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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

A coerência fica-vos tão bem...

por josé simões, em 29.07.19

 

torrinha.jpg

 

 

Otelo Saraiva de Carvalho, que tem legalizada casa de construção clandestina com torre Walt Disney em pleno Parque Natural da Arrábida, assina manifesto contra os desmandos urbanísticos que descaracterizam a cidade de Lisboa. A coerência fica-vos tão bem...

 

Declaração de princípios: subscrevo na íntegra o manifesto e acho que a dupla Fernando Medina - Manuel Salgado a longo prazo vai ser mais perniciosa para a cidade que a de má memória Krus Abecasis - Tomás Taveira.

 

[A imagem é minha, assim como a bike]

 

 

 

 

|| ¡Ya basta! ¡Patria o muerte, venceremos!

por josé simões, em 15.03.12

 

 

 

Otelo "foi" à Islândia ver a revolução e veio cheio de vontade de meter os Pê Pê Dês e os Cê Dê Ésses, e a grande maioria dos Pê Ésses, agora no Pavilhão Atlântico. E rápido, enquanto ainda é propriedade do Estado. Não lhe disseram foi que os filhos do povo já não vão para a tropa, porque a isso não são obrigados, e que Che Guevara é marca de tabaco e que ¡Ya basta! é editora de música.

 

 

 

 

 

 

 

|| Só já falta o camarada Arnaldo Matos, pá

por josé simões, em 09.11.11

 

 

 

Dar mau nome ao 25 de Abril, pá.

 

 

 

 

 

 

|| O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 21.04.11

 

 

 

 

 

«Precisávamos de um homem com a inteligência e a honestidade do ponto de vista do Salazar (...)»

 

¿Por qué no te callas?

 

 

 

 

 

 

 

|| O Livro Verde de Otelo

por josé simões, em 17.04.11

 

 

 

 

 

Comités populares, de bairro, de fábrica, de lares da terceira idade, de esquina e de café. Do infantário. O que Otelo nos diz é que a crise que o país atravessa proporciona o aparecimento de todo o tipo de loucos salvadores da Pátria.

 

O tempo de Otelo já passou - praise the Lord! -, mas, como cantava Fausto na Madrugada dos Trapeiros, “atrás dos tempos vêm tempos e outros tempos hão-de vir”, e convém não baixar a guarda:

 

«O estratega da revolução de 25 de Abril de 1974 acredita que a crise que o país atravessa poderá levar a que a democracia representativa venha a ser substituída por uma democracia directa, regime com que “sonhou” durante o PREC.»

 

(Imagem)

 

 

 

 

 

 

 

|| Premonitório

por josé simões, em 13.04.11

 

 

 

 

 

Em Setúbal, nos idos da campanha para as presidenciais de 1976, durante uma noite alguém andou, de pincel na mão, entretido a fechar o E em O e a colocar um apóstrofo à frente do T nas pichagens “Otelo à Presidência” e “Vota Otelo”. Era verdade.

 

Ao “dono” do 25 de Abril só falta o popular-reaccionário “isto está pior que no tempo do Salazar”.

 

(Imagem)

 

 

 

 

 

 

 

|| À Presidência!

por josé simões, em 05.08.09

 

Durante as Presidenciais de 1976 e no tempo em que o pincel tomava conta de tudo o que era parede limpa, de uma noite para o dia Setúbal apareceu pinchada com OTELO por tudo o que era sítio. Na noite seguinte, mais propriamente da noite seguinte para o dia depois, alguém andou pela cidade a colocar um apóstrofo ente o O e o T e a fechar o E em O. Resultado: O’ TOLO.

 

Visto agora, a esta distância temporal, faz algum sentido.

 

 

|| Do 25 de Abril (nem sempre II)

por josé simões, em 23.04.09

 

Parece que vai por aí grande excitação “à direita” por causa da promoção do tenente-coronel Otelo Saraiva de Carvalho a coronel. Que o homem é um terrorista-bombista e o coiso e tal costumeiro por aquelas bandas.

 

O problema não é o homem ser, ou ter sido, o bombista-mor da República. O pecado original é ter sido «Otelo o responsável pelo sector operacional da Comissão Coordenadora do MFA (Movimento das Forças Armadas) tendo dirigido as operações do 25 de Abril a partir do posto de comando instalado no Quartel da Pontinha.»

 

A mesma direita que achou absolutamente natural que o actual Presidente da República atribuísse por “serviços excepcionais e relevantes prestados ao País”, previstos no Decreto-Lei 404/82, pensão vitalícia a Abílio Pires e Óscar Cardoso, inspectores adjuntos da PIDE, ao mesmo tempo que recusa uma pensão à viúva de Salgueiro Maia, outro dos operacionais do 25 de Abril.

 

Ladrem cães!

 

(Foto daqui)