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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Pensão de viuvez

por josé simões, em 02.09.19

 

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Diz uma viúva de Pedro Passos Coelho, boy com job na Câmara de Braga, que hoje se fala "muito de subvenções políticas. Nomeadamente de Guterres, que leva mais de 4 mil euros para casa (apesar de estar na ONU). Mas recordam-se que o governo de PPC tentou acabar com isto? E mais, que PPC abdicou de receber uma subvenção? Não, não são todos iguais." Responde outra viúva, ex-grande educador e actual chefe do bando alt-right "cinco para as sete" que "Não são todos iguais, não. E a pressão para confundir todos os políticos serve apenas para proteger quem se serve, quem corrompe, quem desfaz.". Viúvas de Pedro Passos Coelho, que não se lembrava de receber 5000 €/ mês da Tecnoforma quando era deputado em regime de exclusividade, nem sabia ser obrigatório descontar para a Segurança Social. Abdicou da pensão vitalícia. Um gajo honestíssimo, daí a alcunha de "pantomineiro do pin".

 

[Imagem]

 

 

 

 

Isto está tudo ligado

por josé simões, em 14.08.19

 

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Perante o olhar embasbacado do "pai da criança", Ângelo Correia, no telejornal do Mário Crespo, "desconheço, para mim é novidade absoluta", noticiava o Expresso que "Passos joga tudo: crucifixo no bolso, Nossa Senhora e "muita fé nas pessoas". Só faltou o bispo".

O mesmo Passos Coelho que havia de patrocinar a candidatura do neofascista Ventura à Câmara de Loures, uma experiência trumpista caseira num subúrbio da capital para tomar o pulso ao eleitorado, e que teve a direita liberal, do "aliviar o peso do Estado na economia", toda em sua defesa nas "redes sociais".

O neofascista André Ventura que escreve hoje no pasquim i que Salvini é uma "lufada de ar fresco para a Europa" que espera que "corra com esta corja de mariquinhas da União Europeia".

Matteo Salvini que de crucifixo na mão agradece à bem-aventurada Virgem Maria a aprovação pelo Senado de lei que coloca mais obstáculos às ONG que resgatam os refugiados no Mediterrâneo, identificando-as como cúmplices dos traficantes de seres humanos, agravando as sentenças de prisão e multas de até um milhão de euros.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Dia das Mentiras

por josé simões, em 01.04.19

 

 

 

 

 

Isto vale o que vale mas com determinados personagens vale mais, muito mais

por josé simões, em 14.03.19

 

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"Em Março de 2018, ex primeiro ministro entrou no ISCSP a ganhar cerca de €1.200. Em Novembro, o contrato sofreu uma adenda e passou para cerca de €2.000". Saiu logo a brigada da direita radical de plantão às redes em defesa do homem que antes de abandonar o cargo lamentou publicamente não ter conseguido baixar os custos do trabalho. "Entrou a tempo parcial a ganhar 1200. Passou a tempo completo a ganhar 2000. *Mais um escândalo". Escândalo era se tivesse sido, por exemplo, com os estivadores, toda a vida a tempo parcial a trabalharem a tempo completo, os madraços. Dias inteiros no cais encostados aos contentores e à sombra dos guindastes a queimar cigarros e a falar de futebol.

 

Justiça é passar de tempo parcial  a "tempo completo" alguém que durante quase cinco anos nos andou a dizer que não tinha um modelo de baixos salários para o país enquanto indirectamente baixava os salários por via de sobretaxas, eliminação de subsídios de férias e Natal, aumento da carga horária, diminuição dos dias de férias e eliminação de feriados.

 

Justiça é passar de tempo parcial  a "tempo completo" alguém que durante quase cinco anos nos andou a dizer que não tinha um modelo de precariedade para o país enquanto assinava contratos de formação profissional com a McDonald's, aumentava o tempo de duração da contratação a prazo, aliviava as fiscalizações da inspecção do trabalho, punha os organismos do Estado a subcontratar por intermédio de empresas de trabalho temporário.

 

Justiça é uma universidade pública contratar alguém que durante quase cinco anos nos andou a badalar a excelência do ensino privado e o mérito, o mérito de ser contratado por um presidente militante do partido, uma coincidência de certeza, longe de mim levantar suspeitas ou calúnias, esclareço já.

 

Justiça é o ensino público, do Estado, pago com o dinheiro dos contribuintes, contratar para docente pela experiência adquirida alguém que durante quase cinco anos andou a denegrir o Novas Oportunidades que certificava competências pela experiência adquirida.

 

Justiça é o ensino público, do Estado, pago com o dinheiro dos contribuintes, contratar para docente alguém que durante quase cinco anos andou a resmorder quem vivia na sombra do Estado, não saía da zona de conforto, os professores que podiam muito bem deixar de ser piegas, fazerem-se à vida, não faltava trabalho nos PALOP's.

 

Isto vale o que vale mas com determinados personagens vale mais, muito mais

 

[Imagem "Leap into the Void" by Yves Klein]

 

 

 

 

A legalidade no Estado de direito como força de bloqueio

por josé simões, em 23.11.18

 

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A guerra ao Tribunal Constitucional foi só a face mais visível de todo um programa que começou com o projecto de revisão constitucional de Pedro Teixeira Pinto escondido à pressa no fundo da gaveta mais funda mas que por descuido ia caindo para a opinião pública [é mais fácil apanhar um mentiroso que um coxo] nas mui famosas tiradas de Passos Coelho, sem papel e embalado no popular "tem gosto o burro em ouvir o seu zurro", para um país atordoado por doses maciças de austeridade: "É minha profunda convicção que não é a Constituição que nos impede de reformar o Estado" ou "Já alguém perguntou aos mais de 900 mil desempregados do que lhes valeu a Constituição?".

 

O saque ao património comum em nome do crescimento económico e da criação de riqueza nos bolsos de alguns:

 

"Lançado quando Jorge Moreira da Silva era ministro do Ambiente, Ordenamento do território e Energia o RERAE visava criar um mecanismo para avaliar “a possibilidade de regularização de um conjunto significativo de unidades produtivas que não dispõem de título de exploração ou de exercício válido face às condições actuais da actividade”. Como se lê no preâmbulo do decreto de lei 165/2014, o Governo pretendia regularizar “estabelecimentos e explorações de actividades industriais, pecuárias, de operações de gestão de resíduos e de explorações de pedreiras incompatíveis com instrumentos de gestão territorial e ou condicionantes ao uso do solo”. Algumas dessas incompatibilidades, lê-se, são as “desconformidade com os planos de ordenamento do território vigentes ou com servidões administrativas e restrições de utilidade pública”."

 

Regime extraordinário lançado pelo Governo Passos Coelho visava regularizar as indústrias cuja manutenção da actividade era incompatível com os instrumentos de gestão territorial.

 

[Imagem]

 

 

 

 

A notícia do dia

por josé simões, em 24.10.18

 

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A notícia do dia foi a aparição do pantomineiro do pin, sem pin, a dizer que também vai escrever um livro de memórias. Se calhar de seu nome "Sexta-feira" [e o resto da semana], em homenagem ao personagem criado por Daniel Defoe, sozinho numa ilha, contra o socialismo e o comunismo e o peso do Estado na economia.

 

[Na imagem "o dono da voz"]

 

 

 

 

O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 23.10.18

 

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"creio que [António Costa] percebera com Passo Coelho que, em política, uma excessiva preocupação em falar verdade não era caminho para o sucesso", Cavaco Silva in "Quinta-feira e Outros Dias", II Volume.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 12.10.18

 

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Com Pedro Passos Coelho aprendi o valor e preço da verdade na política

 

[Imagem]

 

 

 

 

"A herança que deixamos às gerações vindouras"

por josé simões, em 04.10.18

 

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Como eles gostavam de dizer, de dedo esticado em todas as direcções, acusando tudo e todos os que os tinham antecedido, "a herança que vamos deixar às gerações vindouras".

 

 

"Estado já gastou 55% dos fundos da banca para travar défice de 2011"

A medida que, em 2011, permitiu ao Governo cumprir as metas da troika para o défice, continua a pesar nas contas do Estado e custo pode superar as estimativas. Usando critérios mais actualizados, os bancos deveriam ter transferido pelo menos mais 1000 milhões para o Estado.

 


"ANA Aeroportos processada em Bruxelas por lucros excessivos"


Associações internacionais de aviação apresentam queixa na Direcção-Geral da Concorrência da União Europeia por causa do contrato de concessão a privados da ANA Aeroportos, confirmou o Expresso. As taxas são excessivas, dizem, responsabilizando o governo de Passos Coelho e a troika por "más decisões"

 

 

 

 

O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 21.09.18

 

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Envolvido pela Comissão Europeia em fraude com fundos comunitários mandada arquivar por Joana Marques Vidal, sai a terreiro, apenas 20 minutos passados sobre a informação ser disponibilizada no site da Presidência [o que leva a crer ter há muito o texto escrito e preparado] cheio de insinuações baixas e torpes a envolverem o Presidente da República, o primeiro-ministro, e um órgão de soberania do Estado de direito, com "um agradecimento a Joana Marques Vidal", invocando de permeio a Constituição da República, que mais vezes violou enquanto primeiro-ministro, nunca se coibindo de atacar publicamente o Tribunal Constitucional, outro órgão basilar da democracia.

 

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Ainda Passos Coelho professor universitário

por josé simões, em 12.03.18

 

 

 

Decorria a campanha eleitoral para as legislativas de 2011 quando Pedro Passos Coelho, numa acção de campanha no mercado de Vila Real, é abordado por uma ex-aluna que viu as suas competências certificadas pelo Novas Oportunidades. "Fui a melhor aluna da minha turma", revoltada pela campanha que o então líder do PSD vinha a fazer contra a iniciativa do Governo, classificando-a como uma "credenciação à ignorância". Quase a perder as estribeiras responde torto, "olhe, espero que o seu curso lhe sirva para muito, está bem?".

 

Que a certificação de competências, atribuída pelo período de governação em que foi primeiro-ministro a mando da troika, lhe sirva para muito, a ele, na "zona de conforto" de onde era preciso sair, dizia, de debaixo do guarda.chuva do Estado, que tanto criticava. Que lhe servia a ele e aos alunos a quem vai passar conhecimento, está bem?

 

 

 

 

Reduzir os custos do trabalho foi a reforma que ficou por fazer

por josé simões, em 07.03.18

 

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Bruxelas diz que subidas do salário mínimo não prejudicaram emprego

 

"Essa foi talvez a única importante reforma que não conseguimos completar [...] durante estes quatro anos. Mas será um objectivo seguramente importante para cumprir nos próximos anos. Nós temos de conseguir ser mais atractivos para o investimento [...] no que respeita ao custo do trabalho para as empresas", Pedro Passos Coelho aos nove dias do mês de Abril do ano de 2015.

 

Um grande homem que nos governou, dizem eles e ainda não se calaram com isso desde o dia em que se foi embora.

 

[Imagem Mário Cruz/ Lusa]

 

 

 

 

Eles, a fazerem-se desentendidos

por josé simões, em 05.03.18

 

 

 

Eles, a direita radical, a fazerem-se desentendidos, como se o que estivesse em causa fosse Pedro Passos Coelho ir leccionar numa universidade pública e não Pedro Passos Coelho que fez toda a carreira política, enquanto líder do PSD na oposição, a denegrir até à 5.ª geração o Novas Oportunidades por embuste e facilitismo, enquanto líder do PSD primeiro-ministro do Governo da Troika, com o fanático ideológico Nuno Crato a ministro da Educação, a acabar com a certificação de competências atribuída pelo programa Novas Oportunidades, a apontar o caminho de Angola e Brasil a professores, como uma nova oportunidade proporcionada pelo desemprego, a perguntar porque é que havia o Estado de ser uma agência de colocação de emprego para os professores, acabar agora a ver as competências adquiridas enquanto governante certificadas para dar aulas via agência de colocação de emprego do Estado sem passar pela oportunidade proporcionada pelo desemprego para sair da zona de conforto.

 

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Só se estraga uma casa

por josé simões, em 02.03.18

 

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Pedro Passos Coelho vai ser colega de António José Seguro numa Universidade.

 

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Malucos do riso

por josé simões, em 18.02.18

 

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