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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Domingo de Páscoa

por josé simões, em 12.04.20

 

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Diz a senhora da mercearia, no spot nas televisões, que as receitas do Pingo Doce apoiam 13 - treze - 13 [sem u] hospitais públicos, mais três que o senhor Soares dos Santos julgava serem necessários em Portugal, "dez hospitais chegam e o resto entregar aos privados", ainda bem que já morreu porque senão morria outra vez, ou não havia dinheiro para ninguém, hipótese mais plausível, já que dos impostos que não pagam na Holanda não lhes sobra dinheiro para nada, e no poupar é que está o ganho, um ditado popular que se ensinava desde a primária nos idos do Salazar. Diz também a senhora da mercearia que o Pingo Doce "apoia a produção nacional" ao vender borrego por 3,99 €/ kg. Perde o Pingo Doce dinheiro e entrega os 3,99€ ao produtor, ou o Pingo Doce aproveita a pandemia para encher a contar bancária e ainda goza com os portugueses?

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

...

por josé simões, em 10.04.20

 

 

 

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INRI

por josé simões, em 19.04.19

 

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[Imagem]

 

 

 

 

Jesus died for somebody's sins but not mine

por josé simões, em 30.03.18

 

 

 

 

 

...

por josé simões, em 30.03.18

 

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[Imagem]

 

 

 

 

...

por josé simões, em 14.04.17

 

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[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

||| Agora em modo João César das Neves

por josé simões, em 02.04.15

 

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Agora em modo João César das Neves


[Imagem]

 

 

 

 

||| Não ter a puta da vergonha cara é isto

por josé simões, em 01.04.15

 

 

 

Como sou fraco e franzino e débil Jesus fez-me administrador de uma grande multinacional, a ganhar milhares por mês, com carro, cartão de crédito e telemóvel, instalado no último andar de uma torre hi tech [tudo o que daqui se avista pode ser teu].


«Jesus dá as provações conforme as capacidades de cada um.».


Os outros, os do salário mínimo nacional, os do trabalho temporário, os do contrato de trabalho apalavrado, os do trabalho temporário para empresas de trabalho temporário, os desempregados, contas para pagar, mês a mais e dinheiro a menos, filhos na escola e filhos na escola com fome, esses são os fortes a quem Jesus deu maiores provações. Aleluia, são os escolhidos.


E os sem-abrigo, fome e frio, desprezo e cães, esses são a elite do Reino de Deus. Soubesse Gabriel, O Pensador, que Gabriel, O Arcanjo, olha por eles e nunca tinha cantado “eu queria morar numa favela”.


Não ter a puta da vergonha na cara é isto, o dia em que o católico e professor católico João César das Neves invocou Jesus e o Evangelho para justificar e legitimar o Diabo.

 

 

 

 

|| INRI

por josé simões, em 30.03.13

 

 

 

[Via]

 

 

 

 

 

 

|| Entretanto no Facebook…

por josé simões, em 04.04.12

 

 

 

Judas 'likes' this

 

[Via]

 

 

 

 

 

 

|| Coroas de espinhos e outras peças de lingerie

por josé simões, em 04.04.10

 

 

 

 

Leituras Pascais

 

(Imagem de autor desconhecido)

 

 

|| Domingo de Páscoa

por josé simões, em 12.04.09

 

Quando andava na escola primária e a disciplina Moral & Religião era obrigatória para toda agente (Testemunhas de Jeová incluídas), e de boa cara, caso contrário o meu pai tinha a PIDE à perna, o padre zelador da moralidade e da religiosidade de cada infante naquela escola, oferecia, aos mais bem comportados da sala, uns santinhos em papel para colocar em cima da cómoda ou da mesa de cabeceira, para alumiar a azeite pelas alminhas,  por algum familiar no Ultramar, ou, na "modernidade" Marcelista, para marcar livros. Nunca ganhei nenhum.

 

Lembrei-me deles ao ver A Ressurreição e a Páscoa.

 

A tradição (II)

por josé simões, em 19.03.08

 

Vou aos Paços do Concelho de Setúbal, vulgo Câmara Municipal, proceder ao pagamento de uma taxa com o pomposo nome de “Publicidade / Ocupação da Via Pública”; isto apesar do anúncio luminoso da empresa ao qual se aplica a taxa se encontrar afixado numa parede, a mais de 5 metros de altura do passeio, donde sobressai na melhor das hipóteses para aí 10 cms… Adiante.
 
Na recepção espero cerca de 15 minutos que o contínuo / recepcionista acerte a sua vidinha com uma senhora de idade, que, pela conversa, devia ser a sua excelentíssima mãe. Após o “acerto de contas” com o familiar, pergunta-me o meu primeiro e último nome, e indica-me uma sala onde, depois de entrar, retiro uma senha de espera; e espero. Depois de pingar o meu número no visor, sou atendido por um funcionário que digita qualquer coisa num PC, escreve um número numa tirinha de papel, e indica-me outra sala onde entro de tirinha de papel na mão, e onde, finalmente, pago a taxa. Com três notas e duas moedas. Dinheiro certo e sem trocos a fazer, o que não invalida que a funcionária some o montante com uma calculadora.
 
É a tradição… E quinta-feira há tolerância de ponto.
 
(Talvez seja eu que estou mal habituado, por, na minha empresa, um só empregado fazer este tipo de serviços, e em menos de um foguete…A sorte é que só lá volto para o ano).