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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Que filho da puta, benza-o Deus

por josé simões, em 31.08.19

 

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"Por regra, havia humanidade no modo como as penas eram impostas pela Inquisição. Assim, por exemplo, houve cristãos detidos – só os fiéis podiam ser julgados por este tribunal da Igreja! – a quem se permitiu que fizessem férias, ausentando-se da prisão por um período de tempo determinado, com a obrigação de, expirada a licença, regressarem ao presídio, para completarem a pena.

 

[...]

 

Permitiu-se igualmente que os condenados pelo tribunal da Igreja fossem dispensados, por razão de doença, do internamento penitenciário.

 

[...]

 

Também se conhecem histórias de condenados que foram dispensados do cárcere por razões familiares.

 

[...]

 

Quer isto dizer que a Inquisição era um exemplo de humanidade e não houve excessos na aplicação da justiça eclesiástica? Claro que não: certamente que houve abusos e a própria prática da tortura, como meio processual para a confissão do arguido, que tem a sua origem no direito romano, é abominável. Os inquisidores eram, como todos os homens, pessoas capazes do bem e do mal. Houve, com certeza, juízes do tribunal do Santo Ofício que foram rectos e justos na aplicação da lei eclesiástica então vigente, como também os houve que se excederam, sendo responsáveis por abusos deploráveis, que não podem ser justificados, nem esquecidos. Mas a Inquisição não só foi melhor do que os estabelecimentos prisionais do seu tempo e posteriores – piores foram, decerto, os tormentos infligidos aos Távoras – como também era mais humana do que muitas prisões contemporâneas como, por exemplo, a de Guantánamo."

 

O padreco que confessa e dá a hóstia à direita radical a reescrever a História e a lavar a Inquisição com OMO no Observador.

 

[Na imagem o "verdadeiro manual de ódio, de tortura e morte"]

 

 

 

 

Ainda a honestidade intelectual da santinha que governa o CDS na entrevista à rádio do Observador

por josé simões, em 30.08.19

 

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As crianças, que viram o seu direito à tranquilidade trucidado com ruído feito pelo inner circle de Assunção Cristas, com Francisco Rodrigues dos Santos, João Almeida e João Gonçalves Pereira à cabeça, a manipularem e truncarem o que no despacho consta.

 

 

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Se "vem aí uma crise", que toda a gente diz fruto da guerra comercial Trump - China, da desaceleração da economia chinesa e alemã, dos erros das políticas austeritárias seguidas pela União Europeia, "é melhor despachar já o Governo do PS" porque o que eles sabem é pôr o país numa crise com origem no estrangeiro.

 

 

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Os eleitores, que não são estúpidos, "não perceberam as prioridades do "CDS" e resolveram castigar o partido nas urnas, logo há que arranjar outro léxico, que coloque os eleitores no papel de estúpidos que lhes compete, para que o CDS deixe de ter um problema de comunicação.

 

Muito bem.

 

[As imagens são print screens da conta do jornal Observador no Twitter]

 

 

 

 

Não ter a puta da vergonha na cara é isto

por josé simões, em 08.08.19

 

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José Manuel Fernandes, nascido e criado na esquerda mais à esquerda que a esquerda que deu origem ao Bloco de Esquerda e que se radicalizou para a direita mais à direita da direita, fazendo o espectro político em 180 graus sem pestanejar, escreve sobre o radicalismo do Bloco, os perigos associados e "sonambulismo político". Podia ser da silly season mas é só não ter a puta da vergonha na cara.

 

[Imagem]

 

 

 

 

O maior revisionista e limpador de imagens do rectângulo

por josé simões, em 19.03.19

 

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Nem terrorismo de extrema-direita nem terrorismo fundamentalista cristão. Nem terrorismo de Estado, amigo do liberalismo e do investimento, que o obrigava a ter de ir até à América Latina nos 70s do século XX, uma chatice. Apenas "terrorismo racista", "terrorismo islamista", "terrorismo da extrema-esquerda". Senhoras e senhores, o maior revisionista e limpador de imagens do rectângulo: Rui 'revisionista' Ramos.

 

[Anders Breivik na imagem]

 

 

 

 

O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 13.01.19

 

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Foram as esquerdas, depois do 25 de Abril, que construíram o mito de que o Estado Novo era de direita para legitimarem o seu poder e sobretudo limitarem a legitimidade das direitas

 

[Imagem]

 

 

 

 

O jornal da direita radical

por josé simões, em 19.07.18

 

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1.º - Inventar notícia.

2.º - Assistir ao debate gerado pela notícia inventada. 

3.º - Redes sociais desmontam notícia falsa, citando documentos em vigor e o que está a ser estudado.

4.º - Noticiar a "polémica" criada e atribuí-la às "redes sociais" [ou seja, a todos nós], descartando a responsabilidade de terem sido os próprios jornais a gerar polémica com uma notícia falsa.

 

[Via com correcção do Pedro]

 

 

 

 

Pelo facto de se escrever num blogue a calúnia e a difamação são impunemente permitidas?

por josé simões, em 06.09.17

 

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Maria João Marques no blogue da direita radical.

 

 

 

 

||| Como diria Jaime Pacheco, é uma faca de dois legumes

por josé simões, em 12.09.15

 

 

 

Se a gente invocar Goebbels para explicar a manipulação que o @itwitting@SolOnline e o @observadorpt fazem ao dar sistematicamente a vitória a Pedro Passos Coelho e a Paulo Portas nos debates que Pedro Passos Coelho e Paulo Portas sistematicamente perdem leva logo com a Lei de Godwin em cima apesar da manipulação goebbeliana do @itwitting do @SolOnline e do @observadorpt existir escondida atrás da Lei de Godwin que não pode ser invocada.

 

 

 

 

||| A direita tem um, mais um, jornal

por josé simões, em 10.09.15

 

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[Print screen às 19:00 horas]


Quem ganhou o debate?

 

 

 

 

||| Resumidamente

por josé simões, em 19.04.15

 

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As imagens no Observador revisor constitucional são as da constituição de 1933 e Marcelo Rebelo de Sousa na avença semanal na TVI diz que bebida da garrafa do pai, depois de considerar a privatização da TAP como de interesse nacional. Haviam de perguntar a Duarte Lima e a Ricardo Salgado e a Oliveira e Costa e a Dias Loureiro, por exemplo, em quem é que tencionam votar nas presidenciais de 2016 que não são para discutir agora porque antes temos as legislativas de 2015 onde estes excelentíssimos senhores também têm voto na matéria.


[Imagem]

 

 

 

 

||| É isto

por josé simões, em 18.04.15

 

«A esquerda, toda a esquerda, não pode alhear-se da luta política que o Observador e outras instituições estão a travar contra o Estado Social e muitas das instituições que a esquerda democrática construiu em Portugal. Responder com indiferença, com desdém ou mesmo com humor não resolverá nada. É preciso replicar, inteligência. É preciso oferecer construções alternativas às histórias contadas pelos nossos antagonistas. É preciso, enfim, que exista resposta política à altura das propostas políticas que chegam pela mão do Observador e afiliados. Para que do encontro de ambas se consigam soluções moderadas, aceitáveis e que permitam boas governações.»

 

 

 

||| Um blog de alucinados armado em jornal

por josé simões, em 17.03.15

 

 

 

Para quem "trabalhadores" são "colaboradores", "corrigir pensões e salários" significa "cortar pensões e salários", "requalificação" de funcionários públicos é mete-los numa prateleira para cortar parte do vencimento, "ajustamento" é para ler "corte" e onde se lê "corte" deve ler-se esbulho, roubo, confisco, "reforma do Estado" é acabar com funções e valências do Estado social, um "despedimento" é uma "dispensa de serviços" e uma "reestruturação" é um "despedimento colectivo" ou a "dispensa" de muitos "colaboradores".


Um blog de alucinados armado em jornal.


[Via]

 

 

 

 

||| Ainda que mal pergunte

por josé simões, em 12.03.15

 

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Um jornal online de direita/ um jornal da direita online, ter publicado o manifesto do terrorista suicida australiano do ISIS pode, por "apologia do jihadismo", ser enquadrado na neofascista, espécie de 'patriot ac', lei de combate ao terrorismo de Paula Teixeira da Cruz?


Dito de outra maneira, um blog anónimo como o meu, anónimo no sentido de não ser escrito por um político conhecido, nem por um próximo do circulo do amiguismo lisboeta com acento [não é gralha] nas televisões do comentário político, nem pelos lugares cativos [Pedro Rolo Duarte, Domingos Amaral, Margarida Rebelo Pinto, por exemplo] nos destaques na página do Sapo dia sim dia sim, ainda por cima com o medonho nome Der Terrorist, caso publicasse o dito cujo manifesto teria o mesmo tratamento/ enquadramento do jornal online da direita com swag?

 

 

 

 

||| Ariel 88 lava mais branco

por josé simões, em 20.05.14

 

 

 

"Poderia, em liberdade, começar uma limpeza no grupo e expulsar estes criminosos travestidos de nacionalistas", porque há uma diferença entre espancar um emigrante na rua, até o deixar em estado de coma, vai lá para a tua terra; graffitar ou vandalizar uma mesquita, porque o Deus deles não é o mesmo Deus de Abraão; ou até matar um preto ou um cigano, porque um é mais escuro, o outro mais encardido e porque sim e o "tráfico de droga, roubo e extorsão", isso não que são atentados graves à propriedade privada, à integridade da pessoa humana e à estrutura da família.

 

A direita neoliberal e crente no Deus mercado maquilha os seus pit bulls de caniches, sempre ali à mão para o trabalho sujo nas ruas e pela calada da noite. É assim desde 1921, com a direita do Partido Popular Nacional Alemão a fechar os olhos ao terror das SA nas ruas de Munique. Depois tratamos deles, diziam. Problemático e criminoso para a direita neoliberal são os anarkas-okupas e anti-globalização que não respeitam hierarquias e se recusam obedecer à autoridade do poder político capturado pelo poder económico, crime lesa-mercados, logo lesa-Deus e, ainda por cima não casam, nem sequer pelo registo e dormem homens com homens, mulheres com mulheres, pretos com brancas e brancos com pretas, uma promiscuidade. O amor é uma coisa linda, pelo menos desde Eva e Adolfo.

 

[A explicação para o título e para a imagem que ilustra o post]

 

 

 

 

 

||| Revista Atlântico Strikes Back

por josé simões, em 19.05.14

 

 

 

Rui Ramos, Manuel Vilaverde Cabral, Helena Matos, Paulo Tunhas e Miguel Tamen, André Azevedo Alves… Com um cartel deste gabarito [e já sem os "arrependidos"] devia chamar-se Revista Atlântico Strikes Back.