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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 26.05.21

 

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Populistas "não sabem gerir situações complexas"

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Tabuada Escolar Ratinho

por josé simões, em 17.07.20

 

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Em 2006 as escutas do caso Portucale apanham uma conversa entre Paulo Portas e Abel Pinheiro onde se discute a sucessão e é feita referência a um banco apontado como parceiro do CDS em vários projectos.

Este banco, que não foi nomeado, estaria disponível para pagar uma parte do salário - equivalente ao de primeiro-ministro, do líder sucessor de Paulo Portas - Luís Nobre Guedes, Pires de Lima ou Telmo Correia, os nomes em cima da mesa.

 

Em 2014, já Paulo Portas vice-primeiro-ministro, vem a público que em 2004, dois anos antes das escutas, Paulo Portas, então ministro da defesa, tinha exigido a inclusão do BES no consórcio dos submarinos além de ter permitido que a proposta de financiamento do consórcio de bancos fosse revista em alta, tendo as margens de lucro (spread) aumentado de 0,19% para 0,25%.

 

Entre 2011 e 2014, os anos do "apagão fiscal" relativo às transferências para offshores,  do CDS Paulo Núncio metido por Paulo Portas à frente da secretaria de Estado dos Assuntos Fiscais, ocultou empresa que levou à queda do BES, a "caixa negra" do GES.

 

Ele há coincidências que parecem coisas arquitectadas de propósito e com o intuito de manchar e denegrir o bom nome das pessoas e instituições.

 

 

 

 

Good Bye, Lenin!

por josé simões, em 12.10.19

 

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Salvação do centro-direita passa por Passos Coelho e Paulo Portas, diz Miguel Relvas

 

[Imagem]

 

 

 

 

Rewind

por josé simões, em 19.12.18

 

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Portas sustentou que o PCP e a CGTP usaram os trabalhadores da Função Pública para prejudicar os do sector privado numa paralisação que "apenas atingiu uma minoria do sector público". A greve "dita geral" foi feita pelos funcionários públicos. Mas o novo Código Laboral não se lhes aplica, lembrou Portas. Uma curiosidade apontada pelo líder do CDS-PP para provar o insucesso da iniciativa da intersindical, cuja actuação classificou de "sindicalismo irresponsável", uma vez que, ao recusarem a nova legislação que valoriza o mérito, estão a criar obstáculos "à criação de riqueza e emprego".

 

 

 

 

O ex vice-primeiro-pantomineiro

por josé simões, em 16.01.18

 

 

 

Ao invés de ser a Europa do Estado social, construída sobre as cinzas da destruição e da carnificina da II Guerra Mundial, pólo de atracção para milhões de seres humanos vindos de todos os pontos do globo, a actuar como um bloco e a exportar o seu 'way of life' para outras latitudes, para outras potências, para as economias emergentes, não, deve ser a Europa a abdicar do sistema que, em menos de meio século, a catapultou para a riqueza, prosperidade e paz, em prol do capitalismo desregulado da lei da selva, da total ausência de direitos e garantias, em nome dos amanhãs que cantam do crescimento económico e da bondade dos mercados.

 

 Paulo Portas: "A cultura de direitos adquiridos só existe na Europa"

 

 

 

 

Jacinto Leite Capelo Rego

por josé simões, em 09.04.17

 

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A Mota-Engil com Paulo Portas como "consultor" ganhou o concurso internacional para a construção da Escola da NATO em Oeiras com o diretor-geral de Recursos da Defesa Nacional, Alberto Coelho, responsável pelo lançamento do concurso, presidente do Conselho de Fiscalização do CDS.

 

[Imagem]

 

 

 

 

Cada cavadela cada minhoca

por josé simões, em 26.03.17

 

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Se não fosse mulher, Paulo Portas não teria reparado em mim

 

[Imagem de Ruth Orkin]

 

 

 

 

 

Velhos tiques

por josé simões, em 16.03.17

 

 

 

[Daqui]

 

 

 

 

 

Mais offshore menos offshore

por josé simões, em 03.03.17

 

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Mais fuga ao fisco menos fuga ao fisco, podemos voltar àquela parte do banco que ia pagar o salário do líder?

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

A vidinha custa a todos

por josé simões, em 07.08.16

 

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La petrolera estatal mexicana Pemex ficha al ex 'número dos' del Gobierno portugués Paulo Portas


[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Imprensa falsa

por josé simões, em 07.06.16

 

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Em Outubro, Portas dará um MBA com o tema “Deadlocking growth” - ou como resolver o impasse do crescimento.


[Imagem]

 

 

 

 

Coincidências

por josé simões, em 06.06.16

 

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Seixas da Costa foi o embaixador português na UNESCO responsável por convencer aquela entidade de que a Barragem de Foz ‪Tua‬ era compatível com o ‪Alto Douro Vinhateiro, Património Mundial. Um ano depois foi trabalhar para a Mota-Engil, uma das construtoras da obra. Hoje é administrador da ‪EDP‬ Renováveis.


‪Paulo Portas‬, na altura líder do CDS/PP, foi o Ministro dos Negócios Estrangeiros que nomeou Seixas da Costa para o cargo. Paulo Portas vai agora para a ‪Mota-Engil.


‪Assunção Cristas, do mesmo partido, era a Ministra do ‪Ambiente‬ quando autorizou o abate de 1104 sobreiros e 4134 azinheiras. Prestou declarações erradas ao Parlamento, em 2011, dizendo que o paredão estaria feito, quando nada havia no terreno. Podia ter parado a barragem. Assunção Cristas, hoje presidente do ‪‎CDSPP‬, vinha do escritório de advogados ‪‎Morais Leitão‬, Galvão Teles, Soares da Silva e Associados, onde trabalhou antes de ir para o Governo. Este firma de advocacia tem como cliente a concessionária da barragem de Foz Tua, a EDP.

 

Coincidências.


[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Tudo numa imagem

por josé simões, em 03.06.16

 

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A passagem de Paulo Portas pela Assenbleia da República resumida numa imagem na primeira página do Diário de Notícias: ele dizia umas coisas e a gente ria-se muito.

 

 

 

 

||| «Haja pudor e decência»

por josé simões, em 15.03.16

 

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Do Estado de direito e da separação de poderes ou a Rui Machete School of Politics and International Relations:


«O Jornal de Angola elogiou a postura de Paulo Portas que este fim de semana, no seu último discurso como lider do CDS-PP, alertou para o perigo da judicialização das relações entre Portugal e Angola, que apontou como um "caminho sem retorno"»


[Imagem]


Haja pudor e decência», pediu Portas, criticando os que, este domingo, vão receber o presidente de Angola como se fosse um democrata, [...] e não dirigisse um país onde os dirigentes gozam de opulência, luxo e riqueza enquanto o povo está entregue à fome e à miséria»"

 

 

 

 

||| Ainda o pantomineiro que agora faz uma pausa na intervenção partidária

por josé simões, em 13.03.16

 

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A partir de agora, e só a partir de agora, vai ser possível a qualquer um, desde que líder do CDS, legitimamente ser "primeiro-ministro vírgula" de um Governo "geringonça", algo que Paulo Portas já tinha tentado em 2011 sem sucesso, mas agora também ninguém se lembra disso, muito menos a comunicação social caixa de ressonância do pensamento único dominante..


A geringonça de esquerda fez, faz, continua a fazer, uma pressão inaceitável sobre o Governador do Banco de Portugal, transmitindo para o estrangeiro, e para os investidores, a imagem, errada, da tentativa de condicionar a sua independência face ao poder político e de ter à frente do banco central um yes man, que falhou nas suas competências, antigas, de supervisionar, e que só foi reconduzido, contra vontade de Paulo Portas, porque tinha em mãos novas competências, vender um banco que só o é por resultado da sua falha na supervisão ao BES. E, para evitar que casos destes se repitam, há que mexer na Constituição, ignorar o Parlamento e a sua função de escrutínio, e passar a nomeação dos futuros governadores para as mãos do Presidente da República, tipo um Cavaco Silva qualquer e os seus amigos banqueiros.


É preciso continuar a "rui machetar" com os PALOP’s, na generalidade, e com Angola, em particular, e a não deixar judicializar as relações entre os dois países soberanos. A justiça que pense duas vezes antes de fazer justiça àquela imagem da senhora com a balança na mão e a venda nos olhos e à sua suposta independência em relação ao poder político, aquela coisa do Estado de direito.


E depois chorou e levou muitas palmas e tornou a chorar e a levar muitas palmas e a partir de agora temos "um CDS disponível para amar", disse Bernardo Ferrão, um palerma promovido a director de não-sei-o-quê na televisão do militante n.1, a SIC Notícias.


[A imagem é daqui]