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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Assim se fazem as primeiras páginas com as fugas ao segredo de justiça

por josé simões, em 10.09.18

 

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[Via]

 

 

 

 

Direitos LOL Humanos

por josé simões, em 23.08.16

 

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«O ministério da Justiça (MJ) deu ordens à Polícia Judiciária (PJ) para suspender a participação no projecto europeu destinado a treinar os inspectores em técnicas de interrogatório a suspeitos de criminalidade organizada transnacional. Esta decisão veio na sequência de vários protestos de partidos e organizações de esquerda, principalmente do PCP, porque a coordenação técnica era de Israel, cujas forças de segurança "violam os direitos humanos".»


«Importante realidade do quadro internacional, nomeadamente pelo seu papel de resistência à «nova ordem» imperialista, são os países que definem como orientação e objectivo a construção duma sociedade socialista - Cuba, China, Vietname, Laos e R.D.P. da Coreia.»

 

 

 

 

||| A direita mais ridícula do mundo [e arredores]

por josé simões, em 29.10.14

 

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Desde as "escutas a Belém" que não se via tamanho atentado ao Estado de direito.


[Imagem]

 

 

 

 

||| O "sentido de Estado" do senhor

por josé simões, em 11.03.14

 

 

 

Descontando o habitual, e o habitual é a arte que Pedro Passos Coelho domina com mestria e que consiste em aplicar aos outros tudo o que lhe encaixa que nem uma luva – "Aqueles que querem realizar o irrealizável acabam por não ser justos nem oferecer segurança aos cidadãos, acabando por pôr em causa o Estado Social", é, no mínimo, de uma enorme falta de sentido de Estado e de uma não menos enorme falta de respeito por uma instituição que se quer blindada a debates político-partidários e a opções de governação, que o primeiro-ministro se aproveite das câmaras e dos microfones, numa cerimónia oficial dentro das instalações da Polícia Judiciária, para passar recados à oposição e ao consenso, finalmente encontrado entre todos os quadrantes políticos, a pedido do Presidente da República.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| 1+1 [ainda é] = 2?

por josé simões, em 02.12.11

 

 

 

«o Correio da Manhã traz uma história que não é história, alguém contou em segunda mão uma história da qual pouco sabia […] …porque enquanto isto esteve só no domínio da polícia de Aveiro, que foram altamente profissionais nada disto se soube, a história é, chega a Lisboa e é um circo, Lisboa aliás, ultimamente, e a Polícia Judiciária é um circo, aquilo toda a gente quer aparecer nas televisões» [a partir do minuto 13:40]

 

Ou o excelentíssimo senhor Procurador-geral da República já tem por onde começar ou vai mandar abrir mais um inquérito porque o filho do pai queria aparecer num programa de televisão?

 

[Imagem “Chiquita Banana”by Mel Ramos]

 

 

 

 

 

 

|| Estamos quase na quadra natalícia

por josé simões, em 30.09.11

 

 

 

E se as cláusulas processuais e os erros processuais e os recursos processuais e as outras almofadas processuais não funcionarem há sempre aquela coisa do indulto presidencial. Calma.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| O respeitinho é muito bonito

por josé simões, em 17.06.11

 

 

 

E o pior é que a mentalidade não vai mudar seja ele qual for o Governo. As mentalidades não têm passagens administrativas. Veja-se, a título de exemplo, o affair Dominique Strauss-Kahn e a onda de protestos que gerou. Que Dominique Strauss-Kahn não devia ter sido tratado assim, a figura acessorizada pelas algemas e mais a barba de 3 dias, a imagem exposta como um vulgar criminoso. Todos os cidadãos são iguais perante a Lei mas uns há que são mais iguais do que outros, apesar de esses uns nunca se lembrarem de quem são quando cometem ilegalidades do foro "exclusivo" dos outros.

 

«Portanto, os senhores magistrados não só descobriram uma figura processual alternativa às buscas – a "colaboração" – como agora vão aos locais em "consulta" de documentação como quem vai ao arquivo histórico pesquisar para uma tese de mestrado.»

 

 

 

 

 

 

Qual foi a parte que eu não percebi?!

por josé simões, em 08.05.08

 

"Não faço comentários enquanto o Governo não explicar os critérios da nomeação"
António Cluny, presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público.
 
Por que cargas de água, numa democracia representativa, um Governo, eleito em eleições livres e justas, tem de explicar a um dirigente sindical os critérios usados numa nomeação assente numa base legal?
 
 

“amigo pessoal há muitos anos”

por josé simões, em 06.05.08

 

Para ser sincero, não sei se a Polícia Judiciária fica bem onde está, ou se como pretendem alguns, deva mudar de poiso. Nem tão pouco sei se será do mais elementar bom-senso criar um novo ministério; não tenho opinião formada.
O que eu sei, é que como cidadão, quero que as polícias funcionem; e bem. E, até ver, num ou noutro lado, tanto me faz, desde que funcionem.
 
O que também sei, é que o homem falava demasiado e fora de tempo; e pelos vistos está de abalada. E pela experiência acumulada, também sei que na calha para o lugar em aberto já deve haver alguém próximo do ministro; “de quem é aliás amigo pessoal há muitos anos”. E se não for “aliás amigo pessoal há muitos anos” deste ministro, será “amigo pessoal há muitos anos” do Presidente do Conselho, ou de outro ministro qualquer; em última instância “amigo pessoal há muitos anos” do Partido do Governo.
 
E também sei que, enquanto estas coisas forem decidas por nomeações, com base nas amizades e nas confianças políticas, e não na competência e no profissionalismo, não há Polícia alguma que aguente. Só se for uma qualquer PIDE.
 
Adenda: continuo à espera que alguém me descodifique a profundidade das declarações de Alípio Ribeiro sobre o caso Maddie. Uma vez que o homem “de tolinho não tem nada”
 
Adenda (II): O nome Alípio Ribeiro soa-me sempre a personagem do Eça. Mas isto já sou eu a falar sozinho…
 
(Foto via Barnaby's Studios Ltd)
 
 

O Estado e a Polícia Judiciária

por josé simões, em 24.02.08
“Interessa ao Estado não ter uma Polícia Judiciária operacional.
O Estado quando olha para a Polícia Judiciária, gostava de ter uma Polícia Judiciária extraordinariamente operacional no que diz respeito à criminalidade violenta, ao tráfico de droga… a esse tipo de criminalidade, e gostava de ter uma Polícia Judiciária completamente inoperacional no que diz respeito à criminalidade economico-financeira”
 
(Aqui)