||| Relatório e Contas. Resumo da Semana
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Dizia-se às crianças nos idos do Deus, Pátria e Família.
O Inferno é um local físico que existe e não está vazio, disse aqui há tempos Bento XVI, ainda antes de se reformar.
"Na recuperação do nosso país, ninguém pode ficar para trás"
A Igreja fala e o povo ouve. Mesmo o povo que não ouve o que a Igreja fala. Leve ou não a sério o povo o que a Igreja fala, o povo que ouve e o povo que não ouve o que a Igreja fala. Minorar o sofrimento, necessário, na passagem pela vida terrena para ganhar o Reino dos Céus, upgrade, delegar competências na Igreja para minorar o sofrimento da austeridade, necessária, para ganhar o Reino dos Mercados. Blah-blah-blah e discursos que toda a gente gosta de ouvir. Ouça ou não ouça.
[Imagem "Arizona 1988" by Mary Ellen Mark]
E em madeira, já que o Homem era carpinteiro [aprendi com a Última Cruzada do Indiana Jones].
Para todos os que aqui vêm, e para as suas famílias, um bom Natal.
[Na imagem "Minimal Nativity Set made of plain wooden blocks" by Emilie Voirin]
As cantinas das escolas abertas durante as férias escolares e mais um saco no dia das compras para a recolha da dona Jonet à porta do hiper. Os portugueses têm bom coração e são generosos, dizem, e no Natal em família não esquecem as outras famílias.
«Ricardo Salgado: "Os banqueiros vão passar um Natal complicado"»
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Sinceramente não consigo ver nada de por aí além em Nicolás Maduro decretar o Natal na Venezuela em Novembro quando o Harrods em Londres já tem as montras feitas e um piso inteiro dedicado à época desde Agosto…
Preocupa-me mais, muito mais, que o fim da recessão seja anunciado pelo primeiro-ministro em 2012 numa festa no Pontal, Algarve, ou que “o momento do investimento” seja decretado pelo ministro das Finanças numa conferência de imprensa em Lisboa, 2013.
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O burlão que ocupa a cadeira de primeiro-ministro viu-se na necessidade de esclarecer que o major Pedro de O Pote Oddity, malgré a sua ambiguidade como Hunky Pedro, é exactíssimamente a mesma pessoa de The Man Who Sold Portugal e da 'trilogia de Berlim', produzida por frau Merkel, e apesar de fingir não perceber que The Rise and Fall of Passos Stradust vai descambar no caos e na anarquia punk social que se adivinha a seguir a dias de cão Diamond Dogs em 2013. É que a audiência começa a perceber que os Young Americans que o acompanham em digressão não são tão young quanto isso, já davam espectáculos no Chile em 1974. Pedro [in]Sane.
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Ainda sou do tempo em que Pedro Passos Coelho, por oposição ao antecessor, era a next big thing da governação só porque tinha boa figura, uma óptima tonalidade de voz – à qual nunca subia os decibéis nem alterava o pitch, porque não usava teleponto, e nem sequer tinha uma coisa que aqueles que o incubaram descobriram agora ter: dificuldade de comunicação.
"Amigos" e "abraço". Sinto-me peganhento.
[Imagem de Anthony Burrill]
O briefing do posto de comando da Guerra do Ultramar.
E aquela bandeira nacional na lapela… oh Deus, a bandeira nacional… depois do trabalho que Luís Filipe Scolari, um brasileiro, teve para pôr um povo inteiro a amar o seu símbolo, da soberania da República, da independência, da unidade e integridade de Portugal, como reza a Constituição, vem um impostor, um português, e deita tudo a perder…
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Estavam os 3 a montar um presépio, uma coisa antiga da/ na família com peças com mais de 50 anos, e eis senão quando se parte um pastor pelo pescoço. Diz o mais novo, 7 anos de idade, "deixa estar assim, faz de conta que foram os talibans".
[A história é verídica, aconteceu hoje, a imagem é daqui]