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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Entretanto em Varsóvia, Polónia...

por josé simões, em 01.05.19

 

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A few hundred mostly young people jointly ate bananas outside Warsaw’s top national gallery on Monday to protest what they called censorship, after authorities removed artwork there featuring the fruit, saying it was improper.

 

 

 

 

Dúvida legítima

por josé simões, em 26.04.19

 

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As pessoas deixaram de comer ao domingo?

As pessoas começaram a abastecer-se ao sábado porque no domingo está fechado e o merceeiro poupa em salários e subsídios diversos?

Só a "Joaninha" é obrigada a fechar ao domingo, numa clara perseguição xenófoba-comercial num país da União Europeia?

 

"Fecho ao domingo na Polónia trava lucros da Jerónimo Martins"

A dona do Pingo Doce foi penalizada pelo encerramento dos supermercados ao domingo na Polónia, onde tem a Biedronka. Lucros caíram 14,5%.

 

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O Mal

por josé simões, em 31.01.17

 

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Poland's Institute of National Remembrance has published details of 9,686 guards who worked at Auschwitz.

 

The names of almost 10,000 Nazi SS commanders and guards who helped in the extermination of more than a million Jews at Auschwitz have been posted online for the first time.

 

The huge searchable database, which includes hundreds of photographs, has been uploaded by Poland's Institute of National Remembrance (INR) in an attempt to dispel false claims that many of the guards were Polish.

 

The list of 9,686 names are predominantly German and their pre-war occupations are listed as farmers, butchers, teachers, cobblers and all manner of jobs.





 

 

 

||| PàF [Polónia à Frente]

por josé simões, em 03.01.16

 

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"Como se o mundo devesse ir apenas num único sentido, segundo um modelo marxista – uma nova mistura de culturas e de raças, um mundo de ciclistas e vegetarianos, que só se interessa por energias renováveis e se opõe a todas as religiões. Isto não tem nada a ver com as raízes polacas tradicionais"


Podia ter sido dito por um qualquer ministro ou secretário de Estado da coligação PSD/ CDS entre Junho de 2011 e Outubro de 2015, ou podia mesmo ter sido dito por Pedro Passos Coelho ou Paulo Portas, com a mão no peito na primeira fila do genuflexório reservado, ou por Cavaco Silva num dos muitos avisamentos que fez aos portugueses e continua a ser dito e escrito na velha bloga da nova direita que forneceu a nova ideologia ao novo PSD e ao novo CDS para onde regressam agora os "técnicos" e "especialistas" e outros pantomineiros que, durante estes quatro anos, colonizaram a administração pública e vampirizaram o Orçamento do Estado, preocupados que estão com Jeremy Corbyn, Sampaio da Nóvoa, Yanis Varoufakis, Mariana Mortágua, verdadeiros perigos para o Estado de direito e para a liberdade de expressão, sem nunca terem ouvido falar na Hungria e na Polónia despreocupados com a democracia a funcionar na França da dona Marine.


É uma cura, não é a solução final que a História ainda não é suficientemente História: "Queremos simplesmente curar o nosso país de algumas doenças"


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||| 1 de Setembro de 1939 – 1 de Setembro de 2014

por josé simões, em 01.09.14

 

 

 

 

 

 

 

||| Entretanto em Nowa Huta, Polónia

por josé simões, em 18.06.14

 

 

 

«Pissing Lenin Statue Erected In Poland»

 

 

 

 

 

 

||| Saudades de Bierut?

por josé simões, em 28.03.14

 

 

 

Os critérios editoriais do Expresso são como a vontade de Deus, insondáveis e inescrutáveis, mas liberdade de expressão é liberdade de expressão e liberdade de imprensa é liberdade de imprensa e era só o que faltava, o Expresso, que não é "o que de melhor se faz na imprensa portuguesa" nem pouco mais ou menos, censurar um imbecil por causa das relações diplomáticas entre Estados. Era assim a modos que um bocado… imbecil. Há sempre a possibilidade de deixar de comprar e deixar de ler, caso o excelentíssimo senhor embaixador não tenha dado por isso.

 

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||| In vino veritas

por josé simões, em 02.03.14

 

 

 

Que tenha sido gritado por um polaco, da Polónia; que tenha sido gritado por um polaco, da Polónia, em território alemão, é certamente um pormenor.

 

Que tenha sido gritado por um eurodeputado polaco, da Polónia; que tenha sido gritado por um eurodeputado polaco, da Polónia, vice-presidente de um Parlamento Europeu, presidido por um social-democrata alemão, da Alemanha, 70 anos depois, é certamente um pormenor e uma singularidade de uma União Europeia criada para evitar que se tornasse a gritar "Heil Hitler!" em Frankfurt ou em Varsóvia.

 

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|| Lebensraum

por josé simões, em 22.04.13

 

 

 

A Europa unida, do humanismo e da solidariedade entre estados e nações, como foi idealizada pelos "pais fundadores" Jean Monnet e Robert Schuman, sim. A Europa da destruição do Estado social, do paralelo a dividir os estados do norte dos do sul, dos cozinhados de bastidores em Bruxelas e onde os cidadãos não são chamados a pronunciar-se sobre os seus destinos, não.

 

O desplante chegou a tal ponto que as declarações já são proferidas no Deutsche Bank em Berlim e, ainda que na presença de um camarada de grupo parlamentar, no Parlamento Europeu, ainda assim primeiro-ministro da Polónia.

 

Tusk disse «seria "perigoso" que outros países da Europa sintam que a Alemanha está a tentar impor o seu próprio modelo económico ao resto dos países». Merkel negou. «Precisamos de estar prontos para romper com o passado e dar o passo em frente».

 

O problema é que para a Europa, a [ainda] da memória vivida e a da memória transmitida, este romper com o passado e dar um passo em frente, pela praxis política actual, soa a regresso ao passado que esteve na génese da construção europeia: impossibilitar a Europa como nova denominação para o Reich Alemão.

 

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|| 70 anos hoje

por josé simões, em 19.04.13

 

 

 

Polónia, Varsóvia, 19 de Abril de 1943.

 

 

 

 

 

 

|| O gueto de Varsóvia

por josé simões, em 04.03.13

 

 

|| Choque e pavor

por josé simões, em 30.05.12

 

 

 

Os campos da morte polacos, que foram os campos da morte alemães, não apagam o anti-semitismo polaco, a colaboração e as denúncias durante a ocupação e as "comissões de recepção & boas-vindas" que os sobreviventes aos campos da morte tiveram no regresso à Polónia, às suas terras, às suas casas, ocupadas por "genuínos polacos", finda a guerra e depois da libertação. Não, Obama não cometeu uma gaffe, não soube foi construir a frase.

 

[Imagem fanada no Corriere della Sera]

 

 

 

 

 

 

|| Entretanto na Polónia

por josé simões, em 17.04.12

 

 

 

Mais propriamente em Varsóvia, a do Pacto: Realismo Pós-Socialista

 

 

 

 

 

 

 

|| A maldição de Katyn

por josé simões, em 10.04.10

 

 

 

 

 

«Primeiro a elite da Segunda República polaca é assassinada na floresta de Smolensk, agora a elite intelectual da Terceira República morre neste acidente trágico quando se aproximavam do aeroporto de Smolensk»

 

(O massacre de Katyn, o filme)

 

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|| As sombras do passado

por josé simões, em 31.08.09

 

 

 

«“as sombras do passado não devem escurecer as do presente e, menos ainda, a futura cooperação entre a Rússia e a Polónia”»

 

Nas sombras do passado, Lenine está presente em espírito na fotografia, que faz sombra a Estaline, que por sua vez se ri enquanto faz sombra a Molotov e Ribbentrop: A Polónia foi responsável pelo deflagrar da II Guerra Mundial e a punição não se fez esperar. Dizer isto é revisionismo.

 

Adenda: Ver também