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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Ainda Passos Coelho professor universitário

por josé simões, em 12.03.18

 

 

 

Decorria a campanha eleitoral para as legislativas de 2011 quando Pedro Passos Coelho, numa acção de campanha no mercado de Vila Real, é abordado por uma ex-aluna que viu as suas competências certificadas pelo Novas Oportunidades. "Fui a melhor aluna da minha turma", revoltada pela campanha que o então líder do PSD vinha a fazer contra a iniciativa do Governo, classificando-a como uma "credenciação à ignorância". Quase a perder as estribeiras responde torto, "olhe, espero que o seu curso lhe sirva para muito, está bem?".

 

Que a certificação de competências, atribuída pelo período de governação em que foi primeiro-ministro a mando da troika, lhe sirva para muito, a ele, na "zona de conforto" de onde era preciso sair, dizia, de debaixo do guarda.chuva do Estado, que tanto criticava. Que lhe servia a ele e aos alunos a quem vai passar conhecimento, está bem?

 

 

 

 

Malucos do riso

por josé simões, em 18.02.18

 

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Best of Congresso do PSD [via]

 

 

 

 

O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 17.02.18

 

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Depois de três anos a acusar António Costa de desrespeito pela tradição ao aceitar ser primeiro-ministro com base no exercício democrático no Parlamento, Pedro Passos Coelho, que durante quatro anos governou, ignorando e menosprezando a oposição, suportado por uma maioria parlamentar, acusa António Costa de "falta de respeito pelo exercício democrático" no Parlamento por governar assente numa maioria parlamentar e ignorando a oposição minoritária. Confusos?

 

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Mesmo na hora da despedida

por josé simões, em 08.02.18

 

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Pedro Passos Coelho, dos cortes nas pensões e reformas, definitivos em Bruxelas mas provisórios em Portugal, acusa o Governo da 'Geringonça' de ambiguidade, de "vários discursos: há um discurso para Bruxelas [...] e outro para o país, eles não coincidem, são todos os diferentes". Mesmo na hora da despedida o modus operandi continua o mesmo, a mentira e o acusar os outros dos males de que padece.

 

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O dia seguinte

por josé simões, em 14.11.17

 

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As primeiras páginas dos jornais no dia a seguir ao Público ter feito manchete com a fraude no valor de 6.747.462 € [seis milhões setecentos e quarenta e sete mil quatrocentos e sessenta e dois euros] com fundos comunitários, era Miguel Relvas secretário de Estado da Administração Local no Governo de Durão Barroso e Pedro Passos Coelho administrador da Tecnoforma, a empresa beneficiária dos fundos.

 

 

 

 

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|| Posso?

por josé simões, em 17.11.12

 

 

 

Não uso gravata mas também vou fazer uma análise bonita e cheia de "sentido de Estado", posso?

 

Uma "sondagem" publicada ao final da tarde do dia 21 de Junho de 2011, a mais fiável que tivemos no último ano e meio, porque foi de eleições para a Assembleia da República que se tratou, disse-nos, textualmente e sem margem para pitonisas, que o povo queria que o PSD e o PS se entendessem, e não Pedro Passos Coelho e José Sócrates porque em Portugal não se vota em pessoas mas em partidos políticos, e porque foram, respectivamente, o primeiro e o segundo classificados na pole position para o Governo da Nação, e ainda porque nenhum dos partidos obteve a maioria absoluta. No entanto o PSD, vencedor das eleições, e o CDS, terceiro classificado, apressaram-se a apresentar uma proposta de Governo, legitima também no quadro constitucional, mas pervertendo o resultado da "sondagem", perante o beneplácito de um Presidente da República ressabiado e o aplauso e o amém dos comentadeiros e paineleiros de serviço, que só se 'alembram' de São Povo quando faz trovoada. E agora chamem-me o que quiserem.

 

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