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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Alguma vez havia de dar merda

por josé simões, em 11.06.18

 

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A estupidez do politicamente correcto, para o caso e por ser um quase exclusivo da esquerda, nomeado de "linguagem inclusiva", do "eles e elas", do "bom dia a todas e a todos", do "homens e mulheres", alguma vez havia de dar merda. E deu. Deu para o lado do mais fraco, o lado que é suposto a suposta linguagem supostamente inclusiva proteger e incluir, o lado das trabalhadoras, com a empresa espanhola Aceites y Energía Santamaría a recusar pagar retroactivos das actualizações salariais às mulheres alegando que o acordo colectivo de trabalho fala em trabalhadores" e não em trabalhadoras.

 

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ADENDA: Isabel Casanova em "Calem-se, por favor, mas de vez!"

 

 

 

 

Políticamente correcto my ass!

por josé simões, em 28.12.16

 

 

 

Este blogue, que fez campanha activa pelo casamento entre pessoas do mesmo sexo; este blogue que, durante meses, teve um banner na então coluna da direita a defender o casamento entre pessoas do mesmo sexo, este blogue que, por causa disso, teve a caixa de comentários inundada com de "paneleiro de merda" para cima.

 

 

 

 

|| Da série "Coisas Verdadeiramente Estúpidas"

por josé simões, em 24.06.09

 

 

 

Desde 1929 que o Popeye come espinafres e fuma. De cachimbo. Aliás, até acho estranho que nunca nenhuma marca de tabaco para cachimbeiros se tenha lembrado de aproveitar o personagem para fins publicitários; do género: A Cachimbar Since 1929. Adiante. O meu avô não viu o Popeye, não por que não gostasse, mas porque havia mais que fazer no Alentejo por essas alturas, e cinemas era coisa de patrão. Já o meu pai via o Popeye, comigo e com o meu irmão, e partíamo-nos todos a rir à gargalhada. Coisa que, e apesar de já ter visto todos, também faço com o meu filho. Nesta cadeia toda só eu é que fumo, mas como não é “de cachimbo”, não foi por culpa do Popeye… Senão também tinha começado a gostar de sopa de espinafres, coisa que abomino.

 

E como diz a Paula Keaveney, não foi por ver o filme Che Guevara que se tornou uma revolucionária e partiu para as montanhas