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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

|| Portugal dos pequeninos

por josé simões, em 19.09.10

 

 

 

O saudoso (por hilariante) Acácio Barreiros, enquanto deputado da não menos saudosa (e não menos hilariante) UDP, também ostentava no currículo como profissão “Deputado”.

 

Não sei se ria se chore

 

 

 

 

|| Os Lourenços das Arábias

por josé simões, em 14.04.09

 

«Afinal George W. Bush, o antecessor republicano do democrata Obama, autorizou a partida de vários aviões com destino à Arábia Saudita nos dias seguintes ao 11 de Setembro de 2001, quando o espaço aéreo americano estava fechado aos voos civis, apesar de o inspirador do ataque, Ussama ben Laden, tal como a maioria dos terroristas-suicidas serem de nacionalidade saudita.»

 

Ah, parece que por causa duma vénia vai por aqui e por aqui grande excitação.

 

Qual foi a parte que eu não percebi?

por josé simões, em 19.03.09

 

 

 

Desculpem que mal pergunte, mas o que é que saúde pública tem a ver com anti-clericismo?

 

By the way, Sua Santidade?! Algures no Antigo Testamento não está escrito, mais coisa menos coisa, “Não chamarás Santo senão ao Senhor teu Deus”?

Não é por nada, eu até sou agnóstico…

 

 

Striking back duck

por josé simões, em 27.12.08

“(…) nas próximas horas, nos próximos dias, vamos todos ouvir a litania da "reacção desproporcionada" de Israel. Como se sabe, as reacções de Israel são sempre, sempre "desproporcionadas". Espera-se, certamente, que os Israelitas respondam com fisgas. Ou com beijinhos, talvez.”

 

Continuar a ler aqui.

 

 

“Ir às compras para os Restauradores”

por josé simões, em 28.02.08

 

Isto está tudo ligado. RestauradoresParque Mayer; Parque Mayer – Santana Lopes; Santana Lopes Frank GheryCasino Lisboa; Casino Lisboa – sem comentários.
 
O PSD dele (de Menezes) não tem nada a ver com o quê?
 
 

Ler os outros

por josé simões, em 16.02.08
“Qual a liberdade de escolha de uma mulher de 20 anos que vive num bairro paquistanês, filha de pais paquistaneses e de casamento marcado com um primo ou um vizinho, sem emprego porque o seu destino é casar e ter filhos, sem outro lugar para onde ir porque não conhece ninguém de fora da comunidade de origem e às vezes sem um domínio mínimo do inglês porque a tiraram da escola assim que puderam? Como é que ela vai recorrer à lei geral num caso de divórcio ou de partilhas, se todos os que lhe são próximos se regem agora pela sharia graças à generosidade dos apóstolos do multiculturalismo e do pluralismo legal? Saberão tais apóstolos que a escolha, que supõem abstractamente feita em perfeita liberdade, representa um corte total de vida, o ostracismo da família, o isolamento da comunidade, a morte social e talvez algo mais?”
 
Liberais e arcebispos, por Pedro Picoito n’ O Cachimbo de Magritte