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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

A caixa do Comissário Nogueira

por josé simões, em 03.05.19

 

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A CGTP e UGT já vieram exigir "tratamento igual ao dos professores para toda a função pública"; os "militares também querem solução idêntica à dos professores para contagem integral"; agora já não há desculpas, "dizem os polícias marítimos"; e os enfermeiros saíram a acusar o PSD e o CDS de "preferirem professores a outros profissionais". E ainda nem sequer 24 horas são passadas sobre a aprovação pelo Parlamento da contagem integral do tempo de serviço dos professores. De fora só os trabalhadores do privado, sem sindicatos que lhes passem cartucho ou liguem peva, com os seus 9A 4M e 2D de cortes salariais, sem progressões na carreira e sem progressões na carreira só porque sim, aqueles que tiveram a sorte de não ir bater com o lombo no desemprego, com ou sem subsídio, aqueles que tiveram meses de salários em atraso, aqueles que viram a falência das empresas de uma vida de trabalho; aqueles que entregaram a casa ao banco, aqueles  que foram para a emigração.

 

Pandora tinha uma Caixa que depois de aberta deixou escapar todos os males do mundo excepto um, a esperança. A esperança de que, como o que foi aprovado não aumenta num cêntimo que seja o encargo para o Orçamento do Estado, ler o dinheiro dos contribuintes, toda esta gente do funcionalismo público e da administração do Estado, que vive numa realidade paralela à dos seus co-cidadãos, venha a ser paga em notas de Monopólio.

 

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"O Rigor" - Do Expresso à SIC

por josé simões, em 26.09.17

 

 

 

[Daqui]

 

 

 

 

Ulrico strikes back

por josé simões, em 19.01.17

 

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Independentemente das contas do banqueiro Ulrico estarem ou não certas e de os contribuintes terem ou não salvo a banca, em Portugal, o que o banqueiro Ulrico não diz é que lamenta o contribuinte ter gasto um cêntimo de euro que seja para salvar a banca; que lamenta a banca não ter sido salva na íntegra pelos seus accionistas; que um cêntimo de euro que seja retirado ao contribuinte para salvar a banca é um cêntimo de euro retirado à economia do país por causa dos desmandos dos accionistas banqueiros; que quando os accionistas dos bancos se andaram a lambuzar com dividendos pornográficos, proveito de uma economia de casino e especulativa, não tenha havido dos accionistas dos bancos um reconhecimento para com o contribuinte, sempre ali à mão de semear para a salvação terrena; que ele, Ulrico, enquanto banqueiro nunca tenha dado um passo que lhe seja publicamente conhecido para poupar o contribuinte e evitar todas estas situações.


[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

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"Julgo que Baltazar, Belchior e Gaspar nos virão visitar em Janeiro, para as janeiras, e para nos darem a boa nova"

por josé simões, em 23.12.16

 

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Com a devolução de salários, pensões e apoios sociais; com reposição de horários de trabalho, preço da hora extra e dias feriados; sem Orçamentos chumbados pelo Tribunal Constitucional, sem Orçamentos rectificativos, sem Plano B e sem aumento do IVA; sem Teodora Cardoso, sem Medina Carreira, sem João César das Neves e sem José Gomes Ferreira.


Défice ficou nos 2,5% nos primeiros nove meses do ano.

É uma melhoria de quase 1 por cento em relação ao mesmo período do ano passado.


Discursando no jantar de Natal com os deputados sociais-democratas, o presidente do PSD ironizou com a alusão que lhe é feita à vinda do "diabo", prevendo agora a visita dos "Reis Magos".


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||| Imprensa falsa

por josé simões, em 16.03.16

 

 

 

«Governo dá 17 milhões aos taxistas, mas abre claramente a porta a uma nova regulamentação que pode deixar a Uber a operar livremente no mercado. Taxistas não gostaram.


Segundo eles, [os taxistas] o Governo dá "um pacote que pode ir até aos 22 milhões", mas por outro lado "abre a porta a legalização da Uber".»


Do partido do táxi ao partido do taxista vai um bocadinho assim.


Palavras chave: Milhões de Euros, Impostos, Contribuintes, Impostos, Orçamento do Estado, Impostos, Corporações, Impostos.

 

 

 

 

||| Quatro anos de miséria depois

por josé simões, em 28.01.16

 

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Quatro anos passados de Governo PSD/ CDS a cortar em salários e pensões e nas funções sociais do Estado, quatro anos de encerramentos e falências de empresas, de despedimentos e desemprego e emigração, quatro anos depois de Carlos Moedas ter jurado a pés juntos que 'os-juros-vão-baixar-e-o-rating-da-Nação-vai-subir-quando-o-PSD-chegar-ao-Governo' vem a Fitch dizer que "só melhora rating quando vir empenho de Portugal". Quatro anos perdidos a marcar passo na miséria.


[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

||| Portugal à frente

por josé simões, em 09.09.15

 

Paulo Portas, Maria Luís Albuquerque e Pedro Pass

 

 

«O Orçamento do Estado português é menos transparente que o do Malawi, uma das nações mais pobres e menos desenvolvidas do mundo. E menos transparente também que o da Rússia, da Roménia, da Geórgia, da Bulgária, do Peru.»

 

 

 

 

||| Contas de subtrair

por josé simões, em 20.07.15

 

 

 

«O presidente do PSD e primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, defendeu hoje que a disciplina nas contas públicas é uma questão de regime»


«O líder do CDS-PP e vice-primeiro-ministro apelou na segunda-feira à noite aos portugueses para votarem em "gente de contas certas" nas próximas eleições [...]»


«Tribunal de Contas acusa Ministério das Finanças de não respeitar a lei


Organismo diz que o "Orçamento do Estado e a respectiva execução orçamental não abrangem oito entidades da administração central"»


«Fundo de Resolução foi "indevidamente" excluído do Orçamento do Estado 2014 - Tribunal de Contas»

 

 

 

 

||| O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 17.07.15

 

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Ou a materialização do mui popular termo "emprestadado":


«Passos admite que ADSE ajudou a equilibrar contas mas nega apropriação»


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||| Ir "roubar para a estrada" é isto

por josé simões, em 22.10.14

 

 

 

[Daqui]

 

 

 

 

||| Portanto, não vai ser a agit-prop do Governo a desmentir a agit-prop do Governo, ou vai?

por josé simões, em 19.08.14

 

 

 

 

Diz que a «agência de notação financeira Fitch entende que a recente decisão do Tribunal Constitucional (TC) não compromete as metas orçamentais para este ano (o objectivo é chegar ao final de 2014 com um défice de 4% do PIB), mas "limita" a flexibilidade orçamental no futuro».

 

E também diz que «contudo, alerta que a decisão de declarar inconstitucionais os cortes salariais em 2016 e em 2018 "limita a flexibilidade orçamental no futuro, embora a redução da dívida dependa, em parte, da capacidade de Portugal manter o seu regresso ao crescimento económico"».

 

E ainda diz mais, diz que «a decisão do TC, […], "reforça a nova visão de que Portugal vai atingir a sua meta orçamental de um défice de 4% do PIB, abaixo dos 4,5% no ano passado"».

 

Portanto não vai ser a agit-prop do Governo a desmentir a agit-prop do Governo [que isto tudo está tudo muito bem, o país está melhor, as pessoas, coitadas, é que têm de aguentar mais um bocado até começarem a ver o dinheiro a sobrar na carteira, a economia abriu-se, as reformas estruturais, blah-blah-blah, o desemprego está a diminuir e a economia a crescer], ou vai?

 

 

 

 

 

||| Diz que é uma espécie de Irmandade Muçulmana

por josé simões, em 27.12.13

 

 

 

As pessoas deviam parar para pensar, e perguntar, porque é que o Governo que rouba 5% e 6%, respectivamente, aos subsídios de doença e de desemprego, sob o gentil nome de "contribuição", é o mesmo Governo que aprova a atribuição de 30 milhões de euros do Orçamento do Estado, vulgo dinheiro dos contribuintes, para a constituição de um fundo privado, gerido pela Igreja Católica ou por interpostas pessoas a ela ligadas, sob a capa de IPSS, numa parceria com o "sector social e solidário", «de forma a munir as referidas instituições de mecanismos capazes de fortalecer as respostas sociais existentes, desenvolver novas acções e proceder ao alargamento de medidas de apoio social» aos excluídos da Segurança Social, por opção e acção do Governo.

 

Estamos a destruir o Estado onde ele existe e é forte, cabendo-lhe unicamente a função de saque e de esbulho sob a forma de cobrança de impostos e taxas e "contribuições", e a criar uma espécie de Irmandade Muçulmana, para o caso Irmandade Católica, onde ela não existe nem ninguém dá pela sua falta. e que se vai substituir ao Estado naquelas que são as suas funções.

 

[Imagem de Mark Ryden]

 

 

 

 

 

 

|| Paulo Portas já não quer que Portugal seja a Roménia de Ceausescu

por josé simões, em 10.09.13

 

 

 

E vai deixar de andar de Correio da Manha [sem til] debaixo do braço e de fazer visitas à baixa de Setúbal a propósito de problemas no Bairro da Bela Vista na alta. Um valentão.

E, entre políticas de incentivo à natalidade ["a redução da população e o seu envelhecimento"] e poupar nos gastos com a segurança ["restrições orçamentais e o peso das despesas com pessoal"], o ex partido da família opta por passar a ex partido da segurança, que do contribuinte já era. E do idoso também.

 

Assim como a seguir à revolução de Abril de 74 proliferavam os partidos com "m-l" e "r" [de Reconstruído] em letras miudinhas a seguir à sigla, temos agora o CDS-PP [ex]. De "já foi", não de abreviatura de exemplo.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

 

|| Vai estudar Coelho!

por josé simões, em 29.08.13

 

 

 

Livros que havia de haver disponíveis para consulta gratuita, online e em todas as bibliotecas do país: "A Constituição Sem Mestre, edição de bolso"; "Noções Elementares de Democracia – para incultos; "A Separação de Poderes – explicada aos totós"; "O Regular Funcionamento das Instituições – explicado às criancinhas".

 

Três idas ao Constitucional em três anos consecutivos igual a três chumbos consecutivos. Pior que um Governo fora-da-lei é um Governo que insiste em ser fora-da-lei.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

 

|| O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 10.04.13

 

 

 

Nuno Amado, que preside a um banco que só existe porque recebeu do Estado uma injecção de 3 mil milhões de euros, classifica a reacção do Governo ao Acórdão do Tribunal Constitucional como "uma decisão correcta e ajustada" porque é preciso agarrar a oportunidade e diminuir o peso do Estado na economia.