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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Apoiantes de Maduro invadem Parlamento da Venezuela

por josé simões, em 05.07.17

 

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Um grupo de apoiantes do Presidente Nicolas Maduro invadiu esta quarta-feira violentamente o Parlamento da Venezuela.

 

[Imagens]

 

 

 

 

||| O Google UK a lembrar

por josé simões, em 22.05.14

 

 

 

Elections to the European Parliament

 

 

 

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|| Reunião de Condomínio

por josé simões, em 11.07.12

 

 

 

Os que assobiaram e disseram "muito bem!" e "apoiado!" e bateram com os tampos das secretária e apuparam e disseram outras coisas dignas da função de deputado da Nação, foram depois assobiar e apupar os que antes tinham dito “muito bem!” e “apoiado!” e batido com os tampos das secretária e dito outras coisas não menos dignas da função de deputado da Nação.

 

Com a presença do primeiro-ministro, e restantes membros do Governo, a cada quinze dias e durante uma legislatura, no Parlamento para debate com a oposição, faz algum sentido um debate de O Estado da Nação nestes moldes? Quase 5 horas? Por amor de Deus…

 

 

 

 

 

 

|| "Não dizer que foi proibida. Pode, no entanto, dizer-se que já não vai à cena" [+]

por josé simões, em 08.03.12

 

 

|| O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 23.08.11

 

 

 

Anda uma pessoa a aprender na escola e a ler em tudo o que é jornal e a ouvir a toda a hora em tudo o que é debate e entrevista que os custos de produção são os factores com maior peso na competitividade das empresas, para isto.

 

 

 

 

 

|| Da estranheza

por josé simões, em 19.08.11

 

 

 

“teoricamente muito estranho” é um Presidente da República de férias agarrado ao Facebook para dizer de sua justiça sobre matéria da competência parlamentar.

 

(Imagem)

 

 

 

 

 

 

|| Coluna vertebral

por josé simões, em 15.06.11

 

 

 

A questão já não é ser ou não ser presidente da Assembleia da República, qualquer cidadão pode alimentar o sonho desde que eleito deputado. A questão é quando o cidadão, eleito deputado, não gera consenso dentro do partido pelo qual foi eleito, não gera consenso entre os seus pares, antes pelo contrário, para ocupar um cargo e desempenhar uma função para a qual é preciso consenso. E senso. E, depois das evidências, o cidadão não toma ele próprio a iniciativa de retirar a candidatura e se mantêm quedo e mudo à espera que saia.

 

(Imagem)

 

 

 

 

 

 

|| Coisas que escapam à compreensão do comum dos mortais

por josé simões, em 07.06.11

 

 

 

Os imigrantes votam 15 dias antes da data marcada para o acto eleitoral e a contagem dos votos é tornada pública 15 dias depois do dia das eleições, e quando já é sabido qual o partido vencedor e que os 4 deputados a atribuir pelos círculos da Europa e Fora da Europa não vão alterar em absolutamente nada a composição do futuro Parlamento, da(s) maioria(s) parlamentares e a indigitação do futuro primeiro-ministro pelo Presidente da República. Entretanto passaram 3 – três – 3 meses desde que o anterior primeiro-ministro apresentou a demissão. Nem o pai morre nem a gente almoça.

 

 

 

 

 

|| Leopold Ritter von Sacher-Masoch

por josé simões, em 28.04.11

 

 

 

 

 

 

|| O mundo "deles"

por josé simões, em 21.04.11

 

 

 

 

 

"socialistas à frente", "recuperação significativa", "empate técnico", "preferência dos inquiridos", "nem o PS nem o PSD conseguiriam uma maioria absoluta". O que a sondagem não projecta é qual o número de cidadãos eleitores que não se vão dar ao trabalho de se deslocar às assembleias de voto no próximo dia 5 de Junho. Por desinteresse, porque estão no seu direito em não o fazer, por descontentamento para com os partidos, para com o sistema politico-partidário, para com os resultados da governação, ou simplesmente porque sim. E devidamente estratificados por motivações. Não projecta mas devia. Assim resta-nos olhar para trás, para as goleadas cada vez maiores com que a abstenção tem vindo a brindar as formações em jogo nestes 30 e muitos anos de Democracia, somar a isto a crise económica e social e arriscar antever um "saldo negativo", um "intervalo [cada vez maior] de (des)confiança", e uma "taxa de resposta" a apontar para a vergonha de todos os intervenientes.

 

 

 

 

 

 

 

 

|| O 25 de Abril é do povo

por josé simões, em 29.03.11

 

 

 

 

 

Assim como assim metade ia contrariada e a outra metade em fantochada.

 

 

 

 

 

 

 

|| “Quem não tem nada para fazer faz colheres”, vox populi

por josé simões, em 03.02.11

 

 

 

 

 

Verdadeiramente surpreendente seria a preocupação sobre os critérios de escolha dos candidatos a deputados (a começar pelo próprio PS), sobre a falta de ligação dos deputados aos círculos eleitorais pelos quais foram eleitos, sobre a elaboração das listas e sobre a constituição dos grupos parlamentares. Assim parece mesmo o que é: arrumar de vez com os pequenos partidos (CDS/ PP, BE, PCP) e transformar o Parlamento num clube privado de “elite” para o PS e o PSD.

 

(Na imagem o cerco à Assembleia Constituinte em 12 de Novembro de 1975)

 

 

 

 

 

|| ¿Por qué no te callas?

por josé simões, em 23.11.10

 

 

 

 

 

 

Pergunta de resposta múltipla:

 

a)      Têm-se em elevada conta

b)      Não tem noção do ridículo

c)      Vive numa realidade paralela

d)      Todas as respostas anteriores estão correctas

 

«(…) chamou os jornalistas para dar uma palavra “de confiança” aos mercados»

 

 

 

 

 

 

|| O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 04.11.10

 

 

 

 

 

Maiorias “não-conjunturais”, e assim de repente, só me estou a lembrar da ex-URSS, da China, de Cuba ou do México do PRI…

 

A “suspensão da Democracia de regresso ao PSD:

 

«O PSD protestou contra o que considerou ser um “veto de gaveta” de uma maioria conjuntural.»

 

(Na imagem Bonnie and Semoura Clark, black vaudeville, photographs and ephemera, 1909-1958, autor desconhecido)

 

 

 

 

 

 

 

|| Se fosse a Esquerda era “populismo”, como é a direita é “sentido de Estado”

por josé simões, em 20.10.10

 

 

 

 

 

O CDS que é contra a fixação de um valor mínimo para o salário mínimo nacional, absteve-se na votação do projecto de resolução «que recomenda o aumento do salário mínimo nacional para 500 euros em 2011» quando, e se a coerência fosse para aqui chamada, o esperado seria o voto contra, fosse ele em sede de Parlamento ou de concertação social.

 

Obviamente que o 3º capítulo do Plano de Estabilidade e Crescimento, o Orçamento de Estado, as austeridade, os cortes orçamentais, o aumento do IVA no cabaz de compras, a instabilidade social que se adivinha e a forte possibilidade de eleições não tem nada a ver com isto.

 

(Imagem)