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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Inhumans of Late Communism

por josé simões, em 02.08.22

 

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O Holodomor não existiu, só na cabeça dos ucranianos, mas "o capitalismo mata deliberadamente".

 

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Não ter a puta da vergonha na cara é isto

por josé simões, em 26.06.22

 

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Jerónimo de Sousa e o PCP, que tomam parte na questão Palestina, não toma parte na invasão da Ucrânia pela Rússia, numa manif convocada "pela paz no mundo, contra a guerra" em situação de guerra na Ucrânia, com a Palestina ao barulho no caderno de encargos. Depois dos "não sou de esquerda nem de direita" e que invariavelmente acabam alinhados ao lado da extrema-direita, temos agora os sonsos que não tomam partido na guerra e que mais não fazem que alinhar ao lado de Putin e do fascismo russo. Não ter a puta da vergonha na cara é isto.

 

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Jornalismo e propaganda, propaganda e jornalismo

por josé simões, em 22.06.22

 

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O fotojornalista ucraniano Maks Levin, cujo corpo sem vida foi encontrado em abril, a 20 quilómetros a norte de Kiev, foi "executado a sangue-frio" por tropas russas, avançou a organização não-governamental (ONG) Repórteres Sem Fronteiras (RSF).

 

 

Em cima o print screen da conta da superstar trauliteira do PCP no Twitter no elogio ao propagandista luso às ordens de Putin com a capa de "jornalista", aquele que acha, diz e escreve, que o 25 de Abril tem dono e que o PS é inimigo da revolução, seguido da notícia da execução a sangue-frio pelas tropas russas do fotojornalista Marks Levin. "a cobrir uma zona de guerra. Mas mesmo na zona de guerra". O PCP que diz não apoiar e invasão russa da Ucrânia, até porque não há invasão coisíssima nenhuma, é uma "operação", magister dixit pela boca de Jerónimo de Sousa, o PCP indignado com o ataque à liberdade de expressão e de imprensa que foi a proibição em espaço da União Europeia das agências de propaganda russas Sputnik e Russia Today, o PCP de onde não sai um pio sobre a proibição da Novaya Gazeta pelo regime de Putin nem sobre os jornalistas que caem como pardais a mando do Kremlin. É a diferença entre jornalismo e propaganda e propaganda e jornalismo numa zona de guerra. Mas mesmo na zona de guerra,

 

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Desnazificar o PCP

por josé simões, em 12.06.22

 

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"a Ucrânia e o poder ali instalado" [...] que não pode ser dissociado "do golpe de Estado de 2014, protagonizado por grupos fascistas" julgou um soldado russo - a potência agressora e invasora, que confessou o assassínio de um cidadão ucraniano num julgamento aberto, assistido e acompanhado pelo media e organizações internacionais, de onde resultou uma condenação a prisão perpétua, decisão passível de recurso pelo condenado; por comparação com os três soldados - dois britânicos, casados com ucranianas, a viverem há décadas na Ucrânia, soldados do exército ucraniano, condenados à morte por atentarem contra a ordem constitucional de uma república separatista - fomentada e armada pela Rússia, que só a Rússia reconhece, a Rússia que invadiu a Ucrânia ao arrepio do direito internacional, num julgamento à porta fechada, do qual não se conhecem detalhes, com pena definitiva, sem direito a recurso, uma região onde desde 2014 se dão sucessivas "fracturas e divisões, por perseguições, pela discriminação e negação de direitos fundamentais e de cidadania de populações" pelas tropas pró Kremlin num regime imposto, cuja acção violenta tem sido sistematicamente denunciada por organizações não governamentais independentes e pela ONU.

 

É urgente desnazificar o PCP.

 

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O vómito

por josé simões, em 08.06.22

 

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Comunicado do Comité Central do PCP de 5 e 6 de Junho de 2022

 

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O partido dos sonsos

por josé simões, em 07.06.22

 

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O PCP não defende que a Rússia ponha fim à invasão da Ucrânia, retire para dentro de fronteiras e pare de desestabilizar a vizinhança com o fomento de pseudo repúblicas secessionistas no Donetsk e Lugansk, na Transnístria, na Abecásia e Ossétia do Sul, e no Nagorno-Karabakh, não. O PCP defende o fim das sanções à Rússia por estarem a castigar os portugueses, aplicadas por a Rússia, ao arrepio do direito internacional, ter invadido a Ucrânia e castigado os ucranianos, porque sim e por limpar o rabo a um ror de coisas que o PCP papagueia nas televisões, desde o direito dos povos à autodeterminação e independência à carta da ONU passando pela Acta Final de Helsínquia. O partido dos sonsos.

 

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"por causa da intensificação da escalada belicista dos Estados Unidos, da NATO e da União Europeia" *

por josé simões, em 07.06.22

 

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A ex-República Socialista Soviética do Cazaquistão [link na imagem] decidiu, por referendo, a reforma da Constituição. Retirar poder ao chefe de Estado, perda do cargo honorário de "pai da nação" pelo antigo presidente, pôr fim à era "super-presidencial" do ex-Presidente Nursultan Nazarbaiev e dos seus apoiantes políticos, no poder há mais de 30 anos, abrir caminho para a democratização, permitir a cada cidadão participar directamente nas decisões e no futuro do país, limitar a autoridade do Presidente, fortalecer a defesa dos direitos humanos, restabelecer o Tribunal Constitucional e abrir caminho para a abolição da pena de morte. Uma democracia de tipo ocidental, resumidamente.

 

Segundo o Presidente Tokaiev, a revisão constitucional visa abolir o actual regime "super-presidencial", há muito marcado pelo culto da personalidade de Nursultan Nazarbaiev, numa votação convocada pelo Presidente, após violentas manifestações no país, em Janeiro deste ano, que fizeram mais de 230 mortos.

 

Nas cenas dos próximos capítulos, o fascismo russo, por Vladimir Putin, vai fomentar uma república separatista qualquer, inventar um pretexto para intervir militarmente no país, e o partido político que em Portugal veste a roupa de defesa da constituição, da democracia representativa, e da recusa do culto da personalidade, vai afiançar que as violentas manifestações no Cazaquistão, que levaram à realização do referendo, foram orquestradas pelos 'amaricanos' e pela CIA, e que tudo isto se enquadra na "intensificação da escalada belicista dos Estados Unidos, da NATO e da União Europeia" e que é preciso respeitar a carta da ONU e a Acta Final de Helsínquia, aquela que consigna o direito dos estados escolherem as alianças que querem ou não integrar e o direito dos povos à auto-determinação e independência. Sonsice.

 

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Um partido de gente honesta

por josé simões, em 31.05.22

 

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Um ex-deputado do partido que celebra Cuba, lamenta o fim da União Soviética e a queda do Muro de Berlim, não sabe se a dinastia norte-coreana é ou não uma democracia, e que no projecto de teses ao XVIII congresso escreve preto no branco "importante realidade do quadro internacional, nomeadamente pelo seu papel de resistência à 'nova ordem' imperialista, são os países que definem como orientação e objectivo a construção duma sociedade socialista - Cuba, China, Vietname, Laos e R.D.P. da Coreia". Viva então a República, 'camarada' António Filipe.

 

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QAnon comunista

por josé simões, em 20.05.22

 

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Bill Gates, George Soros e Israel. O QAnon comunista tuga no "Cultura, terreno de combate" por Filipe Diniz no Avante! [exclusivo assinantes].

 

 

 

 

A sonsice do PCP

por josé simões, em 17.05.22

 

Moscow, USSR. October 27, 1978. Soviet leader Leonid Brezhnev speaking at a state function to commemorate Communist party’s youth wing 60th anniversary.jpg

 

 

O PCP a tecer considerações sobre política externa de dois Estados democráticos e soberanos, "o alargamento da NATO à Finlândia e à Suécia colocará em causa a tradicional neutralidade destes dois países nórdicos – recorde-se a Conferência sobre Segurança e Cooperação na Europa, realizada em Helsínquia, na Finlândia, entre 1973 e 1975, e os princípios para as relações, segurança e cooperação consagrados na sua Acta Final –, marcando uma drástica viragem na sua política externa que, significativamente, é levada a cabo de forma precipitada e evitando que os povos desses países se possam pronunciar sobre uma decisão com tão inquietantes consequências para os próprios e para todos os outros povos da Europa.", enquanto invoca a Acta Final da Conferência de Helsínquia que consagra o "respeito pela igualdade e individualidade soberana de cada Estado; o respeito por todos os direitos inerentes à sua soberania, incluindo o direito de cada Estado à igualdade jurídica, à integridade territorial e à liberdade e independência política [coisa que a Rússia não reconhece à Ucrânia]; o direito de cada Estado de definir e conduzir como desejar suas relações com outros Estados de acordo com o direito internacional; o direito de pertencer ou não a organizações internacionais, de ser ou não não ser parte de tratados bilaterais ou multilaterais, incluindo o direito de ser ou não ser parte de tratados de aliança [a parte da Acta Final que o PCP não lê, se calhar por estar em inglês], o direito à neutralidade".

 

Democracia é desde que seja contra os 'amaricanos', mesmo nos sítios mais esdrúxulos como a Venezuela, Cuba, China e aquele sítio que não se sabe se é ou não é, a Coreia do Norte; autodeterminação e independência é desde que seja contra o imperialismo 'amaricano', sionista ou outro ista qualquer, tipo no Saara Ocidental ou na Palestina, ou no Afeganistão depois dos soviéticos terem sido derrotados se terem ido embora, todos os outros amocham porque está escrito na Acta que devem amochar. Democracia é quando o PCP decidir que é.

 

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O verdadeiro artista

por josé simões, em 03.05.22

 

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As declarações de ódio fascizante proferidas por um responsável de uma associação de refugiados ucranianos contra a existência do PCP, na linha das reiteradas manifestações de ingerência da embaixadora da Ucrânia e de afirmações do ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia igualmente dirigidas contra o PCP, tal como os esbirros da PIDE atacavam os antifascistas, são reveladoras da natureza antidemocrática do governo de Kiev e constituem uma intolerável afronta ao regime democrático em Portugal.

 

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Em cento e poucos anos nada mudou

por josé simões, em 28.04.22

 

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Quando Lenine, a 26 de Outubro de 1917, se dirigiu ao Congresso dos Sovietes para ler o Decreto da Paz, a declaração unilateral de paz que na prática não punha fim à I Guerra Mundial mas antes era uma "incitação à revolta popular, chamando os povos das nações beligerantes para se voltarem contra a guerra, forçando os seus governantes a conversações que pusessem fim ao conflito" proclamou "esperamos que a revolução irrompa em todos os países envolvidos nos conflitos; eis por que nos dirigimos aos trabalhadores da França, da Inglaterra e da Alemanha", com isto inaugurou o que se "tornaria conhecido na política externa soviética como “diplomacia demonstrativa" – aquela cuja intenção não é promover acordos entre governos nacionais que se reconhecem mutuamente, segundo os cânones da lei internacional, mas sim "colocar obstáculos a outros governos e estimular a oposição no seio das nações" [entre aspas Orlando Figes, A Tragédia de Um Povo, editora D. Quixote, 2017], que nos 70s e 80s atingiria a sua expressão máxima com as manifs pacifistas por toda a Europa, no caso específico de Portugal com os concelhos "livres de armas nucleares", os "conselhos para a paz e cooperação", as "associações de amizade" Portugal – URSS e países do bloco soviético, tudo unido numa frente pela paz e para a desmilitarização e desarmamento do… Ocidente, e a reedição de 2022 com os abaixo-assinados, crónicas nos jornais, comentariado nas televisões, pela paz e deposição das armas... ucranianas, "contra a censura" e o "pensamento único dominante", por quem é principescamente pago para escrever e comentar, com uma quantidade de figurantes anónimos úteis a reboque. Em cento e poucos anos nada mudou.

 

 

 

 

A brigada Brejnev

por josé simões, em 25.04.22

 

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"A tentativa de imposição do pensamento único, o levantamento de novas censuras, de quem emite opinião divergente […] são perigosos elementos de ataque ao regime democrático" por quem ainda ontem celebrou o nascimento de Lenine, o que instituiu a polícia política e mandou assassinar camaradas de partido, mesmo os mais chegados, do exílio, e de quem chora todos os anos nas páginas do Avante! o fim da União Soviética do Arquipélago de Gulag.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

O dia em que cairam da cadeira

por josé simões, em 23.04.22

 

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Isto faz-me lembrar, aaa, eu não queria, fff, fazer uma comparação que possa ser mal interpretada, mas esta, esta atitude faz quase lembrar a atitude do Salazar em relação à Índia, é que a Índia também era agressora, eheh

[a partir do minuto 07:38].

 

António Filipe Gaião Rodrigues, ex deputado à Assembleia da República, membro do Comité Central do Partido Comunista Português.

 

A Ucrânia como Goa, Zelensky como Salazar, ou o a Ucrânia como parte integrante da Rússia, o não reconhecimento à sua identidade própria e independência. Se calhar "um erro de Lenine", como disse Putin num exercício de revisão da história.

 

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Crónica de uma morte anunciada

por josé simões, em 21.04.22

 

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Não lhes bastava o labirinto em que se enredaram ao nunca condenarem taxativamente a Rússia, antes pelo contrário, passarem a culpa da guerra para os Estado Unidos, a NATO, a União Europeia, e a Ucrânia - a gaja que andava provocadora de mini saia na rua a pedir para ser violada, e assim se colocarem ao lado de Putin, o que financia a extrema-direita na Europa, Estados Unidos, Canadá, e interfere em eleições de países soberanos, ainda vem ex next big thing do PCP invocar George Soros, exactamente o mesmo argumento da alt-right trumpista QAnon da teoria da conspiração.

 

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