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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Conta-me como foi

por josé simões, em 02.03.08

 

Numa tarde de domingo; de carro desde Setúbal, a caminho duma seca no Fórum Almada. “Menos Mal Que Nos Queda Portugal”, cantavam os Siniestro Total nos anos 80. Menos mal que me queda la Fnac; vai o condutor pensando para com os seus botões.
 
A filha – 16 anos – lança a partir do banco de trás:
“Qual era a tua banda preferida quando tinhas a minha idade?”
“Talking Heads. Não… The Clash”, responde o pai.
“E a tua?”, agora para a mãe.
“Queen!”
“Eheheh!!! Não tem nada a ver!”.
“Pois… é o mesmo que gostar muito do Arrastão, mas acabar a casar por amor com a Atlântico…”; comentário do pai.
 
Parêntesis: esta foi uma piada que só o pai percebeu.
 
Outro parêntesis: ter como pai um dj de techno minimal, que veio do punk, é tramado para os putos. O choque de gerações deixa de se fazer, também, pela componente musical. Menos um ponto para os filhos.
 
(Na foto roubada ao Guardian, os The Clash)
 
 

Che Guevara na Atlântico (III)

por josé simões, em 10.10.07

 

O copianço é muito feio, e não é uma boca ao retardador para o blogue de Luís Filipe Menezes.
 
No dia 27 de Abril de 2007, publiquei um post onde se dava conta do modo em como o resistente Edmundo Pedro havia sido recebido na manifestação do 25 de Abril em Lisboa, pelos militantes da JCP. Daniel Oliveira passou por lá, pelo blogue, e deixou este comentário:
“de onde vem essa informação das vaias a Edmundo Pedro?”(Post e comentário aqui)
No dia 29 de Abril, o Arrastão publica este post.
 
No dia 9 de Outubro, e a propósito das picardias que andam por aí na web por causa da capa da revista Atlântico, publiquei este post, onde chamo a atenção para o que penso que realmente importa, e  que é isto. De certeza por coincidência, Daniel Oliveira que andava entretido e feliz da vida no nobre desígnio de comentar o bigode do Che, publica depois este post.
 
Ele há coisas fantásticas, não há?!
 
(Foto via El Mundo)