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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

E não se fala mais nisso

por josé simões, em 21.06.22

 

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Com as urgências de obstetrícia num caos - por enquanto só estas; com a gasolina a subir todos os dias; com a inflação a fazer o fim do mês ter, para já, 40 dias; com a Euribor a ameaçar os dias de descanso de milhares de famílias, António Costa aparece todo lampeiro nas televisões a anunciar com um ano de antecedência o "aumento histórico" nas pensões para... 2023. Não se percebe muito bem esta "antecipação de lucros", ou antes, percebe-se, diz que há um gajo a ganhar quatro mil paus do contribuinte por mês para estes efeitos.

 

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Histórias da sustentabilidade da Segurança Social

por josé simões, em 16.12.21

 

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"O doutor Manuel Pinho tem a conta bancária onde é depositada a sua reforma desde há muitos anos, desde há muitos anos mesmo". Ricardo Sá Fernandes [Jornal da tarde, RTP, minuto 12:17], advogado de Manuel Pinho, 67 - sessenta e sete - 67 anos.

 

"a sua reforma desde há muitos anos, desde há muitos anos mesmo". "a sua reforma desde há muitos anos, desde há muitos anos mesmo". "a sua reforma desde há muitos anos, desde há muitos anos mesmo".

 

Ministros de governos que nos dizem que temos de trabalhar até morrer por causa da "sustentabilidade" da Segurança Social.

 

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Missa cantada

por josé simões, em 29.10.21

 

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Corte do 14.º mês para as reformas acima dos 1500 euros mensais devia ser definitivo

 

Fernando Alexandre, coordenador do estudo A poupança em Portugal

 

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Há o PS e depois há o PS

por josé simões, em 26.10.21

 

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Não fará nenhum sentido aplicar o fator de sustentabilidade a uma idade da reforma que resulta desse fator. Isso seria uma inaceitável dupla penalização

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

O parasita

por josé simões, em 15.04.19

 

 

 

O sujeito que recebe duas pensões de reforma e que, enquanto Presidente da República, optou pela remuneração mais elevada desconsiderando o cargo que ocupava e a instituição Presidência da República para a qual foi eleito em eleições livres e democráticas, aparece a falar em sustentabilidade do sistema de pensões e em aumento da idade da reforma.

 

Cavaco acredita que a idade da reforma pode estar perto dos 80 anos em 2050

 

 

 

 

O que ele não disse

por josé simões, em 15.04.19

 

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Marques Mendes foi à televisão do militante n.o 1 ganhar 700 € em 10 minutos para explicar às pessoas que ganham 600 € em 30 dias que cada vez há mais velhos e menos novos e como se não bastasse os velhos cada vez morrem mais velhos e as mulheres cada vez têm menos filhos, o que não é compensado com uma política de imigração inteligente, porque os que têm filhos às carradas não interessa que venham para cá e os dos vistos gold vêm lavar dinheiro e não fraldas [esta parte ele não disse, é um aparte que me ocorre de todas as vezes que ouço falar em "imigração inteligente"] e que temos de encontrar uma solução para o futuro da Segurança Social, para a sustentabilidade do sistema de pensões, e que o estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos é um estudo válido, mais que não seja para trazer o tema para a praça pública e goste-se ou não das conclusões tem o mérito de lançar a discussão.

 

O que o estudo não diz nem Marques Mendes já com 700€ no bolso se lembrou de dizer é que a discussão deve ser redireccionada para o dinheiro dos contribuintes que faz falta ao sistema de pensões, e também à saúde e à educação, enterrado nos bancos privados;

se na era da informatização, da automação, da robotização, do online, que tornam o factor humano cada vez mais dispensável, o tempo em vez de lazer e fruição deva ser de trabalho e de "prisão" para que alguém que ganha 52 vezes mais que o seu semelhante e 120 vezes mais que a média dos seus empregdos se dê não ao prazer da redistribuição mas ao de patrocinar estudos que lhe apontam formas de ficar ainda mais rico.

 

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Trabalhar até morrer

por josé simões, em 12.04.19

 

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O que eles nos estão a dizer é que num futuro mais ou menos próximo o "trabalhar até morrer" vai estar de volta para pagar os biliões do erário público enterrados na recapitalização dos bancos privados que nos ficam com a casa quando deixarmos de ter dinheiro para pagar a hipoteca porque a empresa que nos dava trabalho foi à falência em mais uma crise provocada pelos bancos.

 

Trabalhar até aos 69 anos permitiria adiar défice da Segurança Social para lá de 2070

 

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"A herança que deixamos às gerações vindouras"

por josé simões, em 04.10.18

 

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Como eles gostavam de dizer, de dedo esticado em todas as direcções, acusando tudo e todos os que os tinham antecedido, "a herança que vamos deixar às gerações vindouras".

 

 

"Estado já gastou 55% dos fundos da banca para travar défice de 2011"

A medida que, em 2011, permitiu ao Governo cumprir as metas da troika para o défice, continua a pesar nas contas do Estado e custo pode superar as estimativas. Usando critérios mais actualizados, os bancos deveriam ter transferido pelo menos mais 1000 milhões para o Estado.

 


"ANA Aeroportos processada em Bruxelas por lucros excessivos"


Associações internacionais de aviação apresentam queixa na Direcção-Geral da Concorrência da União Europeia por causa do contrato de concessão a privados da ANA Aeroportos, confirmou o Expresso. As taxas são excessivas, dizem, responsabilizando o governo de Passos Coelho e a troika por "más decisões"

 

 

 

 

Recapitulando...

por josé simões, em 03.11.17

 

 

 

 

 

 

 

Passos tenciona voltar a ser primeiro-ministro em 2019, Capítulo II

por josé simões, em 29.09.17

 

 

 

Passos descai-se e volta a assumir intençaõ de cortar 600 milhões nas pensões

 

 

[Passos tenciona voltar a ser primeiro-ministro em 2019, Capítulo I]

 

 

 

 

Passos tenciona voltar a ser primeiro-ministro em 2019

por josé simões, em 19.09.17

 

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Portugal não pode regressar ao nível salarial nem ao nível remuneratório das pensões de 2011 e, portanto, os salários e pensões têm de ser cortados "de forma permanente".
 
 
 
 
 

É o desvario e o descrédito total

por josé simões, em 18.10.16

 

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O PSD chuta com o pé que tem mais à mão, convoca a comunicação social e manda Maria Luís Albuquerque, do corte de 600 milhões de euros nas pensões a pagamento, mostrar a indignação do partido por não haver uma subida das pensões mais baixas e pelo mísero aumento de 10 € nas outras.


Se fosse no jogo do pontapé-na-bola era urgente uma "chicotada psicológica", assim é só o desvario e o descrédito total.


[O Diabo que não chegou em Setembro na imagem]

 

 

 

 

O porco e o lobo

por josé simões, em 13.10.16

 

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Augusto Brinquete, economista nomeado conselheiro de Estado pelo Presidente dea "grande sensibilidade social", o que nunca tinha dívidas e que raramente pagava;


Augusto Brinquete, mestre em Filosofia que passou à prática o mui popular "sol na eira e chuva no nabal";


Augusto Brinquete, reformado aos 61 anos de idade, não, não é gralha, é mesmo sessenta e uma anos de idade, com 5 mil euros mensais, merece, trabalhou para isso, a contar histórias de porcos e de lobos.


"É um pouco como a fábula dos três porquinhos. Isto é, se nos esforçarmos por construir uma casa de pedra, resiste mais ao sopro do lobo, do que se estivermos a construir uma casa de palha",


A ideia de aumentar as pensões é uma das medidas que o Governo devia ponderar melhor, alerta o economista Vítor Bento.


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'Pensionistas estão a receber mais do que descontaram'

por josé simões, em 22.05.16

 

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Os últimos dados divulgados pela Segurança Social mostram que 80% dos idosos recebiam menos de 364 euros por mês de reforma em 2014. Já a média das pensões de velhice pagas por este organismo no ano passado não chegavam aos 460 euros, segundo a base de dados Pordata.


Eles, e nós, quatro anos a ouvir o testa de ferro da direita radical, que os pensionistas "descontaram para ter reformas, não para ter aquelas reformas". Ele, que se 'esqueceu' de descontar, não sabia que era preciso, de pin ao peito, que "pensionistas estão a receber mais do que descontaram".


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||| "O meu futuro, a minha reforma"

por josé simões, em 17.05.16

 

Tony-Ray-Jones--Butlin's Holiday Camp, Clacton-on-

 

 

"Como vai ser a minha reforma, qual o papel do Estado e, [debate inquinado logo à partida], que parte cabe aos privados?", que estão genuina e desinteressadamente preocupados com o meu futuro e com a minha reforma. O Expresso em parceria com a Eurovida, uma companhia de seguros, e um banco, o Popular. É tudo negócio e "liberdade para pensar". E fazer fé que, em caso de malabarices e trafulhices por parte de quem, geguinamente se preocupa com o meu futuro e a minha reforma, a parte que cabe ao Estado é assumir o prejuízo, depois da parte do meu futuro e da minha reforma que couber aos privados. A entrada é livre, apesar de haver quem jure a pés juntos que "não há almoços grátis".


[Imagem "Butlin's Holiday Camp, Clacton-on-Sea, 1966",

Tony Ray-Jones]