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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Portugal, dia 2 de Outubro do Ano da Graça de 2019

por josé simões, em 02.10.19

 

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               A primeira página do jornal Público.

 

 

 

 

A direita radical e a má execução de fundos comunitários

por josé simões, em 08.05.19

 

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Já estamos a ver a dona @CristasAssuncao e o senhor @NunoMeloCDS de @Publico na mão a exigirem explicações ao @govpt e ao ministro da tutela por esta má execução de fundos comunitários.

 

 

 

 

Da qualidade da democracia, do debate político e da imprensa, não necessariamente por esta ordem, no Portugal do séc. XXI

por josé simões, em 06.03.19

 

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O Público, um jornal da imprensa dita "de referência", publica na coluna "Opinião" um esclarecimento de um dos denominados "senadores do regime" a pedido do Banco de Portugal. A pedido do Banco de Portugal.

 

 

 

 

Também tenho um amigo

por josé simões, em 28.01.19

 

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"Há agora uma geração de jovens negros e afrodescendentes em Portugal que não aceita a nacionalidade portuguesa, exige ser tratada por africana sem nunca ter ido a África, não frequenta a escola por opção, recusa o português como língua mãe e comunica entre si no crioulo que aprendeu dos avós".

 

E se a crónica do Rui Tavares hoje no Público começasse assim?

 

[Bairro da Bela Vista em Setúbal na imagem]

 

 

 

 

O Pepa Francisco e o Pepa Papa e o Papa Pepa

por josé simões, em 08.01.19

 

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As setas do "Sobe e Desce" no Público de hoje.

 

 

 

 

Jornaleiros e jornalismo engagée

por josé simões, em 20.08.18

 

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Não sei o que é mais surpreendente, se o argumentum ad hominem do PSD no Twitter à jornalista Sofia Rodrigues do Público, se a "curtição" da TSF ao ataque do PSD.

 

 

 

 

100 anos depois

por josé simões, em 07.11.17

 

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100 anos depois, o que resta na imprensa europeia: uma referência de primeira página em dois jornais alemães e outra em dois jornais portugueses.

 

 

 

 

 

A morte matou a morte

por josé simões, em 18.06.17

 

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"A morte matou a morte" podia muito bem ser o título desta imagem de Adriano Miranda no Público.

 

Da série "Grandes Primeiras Páginas"

por josé simões, em 14.05.17

 

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A primeira página do Público.

 

 

 

 

 

O respeitinho é muito bonito

por josé simões, em 18.01.17

 

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Tribunal Europeu dos Direitos do Homem condena Portugal por violação da liberdade de expressão. Outra vez

 

 

 

 

Expressionismo alemão

por josé simões, em 01.12.16

 

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Esta foto de Jerónimo de Sousa na primeira página do Público ou  Nosferatu por Friedrich Wilhelm Murnau.

 

 

 

 

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Tudo numa imagem

por josé simões, em 23.06.16

 

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O jornal Público à procura do bloco central de interesses. David Dinis, fundador do órgão oficial da direita radical, ladeado por Francisco Assis, cruzado contra a "esquerda radical" e a "Geringonça", e Paulo Rangel, cruzado contra a "esquerda radical" e a "geringonça".

 

 

 

 

Descubra as diferenças

por josé simões, em 22.06.16

 

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Primeira página do jornal i

 

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Print screen do jornal Público online

 

 

 

 

 

E o problema é precisamente esse

por josé simões, em 19.06.16

 

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Ainda sou do tempo em que o que vinha nos jornais era letra de lei, papel de Bíblia, "como é que podes afiançar semelhante coisa? Vinha no jornal". Ponto. Pronto. E pronto, não se falava mais nisso, e as costas das mãos a baterem sincopadamente nas páginas abertas do jornal em cima da notícia, a prova provada, as tábuas do Moisés. Depois veio a net, e vieram os newsgroups e veio o hi5, e vieram os blogs, e veio o Facebook, e veio o Twitter, e veio o Google e o contraditório em milésimos de segundo, e os jornais e os jornalistas não vieram, ficaram lá atrás, no tempo do "veio no jornal", palavra do Senhor. E o problema, para os jornais, é precisamente esse.


[Imagem]

 

 

 

 

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E os espertalhões chutam para canto

por josé simões, em 19.06.16

 

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Fingindo não perceber que o que está em causa não são os 2 000 iniciais, nem os 15 000 da polícia nem tampouco os 80 000 da Fenprof, mas os 40 000, "não desmentidos pela polícia", metidos num Rossio metido dentro da Rua da Betesga, num milagre dos tempos modernos do jornalismo engagé, a chutar depois para canto à espera que o tempo passe.


[Imagem de Geoff Cordner]