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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

In Memoriam

por josé simões, em 27.06.20

 

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Milton Glaser

 

1929 - 2020

 

 

 

 

Sign O' The Times, XXXVI

por josé simões, em 08.06.20

 

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Sign O' The Times, Capítulo XXXV

 

 

 

 

Sign O' The Times, XII

por josé simões, em 19.04.20

 

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Sign O' The Times, Capítulo XI

 

 

 

 

A capa da New York Mag explicada mesmo aqueles que não sabem falar amaricano

por josé simões, em 15.03.20

 

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Marcelo em modo Testemunha de Jeová no vídeo-porteiro a anunciar que vai convocar o Conselho de Estado para quarta-feira. Qual é a presa? Esqueceu-se de apelar a cada português para uma bandeira na janela, se possível em cada janela.

 

Uma manif de aplausos nas varandas e janelas em agradecimento aos profissionais do Serviço Nacional de Saúde, se calhar convocada por aqueles que passam a vida no emprego a reencaminhar e-mails de corrente, "se teme pela saúde dos seus, se quer ter sorte na vida, envie já este e-mail a sete amigos chegados". Nas próximas eleições, os que votam, vão a correr meter uma cruz no quadrado à frente dos partidos que andam há 40 anos a desinvestir no SNS e apostados na saúde privada e nos seguros de saúde, contra o despesismo socialista.

 

Costa na televisão a descansar os portugueses que os bens essenciais e o papel higiénico não vão falhar nas prateleiras dos supermercados. O papel higiénico. E já agora o bidé, a banheira, o chuveiro, a água na torneira e o sabão azul-e-branco.

 

As "redes sociais" inundadas por escritos de palermas que "ouviram dizer a um amigo que e médico", que "ouviram dizer a um colega de trabalho que tem uma prima que trabalha", o Correio da Manha a propagar fake news sobre medicamentos que aceleram o efeito do vírus coise, e os palermas, que se calhar foram à varanda aplaudir a valentia e o profissionalismo do SNS, depois de terem votado em quem está apostado em desmantelar o SNS, a reencaminharem o recebido no Facebook e no Wathsapp sem que ninguém lhes diga que informação válida é a que é veiculada pelo ministério da Saúde, pela respectiva Direcção-geral, pelas autoridades oficiais, ponto final.

 

Eduardo Cabrita, um pantomineiro investido ministro, que não percebendo nada de nada tem sempre uma resposta erudita na ponta da língua que o faz parecer a maior sumidade mundial na matéria, a perorar sobre segurança pública e de cada um, para logo de seguida as televisões passarem imagens da GNR a fazer controlo fronteiriço, sem luvas nem máscaras, sem que nenhum aprendiz de jornaleiro confronte o ministro para lhe dar mais uma oportunidade de discorrer longamente e não responder a nada.

 

Marques Mendes em pânico na televisão do militante n.º 1 a dizer 150 vezes em meia hora que estamos em "estado de guerra", quando devia mostrar serenidade no prime time da cadeia com maior audiência, a pedir mais investimento no SNS depois de anos de contorcionismo sobre o assunto durante o Governo da troika. Termina o  Te Deum a elogiar o Grupo Mello pela oferta de não-sei-quantos ventiladores esquecendo-se de que em "estado de guerra" o Estado faz a requisição civil de todos os meios que achar necessários, os do Grupo Mello e todos os outros.

 

Esta a capa da da New York Mag, na imagem, explicada mesmo aqueles que não sabem falar amaricano.

 

 

 

 

The Class of 1946–2018

por josé simões, em 30.10.18

 

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Twenty-seven school-shooting survivors bear their scars, and bear witness.

 

 

 

 

|| Da série “Grandes Primeiras Páginas”

por josé simões, em 29.11.11

 

 

 

A capa da New York Magazine não é Occupy 2011 em jeito de relatório e contas, é Occupy 2012 em jeito de premonição.

 

[Via]