigatório "iria criar um sistema onde os cidadãos serão sujeitos a plataformas que bloqueiam o upload de conteúdo, mesmo quando é perfeitamente legal a utilização de conteúdos com direitos de autor", acusam 27 organizações numa carta conjunta.

 

Outro resumo em português:

 

Três associações portuguesas de defesa dos direitos digitais acusam governo português de querer restringir o acesso à Internet com a proposta de alteração da reforma Europeia de Direitos de Autor

 

 

 

 

Os que no governo querem realizar a revolução socialista

por josé simões, em 16.09.17

 

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Standard & Poor's retira Portugal do 'lixo'

 

[Aqueles que ainda piam fingem que piam]