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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

"à Lagardère"

por josé simões, em 20.09.25

 

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Em 2015 um caça russo foi abatido pela força aérea turca por ter violado a fronteira do país durante 17 segundos, de-za-sse-te se-gun-dos. Serviu-lhes de exemplo e nunca mais se "enganaram". Por cá é tudo à Lagardère, 12 minutos e no pasa nada.

 

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Origem da expressão "à Lagardère".

 

 

 

 

O sonso Lula

por josé simões, em 07.07.25

 

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Lula da Silva, a quem nunca se lhe ouviu uma palavra sobre o rearmamento da Rússia ou de condenação da invasão da Ucrânia, e que quando questionado sobre o "lebensraum" russo enrolou papo e chutou para canto, criticou o compromisso de gastos de 5% com defesa na NATO. Lula da Silva, presidente do país que ao mínimo reparo ou observação sobre política interna ou externa  sai logo o argumento do neocolonialismo ou dos resquícios do colonialismo europeu não se coíbe em perorar sobre política dos outros, desde que não sejam as "democracias" amigas russas e iranianas. Lula sabe que se não andar de braço dado com Putin e com os barbudos dos trapos enrolados na cabeça do Irã, como ele diz, é um bom começo para a NATO não se esticar para os 5%, e que não vale tudo no alegado "sul global" contra a "dolarização" e outras tretas inventadas para estes tempos, mas Lula é um sonso que nunca leu Fausto ou viu Mephisto no cinema.

 

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Estas coisas não se inventam...

por josé simões, em 01.07.25

 

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Durão critica "vassalagem" dos líderes europeus a Trump na Defesa. "Estão a baixar-se demais"

 

 

 

 

O engraxador

por josé simões, em 26.06.25

 

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Agora que já passou, foi ontem mas já passou, que estas coisas das indignações na net passam de um dia para o outro, "uma indignação por dia nem sabes o bem que te fazia", lá diz o minion da plantão, espero que todos tenhamos aprendido a lição de como afagar o ego a um narcisista, de como o soltar de uma posição irredutível, que nos foi dada por Mark Rutte na sua lidação com Trump. O "engraxador", na voz do povo.

 

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Rir ou chorar

por josé simões, em 16.04.25

 

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Não sei se é para rir ou para chorar ver o estado de negação em que se encontram aqueles que durante décadas a única posição perante os Estados Unidos foi o abanar de rabo e o seguidismo acéfalo, escudados num alegado atlantismo, recusando admitir que agora a Europa está por conta própria, a NATO tem morte anunciada, vítima de homicídio às mãos de quem a criou e financiou, para gáudio de alguma esquerda anacrónica que ao longo de décadas pediu a sua extinção e invocou o seu anacronismo.

 

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Bedtime For Democracy

por josé simões, em 08.01.25

 

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E se o imbecil eleito presidente dos States ocupa mesmo a Gronelândia, inaugurando uma espécie de "Donroe Doctrine", como lhe chamou o New York Post, a que se seguirá o Panamá e a pressão sobre o Canadá, onde é que fica o artigo 5.º da NATO?

E se Putin, na alucinação da reencarnação imperialista de Estaline que o tomou, aproveita e ataca na outra frente, nos países bálticos, nas ex-repúblicas soviéticas, para que lado é que a União Europeia se vira?

Bedtime For Democracy.

 

 

 

 

 

 

 

De onde mais menos se espera sai um Jacques Doriot

por josé simões, em 11.07.24

 

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Minions do "partido que não é putinista" nas redes a elogiarem o sentido de Estado do neo-fascista Órban, a toupeira de Putin na União Europeia, por afirmar que a guerra foi despoletada pela aproximação da NATO e da UE à fronteira russa, de uma assentada metendo no bolso detrás das calças o famoso "direito dos povos à auto-determinação e independência", na Constituição que tanto exigem ser cumprida, ou o direito de integrarem ou não blocos e alianças que muito bem entenderem, na famosa Acta de Helsínquia, sempre invocada pelos candidatos à Presidência da República e ao Parlamento Europeu, onde foi metida por Brejnev como defesa no tempo em que a fronteira da Rússia URSS ficava em Berlim.

De onde mais menos se espera sai um Jacques Doriot.

 

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A NATO a dar brindes ao Chaga

por josé simões, em 17.05.23

 

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NATO’s strength is its diversity

Speaking on #IDAHOBIT, Secretary General @jensstoltenberg
said that NATO's mission extends beyond protecting territories to safeguarding our diverse populations

 

António Costa hasteou a bandeira arco-íris na residência oficial do primeiro-ministro e o Parlamento, como não se entendeu por causa de um bando de grunhos e pela cobardia do PSD, a pensar que assim rouba os votos que estão do lado dos grunhos, optou por iluminar a fachada. E logo os analistas-comentadeiros, escribas no Observador e com avença nos canais de televisão, os que fabricam o personagem Ventas e o levam ao ao colo até ao cimo do top of the pops, vieram falar nos brindes que se estavam a dar ao Chaga com esta atitude a de assinalar o Dia Internacional de Luta contra a Homofobia, Transfobia e Bisfobia. Depois veio a NATO, uma organização militar, de gajos e gajas de barba rija. Onde é que já se viu tamanha distribuição de prendas? Até parece que estamos no Natal.

 

 

 

 

 

Enlargement

por josé simões, em 05.04.23

 

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Mistérios da propaganda

por josé simões, em 08.07.22

 

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Aos 133 dias, ou dezanove semanas, ou 3 191 horas de um impasse que era uma "operação especial" para durar 3 dias como o Carnaval, ainda mais rápido que a Blitzkrieg boche, num instante em Kyiv, um fantoche instalado no Palácio de Mariyinsky e ala para Moscovo que se faz tarde, Putin desafia o Ocidente, ler NATO, a derrotar a Rússia no campo de batalha. A NATO, que ainda não disparou uma bala, mexeu um tanque, perdeu sequer um homem em combate, e que está há 133 dias, ou dezanove semanas, ou 3 191 horas a assistir ao definhar do fantabulástico exército russo, o das histórias que o infante Vladimir Vladimirovitch ouvia sentado no joelho do avô Spiridon, na caminhada triunfal até ao hastear da bandeira no alto do Reichstag.

 

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Maravilhas da globalização

por josé simões, em 29.06.22

 

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Depois de descobrirmos, por causa de uma guerra, que metade da Europa dependente do gás e petróleo russos, vamos descobrir, fazendo votos que não seja também por uma guerra, que temos toda a produção deslocalizada.

O figurão que a Europa faz ao nível ambiental, no cumprimento das metas de descarbonização e na redução do consumo de plástico, para atirar à cara e fazer exigências aos outros, quando tem toda a produção instalada na China e no sudeste asiático. Maravilhas da globalização, que elevou os miseráveis asiáticos até ao nível dos pobres ocidentais.

 

CUMBRE DE LA OTAN
China intensifica la retórica contra la OTAN: "Si viene a por lana, saldrá trasquilada"

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

A sonsice do PCP

por josé simões, em 17.05.22

 

Moscow, USSR. October 27, 1978. Soviet leader Leonid Brezhnev speaking at a state function to commemorate Communist party’s youth wing 60th anniversary.jpg

 

 

O PCP a tecer considerações sobre política externa de dois Estados democráticos e soberanos, "o alargamento da NATO à Finlândia e à Suécia colocará em causa a tradicional neutralidade destes dois países nórdicos – recorde-se a Conferência sobre Segurança e Cooperação na Europa, realizada em Helsínquia, na Finlândia, entre 1973 e 1975, e os princípios para as relações, segurança e cooperação consagrados na sua Acta Final –, marcando uma drástica viragem na sua política externa que, significativamente, é levada a cabo de forma precipitada e evitando que os povos desses países se possam pronunciar sobre uma decisão com tão inquietantes consequências para os próprios e para todos os outros povos da Europa.", enquanto invoca a Acta Final da Conferência de Helsínquia que consagra o "respeito pela igualdade e individualidade soberana de cada Estado; o respeito por todos os direitos inerentes à sua soberania, incluindo o direito de cada Estado à igualdade jurídica, à integridade territorial e à liberdade e independência política [coisa que a Rússia não reconhece à Ucrânia]; o direito de cada Estado de definir e conduzir como desejar suas relações com outros Estados de acordo com o direito internacional; o direito de pertencer ou não a organizações internacionais, de ser ou não não ser parte de tratados bilaterais ou multilaterais, incluindo o direito de ser ou não ser parte de tratados de aliança [a parte da Acta Final que o PCP não lê, se calhar por estar em inglês], o direito à neutralidade".

 

Democracia é desde que seja contra os 'amaricanos', mesmo nos sítios mais esdrúxulos como a Venezuela, Cuba, China e aquele sítio que não se sabe se é ou não é, a Coreia do Norte; autodeterminação e independência é desde que seja contra o imperialismo 'amaricano', sionista ou outro ista qualquer, tipo no Saara Ocidental ou na Palestina, ou no Afeganistão depois dos soviéticos terem sido derrotados se terem ido embora, todos os outros amocham porque está escrito na Acta que devem amochar. Democracia é quando o PCP decidir que é.

 

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Doses maciças de propaganda

por josé simões, em 03.05.22

 

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Mupis e outdoors de Moscovo começam a ser preenchidos com posters a identificar a Suécia como um país de nazis. "Desnazificar" a Suécia é a próxima "operação militar especial"?

 

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António Costa, propaganda e dar mau nome à tropa

por josé simões, em 22.03.22

 

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A imagem de um pelotão no campo militar de Santa Margarida, a correr em formatura no meio da lama, de arma apontada, para António Costa ver, pela irracionalidade e nonsense, é absolutamente estúpida e dá mau nome a uma tropa, em princípio a elite que vai partir para a Roménia em missão NATO . Parece que voltámos ao tempo das guerras napoleónicas.

 

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Quando a Constituição é mandada às malvas

por josé simões, em 02.03.22

 

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E, de repente, o número 3 do artigo 7.º da Constituição da República Portuguesa é mandado às malvas, por quem desde sempre a traz no bolso, qual livrinho vermelho de Mao, e a brande bem alto em todas as ocasiões, com o argumento de não afrontar o "espaço vital" de uma potência autocrática - Rússia, que se vê atacada e ameaçada pelas decisões soberanas de um país - Ucrânia, que se deve abster de o ser, e se calhar até pedir desculpa por existir, e da expansão de uma organização militar - NATO, e de outra político-económica - União Europeia, que, para o bem e para o mal, são até à data o cimento e a garantia de maior período de paz e prosperidade no continente.

A questão que deve ser colocada é: por que razão ou razões todos os países saídos do ex Bloco de Leste ou das ex repúblicas soviéticas têm como objectivo primeiro sair da órbita da Rússia e abrigarem-se debaixo do guarda-chuva da NATO e da União Europeia?

 

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