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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Socialismo bolivariano para o século XXI

por josé simões, em 28.04.20

 

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No país que ocupa o 11.º lugar no ranking dos produtores de petróleo Maduro "acordó importar 6 millones de barriles de combustible para paliar la escasez en Venezuela".

 

[Imagem]

 

 

 

 

Enquanto andamos todos entretidos com o futebol

por josé simões, em 18.05.18

 

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Governo aprova furo de petróleo em Aljezur e dispensa estudo de impacto ambiental.

 

[Imagem de William Cox]

 

 

 

 

||| Da série "Grandes Primeiras Páginas"

por josé simões, em 13.02.16

 

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A capa da Bloomberg Businessweek

 

 

 

 

|| Outros looters [sem o motim como janela de oportunidade]

por josé simões, em 16.08.11

 

 

 

Agora é esperar [de preferência sentado] que os magistrados sejam aconselhados a ignorar a Lei e a aplicar penas máximas em tempo recorde aos saqueadores da Shell.

 

(Imagem)

 

 

 

 

 

 

|| Petróleo

por josé simões, em 23.03.11

 

 

 

 

 

|| Realpolitik histórico-cultural

por josé simões, em 24.02.11

 

 

 

 

 

Uma vez vi, salvo erro no canal História, um documentário sobre uma empresa norte-americana especializada em mudar imóveis de local. Desde uma cabine telefónica a uma mansão, tudo mexe. Até uma catedral com quase 200 anos andou uns quilómetros para o lado (com padre e tudo!) para facilitar o traçado de uma auto-estrada.

 

Vem esta conversa a propósito da prospecção de petróleo e gás na zona do mosteiro de Alcobaça se bem que «com a salvaguarda de "haver uma área de protecção ao Mosteiro e ao centro histórico, autorizada pelo IGESPAR" [tudo isto] "para bem da Nação"», que a descoberta de petróleo deixou de ser uma dor de cabeça desde os idos de Salazar e do petróleo em Angola.

 

Ora se quem, na prospecção de petróleo e gás e de novos mundos negócios ao mundo ao negócio não salvaguardou "uma área de protecção" à Liberdade, à Democracia e aos Direitos Humanos em terras do Magrebe e do norte de África, quem nos garante a nós que vai respeitar um monte de pedras, velhas do séc. XII? Contrate-se já os amAricanos da mobilidade e pregue-se com o mosteiro em Alfeizerão!

 

(Imagem)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Verdadeiro Artista (*)

por josé simões, em 09.01.09

 

 

(*) Ou o estranho caso da Geografia de pernas para o ar (negrito meu):

 

«Bush, a CIA, o Pentágono e a Wall Street, cobiçavam (e cobiçam...) o petróleo do Próximo Oriente do qual a porta de entrada é o Iraque e o corredor central o Afeganistão»

 

Jorge Messias no Avante!

 

(Foto de Alexandre Meneghini via AP)

 

 

 

Who's Gushing Now: World Oil Reserves

por josé simões, em 27.05.08

 

As reservas mundiais de petróleo. Quem produz e quanto produz. A Wired fez o mapa interactivo:

 

 

 

 

 “World Oil Reserves by country as of Jan. 1, 2007, with info about 10 of the world's largest oil fields.”

 

(Clicar na imagem)

 

 

O petróleo fora-da-lei

por josé simões, em 06.07.07

O Parlamento iraquiano debate a Lei do Petróleo.

O movimento xiita de Moqtada al-Sadr afirma-se contra a lei. Antes tinham sido os grupos sunitas e curdos. Os curdos dizem que estão contra porque não foram consultados antes das últimas alterações. Os sunitas do Partido Frente da Concórdia idem idem, aspas aspas; também alegam não terem sido consultados para a versão final da lei. O argumento comum a todos eles é que a lei permite que empresas dos países ocupantes venham a explorar os recursos petrolíferos do País. Maliki, o Primeiro-Ministro, diz que a Lei do Petróleo é uma das prioridades do seu Governo. A Casa Branca alinha pelo mesmo diapasão. Temos assim que uma lei a aprovar pelo parlamento iraquiano com carácter de urgência tem toda a oposição (que é a maioria do Parlamento) contra, contra o apoio do Governo e… da Casa Branca. O que levanta a interrogação sobre a real importância do parlamento iraquiano e onde é que realmente a Lei foi elaborada, se em Bagdad se em Washington. No meu tempo isto tinha um nome: “Governo-Fantoche”; e dou comigo a pensar para com os meus botões, defensor que sou dos princípios da independência nacional e da não-ingerência, se fosse iraquiano, não seria também um acérrimo simpatizante do terrorista al-Sadr

Para ajudar à festa, o ministro australiano da Defesa abriu a boca para dizer em entrevista à ABC que o Iraque é “um importante fornecedor de energia, petróleo em particular, e os australianos precisam de pensar no que aconteceria com uma retirada prematura”. Quem diz os australianos diz os americanos e os ingleses. Gradualmente as suspeitas sobre as reais intenções por detrás desta guerra vão ganhando contornos nítidos e definidos…

Continua a ser gratificante saber que todos os dias morrem soldados americanos no Iraque em prol de uma causa tão nobre como o é a do Petróleo. Ou como diz o meu amigo (não é o do cartaz!), “Devem ganhar esta guerra mas é no dia de São Nunca à tarde!”

 

...

por josé simões, em 08.01.07
Segundo a edição de ontem do The Independent (link no blogue, secção jornais); empresas britânicas e americanas (BP, Shell e Exxon), vão dividir entre si nos próximos 30 anos, 75% do petróleo iraquiano.
 
Após a invasão do Iraque, o único Ministério a não ser pilhado por ter tido honras de guarda aliada, montada à porta, havia sido o do Petróleo.
Agora e, definitivamente, a máscara caiu. O petróleo, como verdadeiro casus belli, surge como a única verdade, na teia de mentiras que se transformou o Iraque.
 
O outro lado da questão é saber se, numa zona energética estratégica em que, todos os recursos petrolíferos nos Estados circundantes, estão nas mãos de ditaduras ou de monarquias absolutistas; com uma crise energética Rússia / EU em escalda ascendente, até onde irá a defesa dos princípios de não-ingerência e independência nacional tão caros à Europa, face a um bónus desta natureza.